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Cidran

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217 Excelente

Sobre Cidran

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    Armaria, nãm!
  • Data de Nascimento 17-04-1985

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    Fortaleza
  • Interesses
    Dominar o mundo, construir um harém, ser imortal, banir o PH do chat(concluído).

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    http://www.twitch.tv/cidranbr

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  1. ZG Não ignorem por favor !

    Voltei pra ver isso?
  2. REVIEW Querido Diário: Bloodborne

    Querido diário, Quando entrou o ano de 2015, ainda não haviam muitos jogos que se podiam dizer “da 8ª geração” nas prateleiras. Mas as promessas eram muitas e a vontade de jogar, maior ainda. Dois jogos em específico competiam por minha atenção em meados de fevereiro: The Order: 1886 e Bloodborne. Confesso que o que me levou a optar por bloodborne foi o hype do momento. Todo mundo clamava por esse jogo. “É o jogo do ano”, dizia um. “From Software é foda”, exclamava outro. Eu no entanto era um novato na chamada “série souls”. Minha única experiência tivera sido com Demon’s Souls, ainda no PS3 e confesso que a dificuldade me fez desistir no primeiro inimigo mais sério. Então, por fim, comprei Bloodborne na versão digital. Como todo lançamento nos tempos de hoje, ele também não foi de todo barato. Deixei instalando e finalmente, quando tudo estava pronto, pûs-me a jogar. Logo a princípio nenhuma novidade, pois eu já tinha visto os primeiros 30 minutos de gameplay no youtube. O gráfico entretanto é sempre melhor quando visto ao vivo. E aquilo, meu caro diário, aquilo era um gráfico de nova geração. Os detalhes, as texturas. O clima sombrio e a temática vitoriana já haviam me conquistado, mas a promessa de grande dificuldade me deixava nervoso. Eu não sou um jogador tão extremista. E a tal dificuldade se mostrou um fato. Para um jogador novato como eu, custaram 7 horas e meia até chegar ao primeiro boss do jogo. Uma tal Fera Clerical, que depois descobri ser opcional. Quando o combate começou, minha pele se arrepiara mais com a deslumbrante trilha sonora orquestral do que com a pavorosa aparência da criatura. Obviamente meu primeiro combate com a fera só serviu pra me monstrar o quanto aquelas 7 horas ainda não tinha significado nada. Foi só mais uma dentre as já dezenas de mortes até aquele momento. Mas uma coisa nesse jogo é incrível. Cada vez que você morre, seja pra um boss, seja pra um carrocho fedorento, você aprende um pouco mais. A jogabilidade é precisa, os controles bem setados. E com o objetivo de conseguir zerar o jogo em mente(eu não podia simplesmente desistir, o jogo foi caro), eu prossegui. E finalmente derrotei a maldita Fera. Daí pra frente foi uma evolução escalar ascendente, tanto minha como jogador, como do meu personagem que tinha seus atributos aumentados através da evolução por ecos de sangue. Ninguém me segurava mais. Claro, eu morri outras incontáveis vezes, mas agora o jogo se mostrava claro pra mim. Eu entendia o seu funcionamento. Eu entendia como jogadores veterenos da série Souls conseguiam ser tão melhores que eu e chegar na Fera Clerical nos primeiros 30, não, 15 minutos de jogo. Bom, a aventura foi longa, algo em torno de 45 horas, e já no final descobrir que haviam não só um, mas três finais diferentes. E num momento de loucura optei por fazer o mais difícil deles. Aquilo foi uma insanidade. Depois que zerei, prometi que nunca mais voltaria a jogar um jogo desse tipo. Mero devaneio, precioso diário, eu me apaixonei pela obra e já morro de anseios pela nova DLC e pelo novo game da From Software: Dark Souls 3. PS: No momento estou jogando o New Game+. Minha aventura ainda não acabou. --- E ai Nerdaiada. Mais um episódio do Querido Diário. Semana que vem sai uma nova análise. Curtam aew. Via Diário Gamer
  3. REVIEW Querido Diário: Forza 6

    Quantos circuitos ele tem? Nem sei São pistas reais ou criadas para o jogo? São autódromos oficiais, com exceção do circuito do Rio. Esse é fictício Quais os veículos "conhecidos" presentes no jogo? Cara, vi tudo lá. Lamborghinis, Ferraris, mclarens... E quanto à customização, é cheio de opções como GT? - Não sei mensurar em ralação a GT. Mas é cheio de opções sim. Vlw Fear
  4. REVIEW Querido Diário: Forza 6

    Querido diário, Eu joguei Forza 6. Como já deve saber, os simuladores são a minha vertente favorita de jogos de corrida. Um gosto que tomei lá nos anos 90 quando meu irmão me apresentou pela primeira vez o Gran Turismo, jogo que na época revolucionou a categoria de jogos de carros. Hoje Forza está na moda. A cada ano um novo game da franquia é lançado, oscilando entre os títulos Horizons e Motorsport. E sempre tendo notas altíssimas em sites especializados. E o jogo da vez é o Forza Motorsport 6. Para jogá-lo, precisei sair de casa. Coloquei as luvas, o capacete e o macacão. Fui até a casa de um velho amigo, possuidor da nova geração de consoles da Microsoft. Era dia de videogame e pizza caseira. Já no jogo, de cara tive que lidar com um load um pouco longo. Um load antes do menu principal do jogo. Aliás, o jogo tem loads longos por todos os lados. O menu é organizado em abas e as abas em tiles(Aqueles retângulos com imagens), uma tendência de design que está pegando atualmente, e que foi ditada pela própria Microsoft. É um menu cheio de telas e submenus e coisas a fazer. Muita coisa. Muito organizado. Muito bonito. Dentro do jogo, a experiência de jogabilidade é ótima. Não foi surpreendente, visto que vários games de simulação hoje em dia possuem uma jogabilidade e físicas igualmente boas afinal. Mas uma coisa me surpreendeu de cara: A inteligência artificial do jogo parece ter vida própria, quase ao ponto de não ser artificial. Não são apenas robôs scriptados a fazer aquilo para o qual foram programados. O segredo está no conceito dos Drivatars, visivelmente melhorados em relação ao Forza 5. Até mesmo o velho recurso de rewind da série, que eu particularmente sempre torci o nariz, se tornou incrível quando eu ví que os Drivatars também de aproveitam dele pra melhorar sua performance, tornando o recurso uma lâmina de dois gumes. E o Forza Vista, querido diário?! Aquele modo do jogo onde você pode analisar mais de perto o modelo dos 450 carros disponíveis. É como estar olhando para um carro de verdade. Nesse ambiente a imersão é excelente. Um prato cheio para amantes de carros. Infelizmente, por algum motivo, eu não senti a mesma qualidade gráfica quando o carro vai à pista. As cores me pareceram vibrantes demais, o serrilhado surge muito vistoso. Pensando bem, acho que uma configuração no brilho, contraste e na nitidez da TV resolvessem esse “problema”, pois o gráfico de jogo me parecem perfeitos quando visto em uma tela menor, como a de um computador ou tablet. Sabe uma coisa que realemente me incomodou? As músicas durante as corridas. Lembra das músicas do Piratas do Caribe, ou do filme A Múmia? bem, essas músicas são ótimas em filmes de ação, mas num circuito automobilístico o cérebro entra em pane. Felizmente tem as boas músicas do menu para contrabalancear. Felizmente também, é possível remover a música nas corridas, dessa maneira você consegue ouvir perfeitamente o que há de melhor em se jogar Forza, ou qualquer jogo de simulação(Exceto Gran Turismo nesse caso): O Som do motor, seja dentro ou fora do carro. O Som dos efeitos sonoros também são imersivos. Destaque aqui para o barulho da poça d’água em pistas com chuva. E por falar em chuva, meu caro diário, esse é um recurso quase que obrigatório nos dias atuais. E em Forza 6 não é diferente. O efeito em si não é dos mais charmosos, aliás, nesse aspecto, o Drive Club tem ditado as regras, ou como chamam por aí, “Drive Chuva“. Mas mesmo não respondendo a altura em questão gráfica, Forza 6 fez bonito ao implementar a nova mecânica das poças d’água. Um desafio adicional para o jogador e uma beleza natural adicionada ao asfalto. É uma pena que o clima não seja dinâmico e esteja limitado a certos circuitos. Valeu meu dia. Forza 6 é um excelente jogo, com pontos fortíssimos e poucos problemas de baixo impacto. Realmente merecedor das notas que têm recebido. --- E ai Nerdaiada. Como alguns já devem saber eu estou administrando o blog Diário Gamer, e tô criando essa série de análises intituladas Querido Diário. Não é uma análise técnica, mas uma crônica pessoal que tem o objetivo de entreter tendo os games como tema central. A cada novo episódio que eu soltar lá, postarei aqui também pra vocês. Espero que você curtam. :confiante:
  5. REVIEW [Análise] DriveClub [+SS in-game e Galeria!]

    Boa análise Fear, adoro esse jogo. Apesar de concordar sobre a dificuldade, devo ressaltar alguns pontos que vc tocou. Realmente o jogo não tem a linha guia, entretanto, as bandeiras com o simbolo do Drive Club que ficam geralmente nas curvas(Veja a segunda foto que vc postou) tem exatamente a função de orientar as frenagens. As bandeiras verdes indicam curva aberta, sendo necessário no máximo que vc solte rapidamente o acelerador. As bandeiras amarelas indicam curva levemente fechada, sendo necessário uma leve freada, e um pouco de drift. E por ultimo as bandeiras vermelhas Indicam curva fechada. Nesse caso o ideal é pisar fundo no freio. E onde eu começo a frear em ambos os casos? A linha da primeira bandeira é o ideal. O jogo também não tem Rewind, é verdade, em contra partida, se vc ficar pra trás, os outros carros vão reduzir a velocidade pra vc poder alcançar. Eu acho isso uma bosta. Apesar disso que falei, o jogo continua dificil, pq chegar em boa colocação não é o objetivo central das corridas, é apenas um dos objetivos. Cada pista oferece três estrelas pra conquistar, em geral uma delas é por colocação. Mas as outras são ou por desafios de pista ou por tempo de volta. Então se vc bate na parede por exemplo, provavelmente já não consegue mais essa estrela, tendo realmente que reiniciar.
  6. NOTÍCIA The Witcher 3 vai ganhar modo New Game Plus

    Quer dizer que eu vou jogar the Witcher 3 pela terceira vez? :magico: :magico: :magico: :magico: :magico:
  7. Mais respeito ao grande mestre ninja das pistas, por favor. :20111224144642o: Meu PS3 agora está dando alegria e esperança à crianças carentes de um orfanato. Comprem um PS4, Project CARS, e me avisem. Estou pronto pra fazer essa fênix ressurgir. :3639775017:
  8. ZG Parabens Mirolho e RaulWii.......o/

    Parabéns, anciões.
  9. Eu já zerei na época que saiu. Quer dizer... Eu e alguns amigos, com as luzes acesas, janelas abertas e o som bem baixinho. 4k, vai?
  10. ZG Parabens Cidran ........o/

    opaaaaaaa, seguindo meus instintos adquiridos através de uma dádiva dos ninjas, eu vim no NL e encontro essa belíssima homenagem? Só tenho duas coisas a dizer: The Witcher 3 e Project CARS... Eu mando meu endereço por MP :curioso: :curioso: Obrigado ai galera. O NL sempre parece mais acolhedor que o resto do mundo. PS: Furriel, vlw o lembrete. :assassin:
  11. Assim. Nesse caso particular, eu vou perdoar(como se precisassem do meu perdão). mas eu acredito que o grande problema dos remasters não são os remasters. O grande problema é que o estúdio deixa de oferecer algo realmente novo pra entregar um game velho. No caso da From Software, ela acabou de entregar uma nova IP de nova geração e grande qualidade. Então deixa ela se divertir entregando jogos adicionais que só vão somar. Foda é quando uma Santa Mônica não tá fazendo nada e me vem com um God of War 3. Quando uma Ninja Theory ao invés de entregar um Next Gen, me vem com um remaster de DMC. So say we all... [edit] Comecei a procurar essa noticia em vários sites. Não achei em nenhum. Ai fui ver a fonte do Kamori.... 1º de Abril..