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Encontrado 263 registros

  1. O avião que levava a delegação da Chapecoense para a Colômbia caiu nesta terça-feira nas proximidades de Medellín, pouco antes de checar ao seu destino. A aeronave, da companhia aérea Lamia, da Venezuela, tinha 81 pessoas à bordo. Ao menos cinco pessoas sobreviveram, sendo três delas jogadores do clube de Chapecó: o goleiro Danilo, herói da classificação à final da Copa Sul-Americana, o lateral Alan Ruschel e goleiro reserva Folman. Também há relatos da sobrevivência de um jornalista, de nome Rafael. A primeira a sair do avião teria sido uma das aeromoças. Notícias preliminares davam conta de 25 mortos inicialmente, não identificados. A informação oficial são de que 76 pessoas morreram, entre jogadores, jornalistas, dirigentes e convidados do clube catarinense. A aeronave tinha 81 pessoas a bordo, sendo 72 passageiros e 9 tripulantes, de acordo com a agência da Aeronáutica Civil colombiana. Havia 21 jornalistas a bordo. F Uma pena mesmo. Um descanse em paz para as vítimas e muita força para os poucos que sobreviveram.
  2. Libertários? Do que? Para que? E para quem? fonte: Exclusivo Nowloaded Tenho notado um movimento crescente de gente, geralmente pessoas de uma determinada classe social - burguesa e pequeno burguesa - defendendo o "livre mercado" como se fosse a oitava maravilha bem como a salvação do mundo. Vamos ver o que nos diz a wikipédia: - "Existe economia de livre mercado, economia de mercado ou sistema de livre iniciativa quando os agentes econômicos agem de forma livre, com pouca intervenção do Estado. É, portanto, um mercado idealizado, onde todas as ações econômicas e individuais respeitam a transferência de dinheiro, bens e serviços voluntariamente. Contudo, o cumprimento de contratos voluntários é obrigatório. A propriedade privada é protegida pela lei e ninguém pode ser forçado a trabalhar para terceiros. O mercado livre é defendido pelos proponentes do liberalismo econômico ou, mais recentemente, do neoliberalismo. Diferentemente do que ocorre na Economia planificada ou Economia de estado, onde a produção econômica é dirigida pelo Estado, na Economia de mercado a maior parte da produção econômica é gerada pela iniciativa privada. Indústria, comércio e prestação de serviços são controlados por cidadãos particulares, ou seja, são empresas do setor privado que detêm a maior parcela dos meios de produção." O tal movimento que defende o "livre mercado" é composto por muitas pessoas que se denominam "libertários", essa gente apregoa que a oitava maravilha e a salvação do mundo é esse sistema onde o Estado pouco intervém, ou no idealismo dos mais radicais defensores, que o Estado seja ausente, ou seja, em nada intervenha! Grande ilusão liberal-burguesa. E essa gente utiliza um argumento tendencioso e falacioso: "Quando na história do mundo o livre mercado gerou cartéis, monopólios, manipulações e máfias? Essa historinha (pra boi dormir) de que o mercado se auto-regula decentemente sem a intervenção dos governos através de agências reguladoras é um crasso engano. Onde e quando na história do mundo ocorreu ou ocorre o tal livre mercado? (por gentileza, alguém diga para mim, eu desejo saber) Quem defende isso julga inocentemente que as empresas todas se comportarão de forma ética, simplesmente minimizam ou ignoram que os seres humanos são altamente maliciosos, não medem esforços para se sobressaírem em relação aos seus pares, e que inclusive utilizam, enganam, iludem seus pares para atingirem lugares de destaque, seja social, seja financeiro, ou mais comumente, ambos ao mesmo tempo (no sistema baseado no capital). Parece até que no "livre-mercado" as empresas todas conviverão harmoniosa e respeitadamente de mãos dadas cantando um hino de irmandade e fraternidade! O sistema econômico centrado no capital (deus dinheiro) como bem absoluto, e na propriedade privada como um bem natural e fundamental (fundamentalismo), é um modelo que necessariamente promove a exclusão e exige desempenho de papéis determinados os quais são os de senhor e escravo, sendo o primeiro o detentor do capital e dono dos meios de produção e o segundo (a grande maioria) aquele que não detém o capital e precisa vender sua força de trabalho em troca de sua sobrevivência, ou seja, o capitalismo promove relações verticalizadas, na qual o poder se dá de cima para baixo, uma relação desarmônica onde um determina e outro se subordina. Então essa preposição de que "ninguém será forçado a trabalhar para terceiros" é um engodo, porque na prática poucos são os que detém o capital e os meios de produção. No capitalismo não somos seres humanos, somos máquinas de produção e consumo, somos o corpo dócil e controlado que deve alimentar esse sistema hediondo e isso tudo mergulhados na falsa sensação de liberdade. Vejamos um recorte ,novamente, do que diz a wikipédia acerca do fundamentalismo do "livre mercado": - "Conforme Soros "Se não houvesse intervenção estatal não haveria sistema capitalista a defender". E ainda acrescenta, só para citar um exemplo dentre os vários possíveis, se não tivesse havido intervenção estatal na crise bancária de 1982, todos os grandes bancos do Mundo teriam ido simultaneamente à falência, arrastando consigo para a bancarrota todo o sistema produtivo capitalista. É falacioso, para George Soros, a premissa que constitui o atual paradigma da teoria econômica dominante, de que os mercados tendem naturalmente ao equilíbrio. Segundo Soros, frequentemente eles se autoalimentam numa tendência a divergir cada vez mais do equilíbrio, e só continuaram a existir, enquanto mercados, graças a pesadas e custosas intervenções estatais." Podemos então deduzir a partir das palavras de Soros que o livre mercado apregoado apaixonadamente por seus partidários é uma tolice ilusória e contraditória (tolice ilusória é um pleonasmo, a ilusão já é uma tolice). Asseguram os tolos que as demandas de consumo no são oriundas da expontaneidade da população, o que é outra grande falácia, pois as demandas são criadas principalmente por meio da obsolência programada e da obsolência perceptiva, então se combinarmos o livre mercado com estas duas prerrogativas fica até difícil imaginarmos em que grande monstro isso é capaz de se transformar. Afinal de contas então, esses tais "libertários" são libertários Do que? Para que? E para quem? ________________ E o fato de eu me posicionar contra esse modelo econômico (e que define o social) perverso não me faz, necessariamente, um comunista ou socialista, ou mesmo defensor de governos, portanto, vamos ter cuidado com as inferências.
  3. BRASÍLIA - Uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 27, por 129 votos a favor e 8 contra o texto-base do projeto que revoga o Estatuto de Desarmamento. O relatório cria em seu lugar o Estatuto de Controle de Armas de Fogo e assegura a todos os cidadãos, a partir de 21 anos, o direito de possuir e portar armas, para defesa própria e do patrimônio, bastando cumprir requisitos legais. Deputados e senadores poderão andar armados e pessoas que respondem a inquérito policial ou processo criminal também poderão ter porte. A autorização para compra de armas baixa de 25 para 21 anos. Atualmente, o Estatuto do Desarmamento estabelece que é preciso justificar a necessidade de ter uma arma, o que é analisado pelas autoridades e pode ser negado. Os destaques serão votados na terça-feira, antes da análise em plenário. No trânsito. O substitutivo do deputado Laudívio Carvalho (PMDB-MG), um dos 293 integrantes da Frente Parlamentar da Segurança Pública, prevê que deputados e senadores podem andar armados. O texto permite ainda que policiais legislativos da Câmara e do Senado andem armados em aviões quando realizam escolta de parlamentares, além de estender o porte de armas em horário de trabalho a agentes de trânsito (marronzinhos) e de medidas socioeducativas – os agentes da Fundação Casa, em São Paulo. De acordo com o texto, “estando a arma registrada, o seu proprietário terá o direito de mantê-la e portá-la, quando municiada, exclusivamente no interior dos domicílios residenciais, de propriedades rurais e dependências destas e, ainda, de domicílios profissionais, ainda que sem o porte correspondente”. Segundo o relatório, o porte passa a ter validade de dez anos, enquanto hoje é preciso renová-lo a cada três anos. Prevê-se ainda que o cadastro de armas seja gratuito. O registro e a autorização do porte de armas, hoje tarefa exclusiva da Polícia Federal, passam a ser exercidas também por órgãos de segurança dos Estados e do Distrito Federal. “Ampliar o acesso às armas vai trazer mais assassinatos e não reduzir o número de homicídios no País”, criticou o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ). Especialistas em segurança também rejeitam a proposta. Em seu relatório, Laudívio Carvalho diz que a revisão do Estatuto do Desarmamento está “restabelecendo o direito universal à posse de armas de fogo”. Esse direito teria sido tolhido pelo Estatuto do Desarmamento, em 2003. O parlamentar foi escolhido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Conservador, Cunha tem pautado temas polêmicos que agradam às bancadas “BBB” (bala, Bíblia e boi), respectivamente as bancadas de segurança, evangélica e ruralista. “A interferência do Estado na esfera privada e na conduta individual dos seus cidadãos há de ter limite. Não pode o Estado sobrepor-se à autonomia da vontade do cidadão, individual e coletivamente, tornando-se o grande tutor. Na verdade, um tirano”, diz o relatório. “Na relação custo-benefício, que os marginais conhecem muito bem, os crimes se tornaram mais intensos e cruéis diante de uma sociedade sabidamente desarmada, acoelhada e refém dos delinquentes, que passaram a ser protegidos por uma lei que a eles permite tudo; aos cidadãos de bem, nada.” Paz. “Viva a paz para quem? Uma paz unilateral, na qual a cidadania é desarmada para que os bandidos possam agir ‘em paz’?”, questiona o parlamentar. “É como se sucessivos governos, incapazes de prover a segurança pessoal e patrimonial dos homens de bem, tivessem feito um pacto com a criminalidade, em uma estranha e inexplicável associação, para tirar dos cidadãos o último recurso para sua defesa pessoal e patrimonial: a arma de fogo.” Fonte__________________ Tinha que ser o PMDB! O Huezil só anda para trás.
  4. Eu não sei o que falar... só sinto uma profunda vergonha alheia. http://rodrigoconstantino.com/artigos/doutrinacao-ideologica-no-jogo-assassins-creed-marx-vira-heroi/
  5. Galera,é o seguinte,está acontecendo um abaixo assinado virtual/manifesto contra a palhaçada diária que a sra. Dilma roussef vem fazendo com a gente socando imposto na nossa goela dia após dia para compensar a cagada fiscal que o seu último mandato deixou.... Com certeza,ou pode ser que não dê em nada,mas mesmo assim eu deixei registrada a minha assinatura como ato de indignação ........... Quem quiser assinar segue o link abaixo : http://www.naovoupagaropato.com.br/ .....................:neo:
  6. Stephen Hawking diz que buracos negros podem levar a outro universo fonte: G-1 Supõe-se que seria uma viagem só de ida, mas em uma nova reviravolta nas explicações sobre o que ocorreria quando se "cai" em um buraco negro, o físico britânico Stephen Hawking afirmou que viajantes espaciais poderiam terminar em outro universo. "Se cair em um buraco negro, não se renda", disse Hawking em uma entrevista coletiva em Estocolmo, na Suécia. "Há uma saída." Hawking afirmou ainda que se o buraco fosse suficiente grande e estivesse girando, poderia ter uma passagem a um universo alternativo. O famoso cientista considera que os objetos podem acabar armazenados sobre os limites de um buraco negro, região conhecida como horizonte de eventos. São as fronteiras do espaço a partir das quais supostamente nenhuma partícula pode sair, incluindo a luz. Assegurando que essas estruturas não seriam um poço tão escuro como se pensa, Hawkins indicou que os humanos não desapareceriam ao cair em um buraco negro, mas permaneceriam como um "holograma" na margem ou "cairiam em outro lugar". Mistério prolongado Os buracos negros são fenômenos cósmicos que se originam quando uma estrela colapsa. O restante de sua matéria fica limitado a uma pequena região, que logo dá lugar a um imenso campo gravitacional. Por muito tempo se pensou que nada poderia escapar de sua gravidade, nem sequer a luz. Em 1974, Hawking descreveu como os buracos negros emitiriam radiação, algo que com o tempo passou a ser conhecido como "radiação de Hawking", ideia com a qual muitos físicos concordam hoje em dia. Ele, contudo, também apontou inicialmente que a radiação emitida por um buraco negro acabaria evaporando e todas as informações sobre cada partícula despareceriam para sempre. Em 2004, Hawking surpreendeu o mundo com um novo estudo, denominado O Paradoxo da Informação em Buracos Negros, em que mudava sua própria versão: em vez de absorver tudo, os buracos negros permitem que certas radiações escapem. Deste modo, um buraco negro deixaria de ser o poço infinito que destrói tudo o que cai nele, e sua fronteira não estaria tão definida como se pensava. Viagem 'sem volta' En 2012, enquanto buscavam esclarecer se a informação desaparece para sempre dentro de um buraco negro, John Polchinski e outros físicos já haviam descoberto que outro destino é possível. Mas acrescentaram que o horizonte de eventos se converte em uma barreira antifogo gigante que incinera o que passar por ele. À medida que fosse se aproximando do buraco, a diferença de gravidade entre seus pés e a cabeça aumentaria cada vez mais, e em algum momento você se partiria em dois. E logo essa força de maré, como se denomina essa atração, desgarraria cada célula, molécula e átomo de seu corpo. Muitos físicos não gostaram dessa ideia. Segundo um dos princípios da relatividade de Einstein, uma pessoa que cruzasse o horizonte de eventos não deveria sentir nada diferente, apenas flutuaria no espaço. A barreira antifogo, portanto, deixaria vulnerável o "princípio de equivalência", uma regra muito respeitada, daí a resistência dos físicos a descartá-la. De toda maneira, para verificar o que ocorre em um buraco negro você provavelmente teria que viajar ao interior de um deles. E o próprio Hawking não é candidato a essa jornada. "(Após entrar em um buraco negro) Não poderia voltar ao nosso universo, de modo que, ainda que esteja interessado em viajar ao espaço, não vou tentar"...... ..................:neo:
  7. NOTÍCIA As Pirâmides da Bósnia

    Enormes montanhas perto da cidade de Visoko, na Bósnia, seriam na verdade pirâmides que são maiores e mais altas que a pirâmide de Queóps no Egito! "Estava ontem assistindo a nova temporada da série Alienígenas do Passado no History Channel, quando passou o episódio Alienígenas e as Pirâmides. Adoro o assunto pirâmides e já fiz um infográfico sobre a Pirâmide e Queóps, e neste episódio, falava sobre as possíveis pirâmides existentes na cidade de Visoko - Bósnia. Eu já tinha ouvido falar sobre estas pirâmides através de alguma notícia que publiquei em 2005 na Sobrenatural.Org. Foi neste ano que a pirâmide da Bósnia começou a chamar a atenção, com o seu "descobridor", o escritor e metalúrgico bósnio Semir Osmanagic, alardeando que o morro de Visocica, em Visoko, era na verdade uma pirâmide. O Dr. Semir Osmanagic é o principal propagador das Pirâmides da Bósnia. Osmanagic chama esta formação de “Pirâmide do Sol” e suas alegações são incríveis. Ele afirma que a pirâmide toda é revestida com uma espécie de argamassa, que ele levou a três diferentes laboratório e foi constatado que ela é 3 vezes mais forte que a mais forte argamassa que fabricamos hoje em dia. Também diz que a “Pirâmide do Sol” é a mãe de todas as pirâmides da Terra, pois os testes de Carbono 14 indicam que ela tem mais de 12.000 anos (testes recentes dizem dizem 25.000 anos), portanto, foi feita milhares de anos antes da Pirâmide de Queóps e por alguma civilização avançada. A altura desta pirâmide a partir da cidade de Visoko é de 213 metros (a de Queóps tem 137), portanto um colosso monumental! E para terminar, algumas de suas pedras pesam mais de 23 toneladas! Outro dado interessante, é que sob esta pirâmide existe uma grande rede subterrânea de túneis, com diversas ramificações. Com certeza estes túneis não são formações naturais. Mas não existe somente este pirâmide na região. Na verdade foram descobertas mais quatro pirâmides, que Osmanagic chamou de Lua, do Dragão e do Amor, formando assim um complexo piramidal com 4 pirâmides, incluindo a do Sol." "É claro que muitos arqueólogos torcem o nariz para estas alegações e desacreditam tudo, dizendo que o que a cidade e Osmanagic querem é chamar a atenção para o turismo na cidade e que o morro tem uma formação natural que lembra uma pirâmide. Agora, se for verdade, muitos livros de história vão ser jogados fora. De uma olhada nos vídeos abaixo e em algumas fotos e diga o que acha nas opiniões: pirâmide ou formação natural?" Fonte _____________________________________________________________________________________________________ É galera, a parada só se afunila .... Acessem a fonte, tem muito conteúdo bacana lá.
  8. Todo ano a Apple seduz o mundo com um novo (e caro) iPhone, tido como o melhor e mais rápido iPhone de todos. Você compra um. E aí, pouco antes da chegada do próximo iPhone Mais Rápido de Todos às lojas, aquele que está no seu bolso parece cada vez mais lento e avacalhado do que nunca. Coincidência? Ou conspiração? Produtos da Apple são anunciados e vendidos em ciclos — até agora, um novo modelo por ano para cada produto da marca. Isso significa que, um mísero ano após o iPhone 6 ter sido anunciado, ele não será mais tão maneiro ou chamativo ou interessante ou desejável; ao invés disso, o iPhone 7 (ou melhor, o iPhone 6S ou 6+ ou 6G) será o melhor e mais fino e mais leve celular do momento. É um cronograma bem apertado. A maioria de nós, se deixados sozinhos com nossos pensamentos e gadgets, ficará feliz com um novo celular por dois ou três anos — e para uma empresa que construiu a reputação por regularmente modificar produtos em escalas imensas, isso representa um problema. Como pode a Apple manter a receita que faz dela a Apple se seus consumidores só precisam comprar um de seus produtos a cada dois ou três anos? Marketing ajuda, claro — mas também ajuda introduzir um novo até-então-desnecessário produto para consumo a cada um ou dois anos. Mas e se algo mais obscuro estiver envolvido? E se a Apple tiver a manha de te induzir a comprar os produtos dela — ao tornar os seus aparelhos antigos inúteis? De acordo com alguns paranoicos por celulares, os aparelhos da Apple não são só projetados para vender por pouco tempo — são projetados inclusive para se tornarem lentos, exatamente (e convenientemente) quando novos modelos são lançados. Ou, de forma ainda mais ameaçadora, a Apple está intencionalmente atualizando o software do seu aparelho antigo para torná-lo pior. Obsolescência Programada Fazer marketing com sucesso é uma coisa, mas montar intencionalmente celulares caros que não duram é uma prática traiçoeira conhecida por “obsolescência programada”, e donos de iPhones especulam sobre ela há anos. O maior momento da conspiração ocorreu com um artigo de Catherine Rampell para o New York Times em 2013: Mas essa foi só mais uma revolução da troca de modelos anual. Cinco anos atrás, a Apple lançou o iOS 4, que oferecia novíssimas (em 2010) funções como multitarefa e foco da câmera por toque. Ela também aleijou o iPhone 3G por completo, um modelo muito popular que vendeu mais de um milhão de unidades só na semana de lançamento. Adam Frucci, do Gizmodo EUA, descreveu os apuros que passou com a atualização: Digitar se tornou quase impossível com o meu celular. A primeira letra que eu aperto levanta e assim fica, mesmo que eu continue a digitar. Depois de um tempo o restante das letras aparece, mas sem o retorno de que estou apertando os botões certos, o que, inevitavelmente, gera erros. Isso foi, obviamente, próximo de quando a Apple anunciou o iPhone 4, um dos mais chamativos e ambiciosos já lançado. Este talvez tenha sido um dos casos mais evidentes da lentidão do iPhone, mas dificilmente é o único exemplo. Quando o iOS 7 foi lançado em 2013, muitos usuários acreditavam que seus celulares funcionavam melhor antes da atualização. E aí, quando o iOS 8 saiu, usuários documentaram como seus celulares eram mais rápidos com o iOS 7: E isso não é trabalho da nossa imaginação. Um artigo do New York Times de 2014 mostra que buscas no Google para “iphone lento” aumentam todo o ano, coincidindo com a atualização destes produtos; uma olhada no Google Trends mostra os picos destas buscas: Levando em consideração que os fãs da Apple são tipicamente mais leais à companhia do que às próprias mães, relatos de conspiração encontram resistência. Rene Ritchie, editor do site iMore, repudiou as suspeitas de uma possível obsolescência planejada no iPhone, chamando-as de “sensacionalistas”, uma campanha de “desinformação” feita por desinformados. Defensores da Apple usam dois tipos de argumento: quebrar os iPhones de proposito é arriscado e faz perder clientes, e a lentidão é inevitável quando se continua a adicionar novas funções. O segundo argumento é até que real: funções novas e melhores precisam de hardware mais rápido e, diferente de um desktop, não existem maneiras de se colocar mais memória e um melhor processador em um celular antigo. Como disse Christopher Mims no Quartz, “Não há uma cortina de fumaça aqui, nenhum memorando incriminador” de que Apple agiu de má fé. E ainda assim: Mesmo em 2015, ainda não podemos confiar que a Apple realmente pensa nos consumidores, nem podemos supor que cada coisinha que ela faz como uma companhia é intencional e calculada; mesmo que seu iPhone não esteja sendo sabotado, ninguém decidiu que baterias que duram menos e email que abre mais devagar não é um problema quando um novo modelo está a caminho. Não vamos ser inocentes. Algum dia, quando a iOS 28 for lançada juntamente do iPhone 26, não será realista esperar que seu fiel iPhone 25 funcione tão bem como o novo modelo. E não tem problema. O preço do progresso talvez seja perder algumas das novas funções, mas isso também não significa que o seu celular deva se transformar em um peso de papel. Não é porque não tenho a Nova Função X que meu teclado deva congelar toda vez que eu tentar dizer “oi” para alguém, ou que as fotos que já tirei devam demorar décadas para abrir. Não peço para que meu celular se torne melhor, mas não é pedir muito quando desejo que ele não se torne ainda pior. Estes parecem problemas com os quais a Apple poderia lidar sem muita dor de cabeça se ela realmente quisesse que o celular que você comprou há dois anos continuasse a valer alguma coisa. Mas por que a Apple faria isso por você? F Que o merchandise da Apple é suja, isso é incontestável. Mas chegar a esse ponto..
  9. Desde antes de se aposentar da Microsoft, Bill Gates se envolve em missões filantrópicas meio malucas, mas sempre com objetivos pra lá de nobres. Ele já lançou um concurso para reinventar a privada, prometeu US$ 100 mil para o criador da próxima geração de camisinhas, financiou chips contraceptivos para mulheres e convenceu 40 parças bilionários a doarem uma boa grana para instituições de caridade. Agora, ele bebeu água extraída de cocô humano. Calma, o cara não despirocou! É só o resultado de uma engenhoca que fascinou o co-fundador da Microsoft. Esse copinho d’água na foto, que você pensaria duas vezes antes de beber, saiu do Omniprocessor, uma máquina gigantesca que processa fezes humanas. Além de gerar água potável, ela também produz energia e cinzas. Eficiência máxima! O objetivo da tecnologia, como explica Victor Caputo no site da Exame, é melhorar as condições sanitárias em países pobres, onde a falta de saneamento é um problema grave que expõe milhões de pessoas a doenças e compromete a água de rios e córregos. Gates visitou uma unidade do Omniprocessor em novembro e fez o vídeo abaixo onde explica a engenhoca e, no final, vira um copo d’água fresquinha: No texto que publicou em seu blog, ele disse que “A água tem o mesmo gosto de qualquer outra que eu tenha tomado de uma garrafa. E após estudar a engenharia por trás da máquina, eu beberia com felicidade aquela água todo dia.” E por que alguém não tomaria, certo? O Omniprocessor está sendo desenvolvido pela Janicki Bioenergy. Um projeto piloto no Senegal deve começar em breve. F
  10. Fala galera... Bom dia! Sabe quando ficamos de bobeira por aí na net... hahaha Então... Estava navegando em um site que gosto de ler algumas coisas sobre economia, vida frugal e tals... Não se se posso divulgar o site e caso alguém tenha interesse, mande-me mp... Voltando ao foco, lá encontrei esse texto (um pouco grande, eu sei) que para os mais curiosos valerá a pena: Site Discute a existência de outros planetas similares ao nosso. Texto bem bacana para quem gosta de tal assunto. Grande abraço.
  11. Um resumo de tudo o que rolou na audiência pública de games na Câmara fonte: Clique aqui A audiência pública sobre o setor de jogos no Brasil que aconteceu nesta terça-feira, dia 27, na Câmara dos Deputados, foi significativa para começar a melhorar o cenário de games no país, mas os resultados da reunião ainda são incertos. Durante as três horas de audiência, o que foi apresentado não já é novidade. Os jogos tem um potencial muito grande no Brasil, mas sofre de vários problemas. Informações que já viraram clichês quando se fala de games, como o quanto eles são maiores que o cinema e os impostos abusivos, foram repetidos mais de uma vez na reunião. As falas serviram para apresentar o cenário de jogos para políticos e autoridades que não estão inteirados nesse universo, ou compreendem as dimensões que os games têm hoje em dia. Por outro lado, aspectos importantes para mostrar o quanto a indústria de jogos no Brasil evolui nos últimos anos, como a iniciativa dos estúdios independentes, foi pouco e mal abordado na reunião. Somente o criador do desenho – e consequentemente do game – da Galinha Pintainha, Juliano Prado, citou rapidamente o quanto os indies estão fazendo a diferença no país. O interessante da audiência foi perceber quantas entidades e órgãos do governo precisam estar envolvidos para discutir e, consequentemente, tentar mudar o cenário de games por aqui. Lá estavam três grandes ministérios (Cultura, Comunicação e Ciência e Tecnologia) e duas comissões da Câmara dos Deputados, a de Cultura e Ciência e Tecnologia. Cada um dos representantes dos ministérios (nenhum ministro em pessoa compareceu à reunião) apresentou as ações que estão realizando para ajudar no setor de jogos do país. Em sua maioria, projetos e programas que existem pra área de tecnologia, como aplicativos, uma classificação em que os games acabam inseridos por tabela. Algo exclusivamente para games ou para o mercado local, no entanto, pouco foi falado. O destaque fica para o Ministério da Cultura. Na fala dos dois representantes do ministério – a diretora da Secretaria de Economia Criativa, Georgia Haddad, e o coordenador da Secretaria de Políticas Culturais, José Carvalho – foi citado que a afirmação da ministra Marta Suplicy, durante a Campus Party desse ano, de que games são sim cultura causou impacto dentro do ministério. “A partir do reconhecimento da ministra sobre o fenômeno que é esse setor e impactando principalmente o Ministério da Cultura, não tem sentido o Estado não ter uma política específica para games.” Para tentar mudar esse quadro, o representante afirmou que algumas ações estão sendo tomadas, sendo a primeira o estabelecimento de um grupo de trabalho no ministério. “O objetivo será, no próximo semestre, criar uma política mais concreta para games”, afirma. Já resultados mais concretos só devem acontecer em 2015. A deputada Luciana Santos, que foi quem pediu a realização da audiência e também comandou a reunião, falou de como uma política de Estado para os jogos podem trazer benefícios. “Com uma política de estado que promova e desenvolva isso (o setor de jogos) que já demonstra uma força muito grande e, se bem estabelecido como marco regulatório, podemos dar passos muito mais largos e entrar em um mercado em expansão e que temos potencial de ter uma forte economia”, falou. Impostos Já os grandes vilões do imaginário do mercado, os impostos sobre os games não deixaram de fazer parte da audiência. Eles foram principalmente citados nas falas de Moacyr Alves, que estava ali como representante do comércio de games, e também na do diretor jurídico da Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), Manoel dos Santos. Moacyr realizou o discurso que tantos de nós já ouvimos, dando uma visão talvez apocalíptica demais sobre o setor de games e afirmando que os jogos sofrem com mais de 70% de imposto. O representante da Abes, na mesma linha, mostrou as diferenças sem sentido em que os softwares de jogos são tratados em relação a softwares pela tributação. Porém, o deputado Jean Wyllys (PSOL), que estava presente por fazer parte da comissão de cultura da Câmara, apontou a ausência de representantes de Ministérios importantes para a audiência. “Foi falado em desoneração (de impostos) e em investimento, mas isso não pode ser feito sem o Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento”, disse o deputado. Ele também citou a ausência da comissão de finanças e tributação da câmara como parceira da audiência e dos deputados que fazem parte dela, já que é são eles que vão definir a tributação. “Se esses deputados não compreenderem esse aspecto (da tributação dos jogos) como é que eles vão votar essa matéria?”, indagou Wyllys. Ou seja, sem a presença dos ministérios comissões que podem realmente mudar a questão de impostos sobre os games na audiência, fica difícil resolvê-los. No fim, o que se pode tirar de positivo da audiência é que finalmente políticos, ministérios e autoridades estão vendo com bons olhos a questão dos videogames. Principalmente, os ministérios que estavam executando ações isoladamente, parecem terem saído da reunião com um plano mais conjunto, de se unir em ações para dar mais força para a indústria e mercado locais de jogos. Além disso, há também a esperança que a audiência gere frutos com projetos de lei e outras conversas para tentar melhorar o cenário de jogos no país, o que pode ser visto na fala final da deputada Luciana Santos: “A gente aqui tem a responsabilidade, tanto a comissão da ciência e tecnologia como a de cultura, de ‘fazer valer’ o aprofundamento desse debate, seja em proposições ou projetos de lei ou iniciativa”, disse a deputada. O Kotaku entrou em contato com a deputada Luciana Santos para saber quais ações serão realizadas daqui pra frente, sejam novas reuniões ou até a elaboração de projetos de lei para os games. Atualizaremos o post com mais informações se tivermos respostas.
  12. Afinal, o limite de isenção em remessas internacionais é de US$ 50 ou US$ 100? fonte: Clique aqui Em abril, publicamos um post sobre o sistema que a Receita Federal pretende empregar até 2015 para automatizar a tributação de remessas internacionais. A matéria registra muitos acessos até hoje e, consequentemente, ainda gera bastante discussão. Neste ponto, nos chamou a atenção a quantidade de comentários que afirmam que o governo não pode cobrar imposto de importação sobre compras com valor de até US$ 100 e que, portanto, o limite praticado de US$ 50 seria ilegal. A crença nesta suposta isenção nos pareceu tão difundida que, cerca de dois meses depois do primeiro post, resolvemos tirar o assunto a limpo. Ou pelo menos tentar. O surgimento do limite de US$ 100 A história começou com uma matéria publicada pelo Blog do Jotacê (BJC) em janeiro deste ano. O texto dá atender que, com base no Decreto-Lei 1.804, de 3 de setembro de 1980, remessas internacionais cujo valor não ultrapasse US$ 100 ou o equivalente em outra moeda não podem ser tributadas quando destinadas a pessoas físicas. Por outro lado, uma portaria do Ministério da Fazenda (Portaria MF nº 156, de 24 de junho de 1999) e uma instrução normativa da Receita Federal (Instrução Normativa SRF nº 096, de 4 de agosto de 1999) estabelecem isenção apenas para remessas com valor de até US$ 50, desde que remetente e destinatário sejam pessoas físicas. O texto do BJC explica, em contrapartida, que portarias e instruções normativas não podem se sobrepor a um decreto-lei e, assim, a tributação de qualquer remessa com valor de US$ 100 ou menos não só é ilegal como pode ser contestada. Se é assim, a Receita Federal está descumprindo a lei? A resposta da Receita Federal Decidimos consultar a própria. Com alguma insistência, obtivemos algumas respostas que, basicamente, condizem com o posicionamento público da entidade. De modo geral, a explicação dada pela Receita Federal dá a entender que o decreto-lei que trata da suposta isenção de US$ 100, na verdade, está sendo interpretado de maneira incorreta, não havendo, portanto, nenhum descumprimento de lei ou qualquer coisa parecida. A assessoria de imprensa do órgão informou que o tal decreto, na verdade, não afirma que remessas de até US$ 100 não podem ser tributadas, mas sim que o Ministério da Fazenda pode – e deve – definir qualquer limite de isenção dentro deste valor. Tendo este poder, o Ministério da Fazenda determinou que a isenção de impostos de importação vale para remessas de até US$ 50 (é a tal Portaria MF nº 156), desde que destinatário e remetente sejam pessoas físicas. Se a entidade entender que deve aumentar este limite para US$ 90, por exemplo, pode fazê-lo por ter liberdade para isso; se quiser baixá-lo para US$ 20, também. A condição aqui é o limite de isenção respeitar o teto de US$ 100. No mais, as únicas formas de conseguir isenção é torcer para o pacote passar “ileso” pelos sistemas dos Correios ou ter remessas que correspondem a medicamentos (com apresentação de receita médica que justifique a sua importação), livros, periódicos e jornais. Está tudo explicado nesta página da Receita. Mas, se existe a possibilidade de o limite chegar a US$ 100, por que o Ministério da Fazenda escolheu US$ 50? A Receita Federal explicou que a definição deste valor tem como base vários critérios, como a concorrência de remessas internacionais com produtos similares fabricados no Brasil, custos de fiscalização e o impacto que o limite de isenção tem na arrecadação de tributos. Bom, convincente ou não, é uma resposta. Mas, se os argumentos da Receita Federal estão corretos, por que não é difícil encontrar relatos de pessoas que fizeram pedidos de revisão ou mesmo recorreram à Justiça para anular a taxação de remessas internacionais? Processos judiciais É necessário levar em conta que muito destes tais processos ou pedidos de revisão se referem a remessas com valor de até US$ 50, se baseiam em decisões de primeiro grau (ou seja, a outra parte ainda pode recorrer) ou envolvem pessoas jurídicas (que são submetidas a regras diferentes), por exemplo. O fato é que a questão toda gira em torno da interpretação. Não deveria, mas o Decreto 1.804, da forma como foi redigido, parece mesmo dar margem a entendimentos diferentes. O artigo 2º do decreto, inciso II, diz o seguinte: Art. 2º O Ministério da Fazenda, relativamente ao regime de que trata o art. 1º deste Decreto-Lei, estabelecerá a classificação genérica e fixará as alíquotas especiais a que se refere o § 2º do artigo 1º, bem como poderá: II – dispor sobre a isenção do imposto de importação dos bens contidos em remessas de valor até cem dólares norte-americanos, ou o equivalente em outras moedas, quando destinados a pessoas físicas. Há quem entenda o inciso acima como “o limite de isenção é de US$ 100 e ponto final”. Outro posicionamento recorrente é o de que o texto concede autonomia para o Ministério da Fazenda decidir apenas se aplica isenção ou não, mas não para definir qualquer limite, devendo haver seguimento ao valor de US$ 100. Neste caso, a Portaria MF nº 156 não seria válida por se contrapor a um decreto-lei. Entretanto, a interpretação que mais vem sendo aceita – pelo menos até agora – é a de que este “dispor sobre…” dá liberdade ao Ministério da Fazenda de definir qualquer limite de isenção que esteja dentro da faixa de US$ 100, fazendo a Portaria MF nº 156 valer, tal como justificou a Receita Federal. Qual a interpretação correta, no final das contas? Se fosse simples encontrar esta resposta, não haveria margem para tanta discussão, por isso, nada mais apropriado do que procurar gente que entenda bastante de leis para pelo menos termos esclarecimentos sobre os aspectos mais relevantes. É isso o que nos levou a contatar, entre outras pessoas, o juiz Jorge Alberto Araujo, que deu um posicionamento interessante sobre o limite de isenção em seu blog DireitoeTrabalho.com. O magistrado também entende que a explicação dada pela Receita Federal é correta, independente de concordarmos ou não com ela: “o meu entendimento, contudo, é distinto. O decreto-lei, ao permitir à autoridade tributária dispor sobre isenção, fixou um ‘limite’ ou um ‘teto’ desta isenção a bens de até 100 dólares, não um ‘piso’”. Note ainda que a aplicação ou não de isenção envolve o destinatário, conforme o decreto-lei descreve. Com o entendimento de que não há regra impeditiva, o Ministério condicionou o remetente a também ser pessoa física. Se é assim, o que dizer então de ações judiciais que, pelo menos em um primeiro momento, dão ganho de causa a quem acredita que o limite de isenção deva ser de US$ 100? O jeito é procurar a Justiça – ou não Estes processos podem até existir, afinal, como nos explicou Jorge Araujo, “cada juiz tem liberdade para decidir de acordo com a sua convicção”. O ponto é que um processo ganho aqui ou ali dificilmente é suficiente para servir de precedente para casos em andamento, como sugerem matérias sobre o assunto em outros veículos. Em relação a este aspecto, Jorge Araujo esclareceu que as chances de decisões anteriores servirem de referência para processos ainda não finalizados são maiores caso haja manifestação do Supremo Tribunal Federal (STF) ou do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a favor de um lado ou de outro. Só não podemos contar muito com isso: ainda segundo Jorge, questões como esta apresentam pouca expressão monetária, assim, mesmo quando cabíveis, os custos para fazer ações do tipo serem tratadas pelos órgãos máximos do Poder Judiciário são, invariavelmente, várias vezes maior que o seu eventual benefício. Talvez seja o caso de o Ministério Público Federal, por exemplo, intervir para o STF ou STJ se posicionar, mas a questão da baixa expressão monetária talvez também tenha efeito aqui. Em resumo, o debate acerca do assunto está longe de terminar, mas em termos práticos, não adianta muito esbravejar aos quatro cantos que remessas internacionais com valor de até US$ 100 não podem ser tributadas, muito menos ter como única reação o envio de um pedido de revisão à Receita Federal com base neste argumento – no contexto atual, o órgão não está em posição desfavorável e não se mostra nem um pouco disposto a mudar de postura. O caminho mais natural para quem não aceita a justificativa para a isenção de até US$ 50 são mesmo os meios judiciais. Porém, como deixou claro o post, as possibilidades de uma decisão favorável a quem ajuizar uma ação relacionada ao assunto são pequenas. O Juiz Jorge Alberto Araujo destacou que um processo movido por uma associação de consumidores ou de contribuintes, por exemplo, pode ter chances um pouco maiores de dar certo pela sua representatividade coletiva. Em outras palavras, alguma mudança só será tangível se houver algo maior do que meras iniciativas individuais. Em grupo ou não, com boas chances ou não, quem apela à Justiça está em seu direito – qualquer cidadão pode questionar a aplicação de uma lei ou norma, mesmo quando esta é descrita de maneira absolutamente clara. Mas, é preciso pesar os prós e contras: os valores envolvidos compensam o esforço? O trabalho de reunir documentos, comparecer ao tribunal, etc., vale a pena? Há a noção de que o processo pode durar muito tempo? E assim por diante.
  13. Stephen Hawking acredita que a inteligência artificial pode acabar com a humanidade fonte: Clique aqui Stephen Hawking é um dos cientistas mais brilhantes vivos atualmente, mas não é dos mais otimistas no que diz respeito ao futuro da humanidade. Em seu último artigo, publicado pelo The Independent em parceria com outros pesquisadores da área, o físico traz um questionamento sobre uma potencial ameaça “interna” (quer dizer, que não vai vir de outro planeta para nos dominar e drenar nossos recursos) que nem sempre é levada muito a sério: a inteligência artificial. O artigo foi motivado pelo filme Transcendence, que foi lançado na semana passada e trata do assunto. Mas, segundo a publicação, o longa o faz de modo a fazer parecer que a inteligência artificial é coisa do gênero de ficção científica, quando deveria estar sendo levada muito mais a sério. “O sucesso em criar inteligência artificial seria o maior evento na história da humanidade. Infelizmente, também pode ser o último, a menos que aprendamos a evitar seus riscos”, discorre. Os frutos de inteligência artificial que temos até agora são relativamente inofensivos, como um computador que vence humanos no game show Jeopardy, assistentes pessoais no smartphone e carros que se dirigem sozinhos. Mas já são dados passos não tão seguros, como os na direção militar, com armas que selecionam e eliminam inimigos de maneira autônoma – iniciativa que inclusive já foi freada pela ONU. Ainda assim, com o desenvolvimento da inteligência artificial, o físico defende que não há como prever como ela poderá se organizar. “Dá para imaginar essa tecnologia ficando mais inteligente que mercados financeiros, inventando mais que pesquisadores humanos, manipulando líderes e criando armas que sequer entendemos”, explica o artigo. “Enquanto o impacto da inteligência artificial a curto prazo depende de quem a controla, a longo prazo dependerá se ela poderá ser controlada”. O alerta é bem pessimista, mas dá para entender que o ponto é de que, mais que desenvolver a inteligência artificial pelos seus motivos “do bem”, é preciso saber lidar com seus perigos. E, atualmente, isso é muito negligenciado; o físico afirma que somente quatro instituições fazem esse tipo de pesquisa hoje. Talvez soe alarmista e até óbvio demais, mas, quando uma das maiores autoridades em ciência do mundo resolve tocar no assunto, é bom prestar atenção. E, ainda que você não trabalhe diretamente para desenvolver a tecnologia, fica a provocação no fim do artigo: “todos nós deveríamos nos perguntar o que podemos fazer agora para aumentar as chances de potencializar os benefícios e evitar os riscos”. O artigo pode ser lido, na íntegra e em inglês, aqui. +++ minhas duvidas são verdadeiras, agora mais ainda quando isso é ratificado por este homem, tambem não sei o q mais se pode destruir essa raça se sim ela própria.
  14. Pelo mundo, trabalhadores e manifestantes saem às ruas neste 1º de Maio. fonte: http://noticias.br.msn.com/mundo/de-hong-kong-a-istambul-trabalhadores-e-manifestantes-saem-%C3%A0s-ruas-neste-1%C2%BA-de-maio-1 Milhares de pessoas saem às ruas de todo o mundo nesta quinta-feira, Dia do Trabalho, em um contexto tenso em locais como Istambul, onde a polícia dispersou manifestantes com bombas de gás lacrimogêneo, e com demonstrações de patriotismo em Moscou. A polícia turca utilizou canhões de água e bombas de gás lacrimogêneo para dispersar centenas de pessoas que tentaram desafiar a proibição de se manifestar na praça Taksin, onde no ano passado ocorreram protestos que chegaram a colocar o governo em xeque. Nas imediações da praça foram mobilizados até 40.000 agentes da polícia, que isolaram todas as avenidas e ruas próximas para impedir seu acesso. Animado pela vitória de seu partido nas eleições municipais de 30 de março e em plena pré-campanha para as presidenciais de agosto, o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, havia lançado na quarta-feira uma séria advertência aos seus opositores. "Não tenham esperança alguma na Taksim (...) vão protestar em outros lugares de Istambul", declarou. As celebrações de 1º de Maio também foram perturbadas no Camboja, onde os sindicatos pediram apoio aos trabalhadores do setor têxtil em greve em duas zonas econômicas especiais perto da fronteira com o Vietnã. A maioria dos trabalhadores deste setor vital para a economia cambojana, que dá emprego a 650.000 pessoas, ganham menos de 100 dólares mensais. A polícia, armada com cassetetes, dispersou os manifestantes reunidos ao redor do Parque da Liberdade em Phnom Penh, fechado para impedir o acesso aos opositores do primeiro-ministro Hun Sen, no poder há 30 anos. Várias pessoas foram atingidas, constatou a AFP. "Os direitos dos trabalhadores foram pisoteados", declarou Ath Thorn, presidente da confederação de trabalhadores da indústria têxtil. - "Putin tem razão" - Na Rússia, em plena efervescência nacionalista alimentada pela crise na Ucrânia, cerca de 100.000 pessoas protestaram na Praça Vermelha de Moscou, muito próxima ao Kremlin, por ocasião do Dia do Trabalho, recuperando uma tradição soviética desaparecida há 23 anos. "Putin tem razão", "Estou orgulhoso do meu país", afirmavam alguns dos cartazes mostrados pelos manifestantes, em meio a um mar de bandeiras russas. Outros cartazes e representantes sindicais celebraram a incorporação da Crimeia à Rússia, que não é reconhecida pela Ucrânia e pela comunidade internacional. "Um vento de liberdade sopra sobre a Crimeia", exclamou um homem com uniforme militar. Além disso, também há manifestações previstas para Indonésia, Malásia e para as economias mais desenvolvidas da região, como Hong Kong, Cingapura, Coreia do Sul e Taiwan, onde o aumento do custo de vida, e, em particular, os preços exorbitantes de habitação, aumentam as desigualdades. Na Europa, muitas manifestações marcam tradicionalmente este 1º de Maio, "dia internacional dos trabalhadores" nascido durante o movimento para a redução da jornada de trabalho no fim do século XIX nos Estados Unidos. Na França, os sindicatos protestarão em Paris contra o plano de cortes de 50 bilhões de euros anunciado pelo primeiro-ministro, Manuel Valls. A menos de um mês das eleições europeias de 25 de maio, a ultradireitista Frente Nacional quer que sua tradicional marcha seja uma demonstração de força para reforçar sua posição nas pesquisas, que a colocam em primeiro ou segundo lugar, emparelhada com a direitista UMP, da oposição. A Espanha, que começa a sair timidamente do marasmo econômico e segue minada por um desemprego recorde, também sairá às ruas em Madri e em mais de 70 cidades. Manifestações também na Grécia e na Itália, onde o presidente do Conselho, Matteo Renzi, prometeu devolver a confiança aos italianos, que saem de mais de dois anos de recessão. Na Venezuela, opositores convocados pela Mesa de Unidade Democrática e chavistas acompanhados pelo presidente Nicolás Maduro marcharão em locais separados de Caracas, após o anúncio de um aumento do salário mínimo em 30% em resposta à elevada inflação. _____________ Em vários locais há comemoração. A pergunta que eu faço é: comemora o que? Comemorar a submissão? Comemorar a exploração? A falsa liberdade? A manipulação e opressão dos governos que governam para as elites? Se ou quando o explorado se rebela lá está o aparato do Estado para a repressão da massa agindo diretamente em defesa da "ordem", pois esta é sua função, ou seja, proteger o senhores feudais e seus interesses. O negócio anda tão mal que muita gente julga que "trabalho" e "emprego" são sinônimos! Trabalho é uma coisa, emprego é invenção do capitalismo que é o que detona com tudo! Por mais que eu tenha pensado na questão a única resposta para a pergunta: Por que diabos o dito "ser humano" insiste nesse modelo econômico filha-da-puta? é: porque é burro! Não podemos nem dizer que ainda somos macacos porque esses simpáticos animais são melhores que nós, pois ele não possuem malícia em suas essências!
  15. Veja como o Marco Civil da Internet pode afetar a sua vida fonte: Clique aqui O Marco Civil da Internet foi aprovado nesta terça-feira (22), no Senado, 28 dias após aprovação na Câmara. A votação foi realizada a tempo do evento NetMundial, que será realizado em São Paulo a partir de quarta (23). A abertura do encontro será feita pela presidente Dilma Rousseff, que deve levar o Marco Civil ao evento como "marca" de sua gestão no setor. A proposta equivale a uma "Constituição", com os direitos e deveres dos internautas e das empresas ligadas à web. O deputado e relator do texto, Alessandro Molon (PT-RJ), afirmou após aprovação na Câmara que o marco dará aos internautas a "garantia à privacidade e à liberdade de expressão, que eles não têm hoje". Veja a seguir como o Marco Civil da Internet pode, de fato, afetar a sua vida. Neutralidade O Marco Civil garantirá a neutralidade da rede, segundo a qual todo o conteúdo que trafega pela internet é tratado de forma igual. Em uma comparação simples, o marco garantirá que a sua internet funcione como a rede elétrica (não interessa se a energia será usada para a geladeira, o micro-ondas, a televisão) ou os Correios (o serviço cobra para entregar a carta, sem se importar com o conteúdo dela). As empresas de telecomunicações que fornecem acesso (como Vivo, Claro, TIM, NET, GVT, entre outras) poderão continuar vendendo velocidades diferentes - 1 Mbps, 10 Mbps e 50 Mbps, por exemplo. Mas terão de oferecer a conexão contratada independente do conteúdo acessado pelo internauta e não poderão vender pacotes restritos (preço fechado para acesso apenas a redes sociais ou serviços de e-mail). Atualmente, a neutralidade é prevista em um regulamento da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Alguns usuários, no entanto, reclamam da prática de "traffic shaping", em que a velocidade de conexão é reduzida após uso de serviços "pesados", como vídeo sob demanda ou download de torrents (protocolo de troca de dados, geralmente utilizado para baixar filmes). O texto do Marco Civil prevê que o tráfego pode sofrer discriminação ou degradação em situações específicas: "priorização a serviços de emergência" (como um site que não pode sair do ar, mesmo com muito acesso) e "requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações" (caso das ligações de voz sobre IP, que precisam ser entregues rapidamente e na sequência para fazerem sentido). Para que haja exceções à neutralidade, é necessário um decreto presidencial depois de consulta com o CGI (Comitê Gestor da Internet) e a Anatel. "O fim da neutralidade teria um impacto negativo, dificultando que as pessoas divulgassem suas produções e informações. Se o princípio fosse quebrado, as empresas de telecomunicações privilegiariam o tráfego de dados delas mesmas ou de suas associadas [pagantes] em detrimento a outros conteúdos. Com isso, um blogueiro seria prejudicado em relação a grandes empresas com maior poder econômico", afirmou Flávia Lefèvre, consultora da organização de defesa do consumidor Proteste para área de telecomunicações. Privacidade Em 2013, depois das denúncias sobre espionagem nos EUA, a presidente Dilma Rousseff pediu urgência constitucional para a tramitação do projeto. Com isso, a questão da privacidade ganhou destaque no texto. O Marco Civil garante a inviolabilidade e sigilo do fluxo de comunicações via internet e também das conversas armazenadas – esse conteúdo pode ser legalmente acessado, no entanto, mediante ordem judicial. Na prática, suas conversas via Skype e aquelas mensagens salvas na conta de e-mail não poderão ser violadas, a não ser em casos envolvendo a Justiça. Veridiana Alimonti, conselheira do CGI e advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), explica que a Constituição já prevê o sigilo das ligações telefônicas, mas o Marco Civil torna essas determinações mais completas e específicas para o ambiente digital. A especialista destaca ainda a importância do princípio da finalidade, segundo o qual as empresas só poderão utilizar os dados para o propósito pelo qual foram coletados. Se não estiver previsto que as informações serão expostas em anúncios publicitários, por exemplo, isso não poderá ser feito sem o consentimento do usuário. Flávia, da Proteste, afirma que será possível pedir indenização no caso dessa violação. Ela exemplifica: "Se você recebe publicidade via e-mail de uma instituição que não conhece, pode questioná-la sobre onde coletou seus dados. Se eles foram passados por alguma empresa para a qual você não deu essa autorização, cabe tomar uma atitude". O marco prevê ainda que a autorização para o uso dessas informações deverá ocorrer de forma destacada das demais cláusulas contratuais. "É importante ler os termos de uso, mas eles precisam ser compreensíveis. Não podem ser textos enormes, com letras pequenas", defende Veridiana. Um ponto ainda considerado polêmico é a obrigatoriedade de o provedor de aplicações de internet armazenar por seis meses todos os registros de acesso que você fez naquele serviço (ex: sua conta de e-mail) – atualmente, essa prática é opcional e não há um prazo pré-determinado. Veridiana defende que a privacidade fica mais garantida quando o armazenamento é uma alternativa e não uma obrigação (isso porque a prática teoricamente só será adotada por aqueles que têm uma estrutura adequada para isso). Cumprimento de leis brasileiras O texto final do Marco Civil excluiu um artigo que obrigava empresas estrangeiras a instalarem no Brasil seus datacenters (centros de dado para armazenamento de informações). Por outro lado, reforçou o artigo 11, que determina o cumprimento das leis brasileiras por parte de companhias internacionais, mesmo que elas não estejam instaladas no Brasil. Isso invalidará o argumento daqueles que se recusavam a entregar dados, mesmo mediante ordem judicial, sob alegação de que as informações estavam armazenadas em datacenters no exterior. Ou seja: o usuário pode exigir que as empresas de internet de sua escolha trabalhem de acordo com as leis nacionais (inclusive no caso de processos e batalhas na Justiça). Recentemente, por exemplo, em um caso que ameaçou bloquear o Facebook no Brasil, a companhia teria alegado não ser responsável pelo gerenciamento de conteúdo e da infraestrutura do site no país. A incumbência seria da competência do Facebook Inc e Facebook Ireland, localizados respectivamente nos Estados Unidos e na Irlanda. "A legislação brasileira tem que se aplicar para a proteção de dados de brasileiros que contratam esses serviços no Brasil e que estão tendo a sua privacidade violada inclusive por empresas que exploram economicamente a sua atividade no país", disse Molon em entrevista ao programa "Poder e Política", da Folha e do UOL. Segundo ele, muitas vezes o argumento era: "Não somos obrigados a seguir a legislação brasileira porque armazenamos esses dados em outro país". Na ocasião, o relator classificou a situação como inadmissível. Exclusão de conteúdo A exclusão de conteúdo só pode ser solicitado por ordem judicial – assim, não fica a cargo dos provedores a decisão de manter ou retirar do ar informações e notícias polêmicas. Portanto, o usuário que se sentir ofendido por algum conteúdo no ambiente virtual terá de procurar a Justiça, e não as empresas que disponibilizam os dados. "Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para [...] tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente." O tratamento é diferenciado para a chamada "vingança pornô" (divulgação não autorizada na internet de conteúdo sexual). Nesses casos, o participante ou seu representante legal deve enviar uma notificação para o provedor de aplicações (ex: Facebook ou Google), que tem de tornar esse material indisponível. Renato Opice Blum, especialista em direito digital, faz uma crítica a essa diferenciação. "Se vale para uma pessoa, deveria valer para todo mundo. Mas com certeza isso ainda será discutido. E os juízes têm autonomia para interpretar os casos de forma mais ampla", afirmou.
  16. Descobriu toda a Huezice fonte: http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/04/15/jornalista-dinamarques-se-decepciona-com-fortaleza-e-desiste-de-cobrir-copa.htm Em março de 2014, ele veio para Fortaleza, a cidade-sede mais violenta, com base em estatísticas da Organização das Nações Unidas (ONU). Ao conhecer a realidade local, o jornalista se decepcionou. "Eu descobri que todos os projetos e mudanças são por causa de pessoas como eu - um gringo - e também uma parte da imprensa internacional. Eu sou um cara usado para impressionar". Descobriu a corrupção, a remoção de pessoas, o fechamento de projetos sociais nas comunidades. E ainda fez acusações sérias. "Falei com algumas pessoas que me colocaram em contato com crianças da rua e fiquei sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo à noite em área com muitos turistas". Desistiu das belas praias e do sol o ano inteiro. Voltou para a Dinamarca na segunda-feira (14). O medo foi notícia em seu país, tendo grande repercussão. Acredita que somente com educação e respeito é que as coisas vão mudar. "Assim, talvez, em 20 anos (os ricos) não precisem colocar vidro à prova de balas nas janelas". E para Fortaleza, ou para o Brasil, talvez não volte mais. Quem sabe? Palavras dele A Copa - uma grande ilusão preparada para os gringos Quase dois anos e meio atrás eu estava sonhando em cobrir a Copa do Mundo no Brasil. O melhor esporte do mundo em um país maravilhoso. Eu fiz um plano e fui estudar no Brasil, aprendi português e estava preparado para voltar. Voltei em setembro de 2013. O sonho seria cumprido. Mas hoje, dois meses antes da festa da Copa, eu decidi que não vou continuar aqui. O sonho se transformou em um pesadelo. Durante cinco meses fiquei documentando as consequências da Copa. Existem várias: remoções, forças armadas e PMs nas comunidades, corrupção, projetos sociais fechando. Eu descobri que todos os projetos e mudanças são por causa de pessoas como eu - um gringo - e também uma parte da imprensa internacional. Eu sou um cara usado para impressionar. Em março, eu estive em Fortaleza para conhecer a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje. Falei com algumas pessoas que me colocaram em contato com crianças da rua, e fiquei sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo à noite em área com muitos turistas. Por quê? Para deixar a cidade limpa para os gringos e a imprensa internacional? Por causa de mim? Em Fortaleza eu encontrei com Allison, 13 anos, que vive nas ruas da cidade. Um cara com uma vida muito difícil. Ele não tinha nada - só um pacote de amendoins. Quando nos encontramos ele me ofereceu tudo o que tinha, ou seja, os amendoins. Esse cara, que não tem nada, ofereceu a única coisa de valor que tinha para um gringo que carregava equipamentos de filmagem no valor de R$ 10.000 e um Master Card no bolso. Inacreditável. Mas a vida dele está em perigo por causa de pessoas como eu. Ele corre o risco de se tornar a próxima vítima da limpeza que acontece na cidade de Fortaleza. Eu não posso cobrir esse evento depois de saber que o preço da Copa não só é o mais alto da história em reais - também é um preço que eu estou convencido incluindo vidas das crianças. Hoje, vou voltar para Dinamarca e não voltarei para o Brasil. Minha presença só está contribuindo para um desagradável show do Brasil. Um show, que eu dois anos e meio atrás estava sonhando em participar, mas hoje eu vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para criticar e focar no preço real da Copa do Mundo do Brasil. Alguém quer dois ingressos para França x Equador no dia 25 de junho? Mikkel Jensen - Jornalista independente da Dinamarca O Tribuna do Ceará entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) para comentar acerca da possível "matança" comentada pelo jornalista dinamarquês, mas até a publicação desta matéria não foi enviada a resposta. (*) A pedido de Mikkel, este artigo foi publicado com o jornalista já na Dinamarca. :facepalm: :facepalm: :facepalm: :facepalm: :facepalm: :facepalm: :facepalm: :facepalm: :facepalm: :facepalm: :facepalm: :facepalm:
  17. Dilma diz que exército pode agir contra manifestações anti-Copa fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/02/1414430-dilma-diz-que-exercito-pode-agir-contra-manifestacoes-anti-copa.shtml A presidente Dilma Rousseff disse na manhã desta quarta-feira (19) que, quando necessário, o governo usará as Forças Armadas para coibir atos de violência durante a Copa do Mundo. Em entrevista a rádios de Alagoas, ela afirmou que o governo planejou medidas para reforçar, em sintonia com os Estados, a segurança nas 12 cidades-sede durante o evento esportivo, que começa em junho. "A Polícia Federal, a Força Nacional de Segurança, a Polícia Rodoviária Federal, todos os órgãos do governo federal estão prontos e orientados para agir dentro de suas competências e, se e quando for necessário, nós mobilizaremos também as Forças Armadas", disse. A declaração da presidente foi dada após um dos jornalistas ter perguntado sobre atos de vandalismo em protestos espalhados pelo país. Dilma afirmou ainda que os investimentos em segurança durante a Copa somam R$ 1,9 bilhão, em ações como a estruturação de sistemas de comando e controle dos órgãos de segurança pública. "Nós vamos estar muito bem preparados para garantir a segurança de todos os torcedores, dos turistas, das seleções, dos chefes de Estados que vão nos visitar, e eu tenho certeza de que vamos fazer a Copa das Copas", afirmou. Segundo Dilma, o governo está atuando em conjunto com secretários de Segurança Pública e comandantes da Polícia Militar em todo o país em busca de um protocolo comum de atuação durante manifestações. "Nossa meta é que o Brasil disponha de um regramento unificado, que defina melhor o uso proporcional da força por parte da polícia", disse a presidente. Às rádios de Alagoas ela também repudiou atos de vandalismo e disse que "pessoas que escondem o rosto para se manifestar não são democratas", numa alusão aos "black-blocs", que pregam a destruição de patrimônio público e privado como forma de protesto. MUDANÇAS NA LEI A presidente também defendeu mudanças na legislação para coibir atos de violência durante manifestações no país. Como a Folha divulgou semana passada, o governo prepara um projeto sobre o assunto. O texto ainda está em fase de elaboração no Ministério da Justiça. O Planalto teme que protestos contra a realização da Copa voltem se espalhar pelo país durante o evento. "É preciso reformar a lei e aplicar a Constituição. A Constituição garante a liberdade de manifestação, a liberdade de manifestação do pensamento, mas ela veda o anonimato. Então nós estamos trabalhando numa legislação para coibir toda forma de violência nas manifestações", afirmou Dilma na entrevista. A discussão sobre maior rigor na punição de manifestantes se intensificou após a morte do cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, que foi atingido por um rojão enquanto fazia cobertura de uma manifestação no Rio de Janeiro. O Congresso já discute um projeto de lei que pode enquadrar manifestantes e movimentos sociais como terroristas. O governo, porém, teme que a proposta, de autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR), abra brecha para a criminalização de movimentos sociais. **Essa copa vai ser a melhor de todos os anos.
  18. Humorista Rafucko rebateu o editorial da emissora apontando incoerências na cobertura dos protestos. O editorial da Rede Globo veiculado, na última segunda-feira (10), no Jornal Nacional comentando a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade, virou motivo de piada na internet. Criado pelo humorista Rafucko, o vídeo ironizou as informações feitas pelo âncora do jornal, William Bonner, e, em poucas horas, ganhou grande popularidade nas redes sociais. No entanto, rapidamente, o vídeo foi retirado do ar pelo YouTube a pedido das Organizações Globo, que argumentou que a montagem feria as leis de direito autoral no país. Mesmo assim, dezenas de usuários publicaram novamente o vídeo e a sátira já pode ser vista novamente. Rafucko, vestido de “Patricia Correta”, apontou as falhas e incoerências do discurso oficial das Organizações Globo. Em certo momento, quando Bonner afirmou que as primeiras grandes manifestações de junho “reuniram milhões de cidadãos pacificamente no Brasil todo”, o comediante lembrou que, neste mesmo período, o comentarista da emissora, Arnaldo Jabor, criticou os manifestantes chamando-os de “rebeldes sem causa”. O mesmo vídeo também relembrou o pedido da emissora de mais repressão por parte da polícia e criticou a manchete do G1 que ligava um manifestante, supostamente envolvido no episódio da morte de Santiago, ao deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ). Na semana passada, o programa Entre Aspas, do canal a cabo GloboNews, já tinha sido alvo de críticas nas redes sociais. A apresentadora Monica Waldvogel declarou que as mortes provocadas pela PM nos protestos haviam sido “acidentes circunstanciais”. Fica aí os vídeos caso deletem de novo!
  19. Comemore: arquivos de Carl Sagan começam a ser disponibilizados online fonte: Clique aqui Fato: Carl Sagan foi e continuará sendo o maior divulgador científico da história. Dono de uma didática incomparável, ele falava de uma maneira simples e muito elucidativa sobre o universo, a ciência e nós mesmos de forma que qualquer um entendia. Para ele as maravilhas da ciência deveriam ser compartilhada com todos e não ficar restritas à laboratórios e teses acadêmicas. E mais importante, ele tinha paixão pelo que fazia, sentimento esse que contagiou gerações inteiras que leram seus livros, seus artigos ou viram a cultuada série Cosmos. Tempos depois de sua partida rumo às estrelas em 1996, a biblioteca do Congresso dos Estados Unidos começou um projeto para coletar, catalogar e disponibilizar seus arquivos pessoais à consulta pública, de modo a entender como ele trabalhava, como foi sua formação e principalmente, descobrir rascunhos e originais de roteiros, artigos científicos e outras coisas. Foi Seth MacFarlane, criador de Family Guy e fã de Sagan que mais colaborou, ao bancar parte dos custos e ter seu nome imortalizado ao lado do de Carl e sua viúva no nome da mostra: The Seth MacFarlane Collection of the Carl Sagan and Ann Druyan Archive. A coleção já está disponível para consulta física para quem visitar a biblioteca, entretanto nem todo mundo pode se deslocar facilmente para Washington; por isso o próximo passo seria digitalizar todo o acervo e colocá-lo online. Após um grande período de espera, os primeiros documentos já foram escaneados/digitalizados e podem ser apreciados. São ao todo 110 itens sendo cinco fotos ou desenhos, cinco arquivos de áudio, um filme com registros de sua infância, três jornais e noventa e seis manuscritos, rascunhos e cartas, entre elas um Curriculum Vitae de 1961, uma carta de 1986 parabenizando Chuck Berry por seu aniversário e outra de 1976 escrita por um jovem que admirava o prof. Sagan, decidiu entrar em Harvard e esperava se encontrar com ele. Confira de quem se trata. A biblioteca também catalogou uma coleção maior, contendo alguns documentos de Sagan com outros históricos para comparação, chamada Finding Our Place in the Cosmos: From Galileo to Sagan and Beyond. Claro, esses documentos são uma pequena parcela das 1.705 caixas pertencentes à Sagan e Druyan que compõem a coleção, mas já é um começo. Assim como é obrigação visitar a Biblioteca se você estiver passeando por Washington, da mesma forma é imperativo conferir esse material online, que só tende a aumentar com o tempo e que caso fosse vivo, Sagan faria questão de compartilhar, tanto quanto seu amor pela ciência e o universo. P.S.: saiu um novo promo de Cosmos: A Spacetime Odyssey, confira: http://www.youtube.com/watch?v=xb5tdqplTqQ
  20. É lei: compras internacionais abaixo de US$ 100 não podem ser tributadas fonte: http://www.tecmundo....-tributadas.htm Informação foi divulgada nesta semana por um dos principais sites voltados para colecionadores do país. Um post publicado nesta quinta-feira (30) no site BJC, um dos mais importantes do país voltados para colecionadores de DVD e Blu-ray, está repercutindo bastante entre aqueles que costumam fazer compras internacionais. De acordo com o site, compras feitas em sites de fora do país e entregues por meio dos correios cujo valor seja abaixo de US$ 100 não podem ser tributadas. A portaria MF 156, de 24 de junho de 1999, em uma instrução normativa da Receita Federal, afirma que "os bens que integrem a remessa postal internacional de valor não superior a US$ 50 serão desembaraçados com isenção do imposto de importação, desde que o remetente e o destinatário sejam pessoas físicas". Até aí nenhuma novidade, uma vez que essa é a lei conhecida e aplicada nesses casos. Entretanto, o BJC chama a atenção para o Decreto-Lei 1.804, de 3 de setembro de 1980, que trata sobre o regime de tributação simplificada das remessas postais internacionais. Em seu artigo II, está escrita a seguinte informação: "Dispor sobre a isenção do imposto de importação dos bens contidos em remessas de valor até cem dólares norte-americanos ou o equivalente em outras moedas, quando destinados a pessoas físicas". Ou seja, uma instrução normativa e uma portaria não podem se sobrepor a um Decreto-Lei, devendo ser, portanto desconsideradas. A isenção de imposto se aplica a compras feitas por pessoas físicas, não importando se o remetente é pessoa física ou jurídica. Para quem ainda ficou em dúvidas, o site levantou que há jurisprudência sobre o tema (você pode conferi-las nos dios links seguintes: 1, 2 e no seguinte ), ou seja, já há decisões da justiça dando parecer favorável ao que se lê no Decreto-Lei 1.804. O que deve ser feito? Caso você seja tributado em uma compra internacional cujo valor seja abaixo de US$ 100, a recomendação é entrar com um pedido de revisão. O site disponibiliza dois modelos de carta (arquivos DOCX), um para compras abaixo de US$ 50 e outro para compras abaixo de US$ 100. Esses documentos devem ser preenchidos e entregues à Receita Federal para que o valor de tributação pago seja reembolsado. ______________ E eu já deixei de comprar algumas coisas por causa desse valor ridículo de 50 doletas!
  21. O confisco secreto da Caixa fonte: Revista Isto É Relatórios da Controladoria-Geral da União e do Banco Central mostram que a Caixa encerrou irregularmente mais de 525 mil contas poupança e usou o dinheiro para engordar seu lucro de 2012 em R$ 719 milhões Uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), órgão vinculado à Presidência da República, aponta que, em 2012, a Caixa Econômica Federal promoveu uma espécie de confisco secreto de milhares de cadernetas de poupança. Em um minucioso relatório composto por 87 páginas, os auditores da CGU revelam os detalhes da operação definida como ?sem respaldo legal?, que envolveu o encerramento de 525.527 contas sem movimentação por até três anos e com valores entre R$ 100 e R$ 5 mil. Os documentos obtidos por ISTOÉ mostram que o saldo dessas contas foi lançado, também de forma irregular, como lucro no balanço anual da Caixa, à revelia dos correntistas e do órgão regulador do sistema financeiro. No total, segundo o relatório da CGU, o ?confisco? soma R$ 719 milhões. O documento foi remetido à Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Fazenda e ao Banco Central e desde novembro auditores do BC se debruçam sobre a contabilidade da Caixa para apurar as responsabilidades. ISTOÉ também teve acesso a cinco pareceres do Banco Central que foram produzidos após as constatações feitas pela CGU. Em todos eles os técnicos concluem que a operação promovida em 2012 foi ilegal. No documento redigido em 4 de novembro do ano passado, o Departamento de Normas do BC (Denor) adverte que a operação examinada consiste em ?potencial risco de imagem para todo o Sistema Financeiro Nacional?. Nos cálculos feitos pelos auditores da CGU, os R$ 719 milhões obtidos com essa espécie de confisco representaram nada menos que 12% do lucro do banco naquele ano, engordando o pagamento de bônus a acionistas. ?Essa é uma forma de turbinar o lucro do banco, mas é crime contra o Sistema Financeiro Nacional?, disse à reportagem um dos auditores que investigam a operação. O dado que despertou a atenção dos auditores em uma rotineira prestação de contas foi um crescimento de 195% na rubrica ?Outras Receitas Operacionais? em apenas um ano. A Caixa, então, foi convocada a detalhar a contabilidade, identificando as fontes de todos os recursos. No relatório, os técnicos da CGU registram que houve resistência em fornecer as explicações, mas a CEF acabou mostrando todas as planilhas. A CGU descobriu, então, que foram selecionadas para encerramento 525.527 contas de poupança, praticamente todas elas pertencentes a pes-soas físicas. Essas contas foram escolhidas a partir do saldo e do período em que permaneceram sem movimentação. Foram encerradas as poupanças com saldos de até R$ 100 e sem movimentação havia mais de um ano; até R$ 1 mil e inativas por dois anos; e até R$ 5 mil sem movimento por três anos. Essa rotina foi implantada em janeiro e finalizada em agosto. Ao final do semestre, os valores remanescentes na conta ?Credores Diversos? eram transferidos para a subconta de resultado ?Outras Receitas Operacionais?. Para a CGU, não há lei ou regulamento que determine que o saldo de uma conta encerrada deva ser incorporado ao resultado e, posteriormente, ao patrimônio de um banco. Além disso, a legislação determina o prazo prescricional de 25 anos para a devolução dos saldos de contas encerradas, com recolhimento ao Tesouro. Não sendo reclamados ao final de mais cinco anos, podem somente então ser incorporados ao patrimônio da União. Aos auditores da CGU e ao Banco Central, a Caixa argumentou que para encerrar as contas se amparou em resolução do Conselho Monetário Nacional (2025/1993), numa circular do Banco Central (3006/2000) e no ma-nual normativo da própria instituição. Alegou que as contas encerradas continham falhas cadastrais e, por isso, deviam ser fechadas. Ocorre que, segundo os técnicos da CGU e os analistas do Banco Central, as normas citadas não se aplicam no caso de encerramento de poupanças, muito menos prevê a apropriação dos valores pelo banco. A Resolução 2025 de 1993 trata na verdade, segundo os auditores, do encerramento de contas abertas ?com documentação fraudulenta?, quando há indícios de crime contra a administração pública. E para promover o encerramento é necessária autorização judicial. Ou seja, para que a Caixa pudesse fechar as 525.527 poupanças precisaria comunicar cada um dos casos à Polícia Federal e só depois de confirmados os indícios de fraude é que as contas poderiam ser encerradas. Da mesma forma, de acordo com os auditores, a Circular 3006 de 2000 prevê autorização do cliente para encerramento da conta. Na operação de 2012, a Caixa não procurou os titulares das poupanças previamente, não identificou os indícios de fraude e nem sequer consultou o Banco Central, segundo os relatórios obtidos por ISTOÉ. Na semana passada, a direção da CEF encaminhou nota à revista reafirmando ter consultado os correntistas (leia a versão da CEF na pág. 49). Ainda segundo o relatório da CGU, os auditores tiveram acesso a um parecer anexado ao voto no conselho diretor pelo setor jurídico da Caixa. Nesse parecer era recomendado que antes de finalizar a operação fosse feita uma consulta ao BC. Além disso, no mesmo documento o setor jurídico da Caixa alertava para os riscos de dano à imagem do banco, além de enquadramento civil por ?enriquecimento sem causa? (art.884 a 886 do Código Civil) e criminal, por apropriação indébita (art. 168 do Código Penal). Em parecer enviado à CGU, o Banco Central aponta a completa ausência de respaldo legal para o encerramento das contas, especialmente as de poupança. ?A regulamentação não prevê a possibilidade de encerramento de contas que não tenham sido movimentadas. Não é possível se apropriar de um patrimônio que não é de sua propriedade?, afirma o documento. O BC ressalta ainda que a Caixa, antes da baixa das contas classificadas como inativas, procedeu à reclassificação de seus saldos para uma conta de natureza diversa da de poupança. O voto do conselho diretor que aprovou o encerramento das contas consideradas inativas também autorizou a transferência de seus saldos para a rubrica ?Credores Diversos?, em uma subconta denominada ?Contas Encerradas ? RE. BACEN 2025/93?. ?A mudança na conta de registro desrespeita a essência econômica (depósito) da operação e, ainda, compromete a sua devida evidenciação?, acrescenta o parecer do Banco Central. Segundo os técnicos do BC, ?o procedimento visa a afastar a transparência?. Um dos anexos do relatório da CGU é o chamado ?Certificado de Auditoria Anual de Contas?, assinado pelo coordenador-geral da área fazendária, Antonio Carlos Bezerra Leonel. Ele identifica como responsáveis diretos pela operação os vice-presidentes da Caixa Raphael Rezende Neto, da área de controle e risco, e Fabio Lenza, que cuida das contas de pessoa física. ?Um dos vice-presidentes foi responsável pela execução do procedimento sem adequada transparência nas demonstrações contábeis e consulta ao Banco Central, o outro era responsável pela área finalística de onde mais de 99,70% dos recursos eram oriundos. Cabe ressaltar que o procedimento foi aprovado pelo conselho diretor da Caixa em 2010, mas não havia nenhuma explicação de que os recursos obtidos pelo procedimento seriam retirados do passivo para o resultado do banco?, escreve Leonel, que recomenda a aprovação com ressalva das contas dos dois dirigentes. O voto é reiterado pela diretora de auditoria econômica da CGU, Renilda de Almeida Moura, que o encaminha ao ministro-chefe da Controladoria-Geral, Jorge Hage, e ao Tribunal de Contas da União. O Banco Central já enviou para a CGU a conclusão final da inspeção feita nas contas da Caixa. Também emitiu ofício à CEF determinando a cessação imediata da prática adotada e a correção dos lançamentos contábeis na prestação de contas de 2013. Isso significa que o lucro inflado irregularmente em 2012 pela apropriação irregular das poupanças deverá ser descontado do lucro que será divulgado pela Caixa até março. A CEF também foi obrigada a emitir uma nota explicativa do caso e a ressarcir os correntistas que tenham sido prejudicados. Até novembro do ano passado, mais de 6,4 mil clientes já procuraram a Caixa preocupados com o desaparecimento de seus depósitos, num total de R$ 20,6 milhões. O banco diz que está restituindo cada centavo corrigido.
  22. Tropas dos EUA matam menino de quatro anos no Afeganistão fonte: http://noticias.br.m...feganist%C3%A3o As tropas estado-unidenses estacionadas no Afeganistão mataram por engano um menino de quatro anos em Helmand, no sul do país, em um ato condenado pelo presidente afegão, Hamid Karzai. "Condenamos o assassinato desta criança da maneira mais firme", declarou à AFP o porta-voz da presidência Aimal Faizi. "Pedimos a suspensão total das operações militares nas zonas residenciais, mas este pedido não foi levado a sério pelas forças estrangeiras e isto resultou na morte de civis, entre os quais mulheres e crianças", disse o porta-voz. As forças da OTAN no Afeganistão, lideradas pelas tropas estado-unidenses, publicaram um comunicado manifestando seus pêsames à família do menino e prometeram investigar as causas do acidente. ______________ Obs: Onde está escrito "estado-unidenses" estava escrito "americanas", a substituição foi feita para fins de adequação, visto que todos os nascidos ou radicados, em qualquer das americas, é um americano! Imaginem uma tropa estrangeira dentro do seu país assassinando covardemente seus filhos, esposas, mães, pais, etc, por território, por dominação, por dinherio. Como vocês se sentiriam? Por acaso os convidariam para um chá das 5? Mais uma vez o 3º Reich dando provas de quem são verdadeiramente os grandes terroristas.
  23. The NSA's Trying to Build a Quantum Computer That Cracks All Encryption fonte: Gizmodo You will not be surprised to learn that the NSA is spending nearly $80 million trying to build "a cryptologically useful quantum computer." The Washington Post just published details of the program, codenamed "Penetrating Hard Targets," based on documents supplied by Edward Snowden. Yes, it's terrifying. But it's hardly surprising. A quantum computer is one of the holy grail of technological innovation right now, and scientists have been struggling to build one. Whereas regular computers work with digital systems to process information, quantum computers use quantum bits, or qubits, as opposed to bits (ones and zeroes). Qubits can represent a one, a zero or anything in between, w­h­i­c­h gives the computer exponentially more power. That's obviously great when it comes to solving very difficult problems like cracking sophisticated encryption. The problem is even the world's best scientists haven't figured out how to do this. It makes you wonder how or why the NSA thought that they could build their own quantum computer in secret, without the help of the packs of geniuses already trying to build one. Nevertheless, The Washington Post reports that some of the world's best physicists feel like the NSA has the best chance of succeeding. Because hey, if these guys can plant sypware on 50,000 networks around the world, steal the telephone data of countless people, tap into the databases of the biggest internet companies and even prevent encryption from improving, why shouldn't they be able to build this crazy futuristic computer? ---------------------------------------------------------------- Pra quem não sabe inglês, um resumo: A NSA está investindo 80 milhões de dólares em pesquisas para desenvolver um computador quântico funcional, a fim de quebrar absolutamente qualquer criptografia conhecida que opere no sistema de computação binária (100% da computação). De toda essa cagada de fofoca do Snowden sobre espionagem, essa foi a primeira que realmente me deixou com medo. E se eles conseguirem? Simplesmente Game Over. O mundo não vai acabar, não é o fim da internet, mas...é o fim da privacidade. O pouco que achamos que temos. Isso me lembra um pouco do mundo de Mirror's Edge. O Big Brother fica se tornando cada vez mais monstruoso, e as pessoas encaram esse tipo de notícia como curiosidade (talvez devido à ignorância da área), e não como um alarme. Uma pena.
  24. Uruguai legaliza o cultivo e a venda da maconha fonte: http://noticias.br.msn.com/brasil/uruguai-aprova-legaliza%C3%A7%C3%A3o-do-cultivo-e-venda-da-maconha O Uruguai tornou-se nesta terça-feira (10/12/2013) o primeiro país do mundo a legalizar a produção, a distribuição e venda de maconha sob controle do Estado. O projeto foi aprovado após 11 horas de discussão no Senado, após ter passado pela Câmara. A sanção do presidente José Pepe Mujica é tida como certa. Segundo o governo, o objetivo da lei é tirar poder do narcotráfico e reduzir a dependência dos uruguaios de drogas mais pesadas. A lei foi atacada pela oposição. O líder colorado Pedro Bordaberry disse que 'não se pode fazer experimento com isso, são coisas muito sérias'. Já o senador governista Ernesto Agazzi defendeu o projeto e foi irônico ao falar da estratégia de combate às drogas em vigor no mundo. 'Não sei se a guerra às drogas fracassou. Para alguns ela tem funcionado muito bem, alguns têm ganhado muito dinheiro', disse. Entretanto, como vai funcionar essa nova lei? Abaixo a BBC responde a várias perguntas para ajudar o leitor a entender como vai funcionar a liberação da maconha no Uruguai. Quem vai supervisionar a 'indústria' da maconha? Pela lei, o Estado assume o controle e a regulação das atividades de importação, produção, aquisição, a qualquer título, armazenamento, comercialização e distribuição de maconha ou de seus derivados. Uma agência estatal, o Instituto de Regulação e Controle de Cannabis (IRCCA), ligado ao Ministério da Saúde Pública, será responsável, por sua vez, por emitir licenças e controlar a produção, distribuição e compra e venda da droga. Em suma, todas as fases do processo terão, de alguma forma ou de outra, a presença do Estado . Quem pode comprar e plantar maconha? Todos os uruguaios ou residentes no país, maiores de 18 anos, que tenham se registrado como consumidores para o uso recreativo ou medicinal da maconha poderão comprar a erva em farmácias autorizadas. Além disso, os usuários poderão ter acesso à droga de outras duas maneiras: Autocultivo pessoal (até seis pés de maconha e até 480 gramas por colheita por ano) . Clubes de culturas (com um mínimo de 15 membros e um máximo de 45 e um número proporcional de pés de maconha com um máximo de 99). A lei limita a quantidade máxima que um usuário pode portar: 40 gramas. A legislação também determina o máximo que uma pessoa pode gastar por mês com o consumo do produto. Ainda não está claro, no entanto, qual será o preço da maconha legal. Embora o governo pretenda competir com o narcotráfico estabelecendo preços de mercado - por exemplo, US$ 1 (R$ 2,30) por grama -, organizações de consumidores asseguram que essa meta será difícil de ser cumprida. A erva também poderá ser cultivada para o uso científico e medicinal, que poderá ser obtida por meio de receita médica. A lei também legaliza a produção da maconha no princípio ativo conhecido como cânhamo industrial (presente em alguns hidratantes, por exemplo). Produtores também poderão cultivar a erva, desde que autorizados pelo Estado. Como as licenças são concedidas? De acordo com dados do Conselho Nacional de Drogas do Uruguai, 20% dos uruguaios com idade entre 15 e 65 anos usaram maconha em algum momento de sua vida e 8,3 % o fizeram no último ano. O plantio de 10 a 20 hectares (em torno de 15 vezes a dimensão de um campo de futebol) de cannabis em estufa seria suficiente para atender a demanda nacional, de acordo com estimativas oficiais preliminares. De acordo com uma pesquisa realizada por uma consultoria privada, 63% dos uruguaios são contra a lei de regulação da maconha, uma proporção semelhante à registrada há um ano, quando o presidente do Uruguai, José Mujica, apresentou a proposta . O projeto de lei não especifica quais serão os critérios para outorgar licenças, qual será o custo da erva ou quem estará autorizado a cultivar o produto. Por outro lado, a regulação estabelece a criação dos registros correspondentes para a produção, o autocultivo e o acesso à maconha por meio de farmácias. Esses registros serão guardados pela lei de proteção de dados sensíveis ou lei do habeas datas e serão administrados pelo Instituto de Regulação e Controle de Cannabis. De acordo com estimativas do governo, o volume previsto de produção da maconha é de 26 toneladas anuais, o equivalente ao total consumido no mercado negro. Segundo afirmou à BBC o diretor do Conselho Nacional de Drogas do Uruguai, Julio Calzada, o governo prevê outorgar inicialmente poucas licenças a produtores de maconha (em torno de 20) de forma a garantir a segurança e os níveis de colheita necessária para atender a demanda. As primeiras licenças devem começar a ser concedidas em meados do próximo ano. Qualquer plantação não autorizada deve ser destruída com a intervenção de um juiz e o IRCCA será responsável pela implementação das sanções caso haja violações das normas de licenciamento. Como a legalização afetará outros países? A maconha será produzida em solo uruguaio, mas as sementes poderão ser provenientes de outros países. Além disso, o Uruguai poderá se voltar para o mercado global para vender suas sementes e poderá exportar os seus produtos para outros países onde o uso medicinal ou recreativo da droga é permitido. Segundo Calzada, 'há um movimento interessante de produtores, agricultores, tanto a nível nacional como internacional, que excede em muito as licenças que o Estado irá proporcionar.' 'Há empresas interessadas e também alguns casos governos, que estão interessados em licenças para o uso medicinal', diz ele. Alguns países, entretanto, como o México e o Brasil, demonstraram preocupação com a aprovação da lei. 'Em nenhum momento tentamos convencer nenhum país do que estamos fazendo aqui', diz Calzada, 'mas queremos dar a garantia a outros países de que a maconha produzida legalmente aqui não vai acabar no mercado negro. Este é o nosso compromisso'. O consumo deve aumentar? Segundo o governo, a medida não ampliará o mercado de maconha: a lei simplesmente regulariza o uso para não incentivar o consumo. No entanto, os opositores da lei temem quem, com a legalização, mais jovens queiram consumir a droga. O governo já anunciou que vai desenvolver planos para prevenir o consumo e proibiu a publicidade e venda do produto para menores de 18 anos. A lei também determina a criação de uma Unidade de Monitoramento e Avaliação da aplicação e cumprimento da nova legislação. Segundo o governo, as receitas obtidas com a legalização da maconha serão destinadas ao financiamento de programas de prevenção, reabilitação e outros fins sociais . A indústria de cannabis pode crescer? Enquanto o governo diz que a prioridade é roubar o negócio do tráfico de drogas e promover a prevenção, algumas pessoas disseram que a lei poderia até trazer benefícios econômicos para o país. De acordo com o grupo que reúne as organizações a favor do projeto, o Regulación Responsable, 'oportunidades de negócios para os produtores nacionais, farmácias e outros atores envolvidos na cadeia de produção são abertas.' 'Nos últimos anos, o mundo iniciou um processo de pesquisa e geração de conhecimento sobre a maconha , especialmente na área médica e farmacêutica', disse à BBC Martin Collazos, do Regulación Responsable. 'Há cannabis com fins psicoativos, mas também industriais: produção de tecido a base de cânhamo, papel, biocombustíveis e infinitas possibilidades de incorporar a produção de mais-valia da cannabis', diz ele . Atualmente, estima-se que o mercado de maconha ilegal no Uruguai movimente cerca de US$ 30 milhões (R$ 70 milhões) por ano. _____________ Bóra para o Uruguai bugrada!
  25. Morre Nelson Mandela aos 95 anos fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2013/12/05/morre-o-nobel-da-paz-nelson-mandela.htm O líder sul-africano Nelson Mandela, 95, morreu nesta quinta (5) em sua residência, em Johannesburgo, para onde havia sido levado no dia 1º de setembro após passar quase três meses internado para tratamento de uma infecção pulmonar. O ex-presidente vivia em Johannesburgo com a mulher Graça Machel, viúva de Samora Machel (1933-1986), ex-presidente moçambicano. Mandela foi o maior símbolo de combate ao regime de segregação racial conhecido como apartheid, que foi oficializado em 1948 na África do Sul e negava aos negros (maioria da população), mestiços e asiáticos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. A luta contra a discriminação no país o levou a ficar 27 anos preso, acusado de traição, sabotagem e conspiração contra o governo em 1963. Condenado à prisão perpétua, Mandela foi libertado em 11 de fevereiro de 1990, aos 72 anos. Durante sua saída, o líder foi ovacionado por uma multidão que o aguardava do lado de fora do presídio. Em 1993, Nelson Mandela recebeu o prêmio Nobel da Paz por sua luta contra o regime do apartheid. Na ocasião, ele dividiu o prêmio com Frederik de Klerk, ex-presidente da África do Sul que iniciou o término do regime segregacionista e o libertou da prisão. Um ano depois, em 1994, Mandela foi eleito presidente da África do Sul, após a convocação das primeiras eleições democráticas multirraciais no país. Sua vitória pôs fim a três séculos e meio de dominação da minoria branca na nação africana. Ao tomar posse, o líder negro adotou um tom de reconciliação e superação das diferenças. Um exemplo disso foi a realização da Copa Mundial de Rúgbi, em 1995, no país. O esporte era uma herança do período colonial e, por isso, boicotado pelos negros, por representar o governo dos brancos. Nos dois anos seguintes, a Constituição definitiva e o processo de transição foram concluídos. Entre os anos de 1996 e 1998, o arcebispo Desmond Tutu liderou a Comissão de Verdade e Reconciliação para apurar crimes cometidos durante o apartheid, e foram abertos processos judiciais para pagamentos de indenizações às vítimas do regime. Mandela deixou a presidência em 1999 e passou a se dedicar a campanhas para diminuir os casos de Aids na África do Sul, emprestando seu prestígio para arrecadar fundos para o combate à doença. Em 2004, aos 85 anos, ele anunciou que se retiraria da vida pública para passar mais tempo com a família e os amigos. Já aos 92 anos, o líder sul-africano dificilmente participava de qualquer tipo de evento, devido à saúde frágil. Durante a Copa do Mundo de 2010, realizada na África do Sul, Mandela compareceu apenas ao encerramento da Copa, devido à morte de sua bisneta Zenani Mandela, em um acidente de carro logo depois da festa de abertura. ---------------------- Comentario: R.I.P.