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FearWRX

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Sobre FearWRX

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    fearwrx
  1. ZG

    Adicionei o pessoal que me mandou mensagem, pode mandar pra mim ou pro Mirolho que a gente adiciona
  2. ZG

    Curto e grosso, quem quiser, deixe o número aí embaixo que assim que eu for vendo as postagens, vou adicionando. O grupo tem faz um tempo, com poucos, mas logo lembramos que não postamos nada aqui do tipo, que eu me lembre. É mais pra falar de nerdisse ou qualquer outro tipo de coisa que venha na hora. Bejundas.
  3. Quero muito a retrocompatibilidade com o PS3, no Brasil pelo menos essa retrocompatibilidade com os de PS2 não vai ajudar muito HUASHDIUHFUIEAHIDS. Espero que a com o 3 nos peguem de surpresa também (se um dia vai ter mesmo...)
  4. REVIEW

    Sim, como até meio que comentei na análise, pode-se dizer que, enquanto o Dead Island 2 não vêm, esse supre bem a falta de um jogo de zumbi pra atual geração, porém, a única coisa que eu realmente acho que precisaria nesse jogo, que Dead Island tinha, é a possibilidade de dirigir algum veículo pois o mapa é relativamente grande pra ter que ficar andando pra lá e pra cá ainda mais de noite quando a coisa realmente fica séria. E, repetindo, a trilha sonora desse jogo está ESPETACULAR.
  5. REVIEW

    Como assim psico, tá achando que eu não estou falando coisa com coisa ainda mais se tratando de jogo de carro? :kkk: Não só a jogabilidade no geral, mas tudo ficou extremamente aquém do que todos esperavam, dado que a EA teve 2 anos pra trabalhar em cima desse jogo. Não precisava ser peça licenciada, como C-West, Weds, Rocket Bunny... fizessem como fizeram no Underground, criassem as peças, colocassem a mesma coisa que tinha no Underground, com as mesmas possibilidades de mexer em porta-malas com som, telas de DVD, mudar abertura de portas e afins... o que todo mundo queria, a grosso modo, era um Underground 2 remasterizado, não era coisa difícil de se fazer dado o caixa que a EA tem. Mas como você explicou no fim, pra mim, a EA também morreu. Need For Speed teve seus dias de glória e participei de todos eles, mas nas mãos da EA não dá mais.
  6. Need For Speed 2015 Ótimos conceitos, péssimas aplicações Considerações Iniciais [/sucesso] Dois anos se passaram sem um novo Need For Speed, logo, então, todos começaram a pensar no que a EA estava pensando e, ao longo desses anos, ela lançou teasers e mais teasers pra atiçar a curiosidade do público. Eles incluiam fotos de carros fuçados ao melhor estilo do saudoso Underground, com carros com rodas grandes, difusores, para-choques diferentes... todos apostavam em um Underground 3. Pode-se dizer que, a grosso modo, ele está aqui, porém, muito aquém das espectativas de, literalmente, todos os jogadores que compraram e jogaram o jogo até agora. Por que? Leia abaixo. Jogabilidade e Enredo Ambos sofríveis. Basicamente, o enredo é o mesmo de sempre, você conhece um pessoal e eles te ajudam a se incluir no mundo das corridas ilegais pra construir uma fama, porém, o legal aqui é que temos nomes reais de pilotos reais que representam, como se fossem os chefões que você encontra ao longo do jogo conforme ganha notoriedade, nomes como Ken Block, Magnus Walker e Akira Nakai estão inclusos aí, com seus respectivos carros. Há também os outros personagens, que são atores (nada de CG, é filmagem real mesmo) e vão te ajudar (e ligar toda hora pra (porra) do seu celular pra te encher seu saco ajudar a localizar eventos e tudo mais. Uma ideia legal, porém inútil, o jogo poderia muito bem seguir em frente sem isso. Já a jogabilidade, idem, tão sofrível quanto a história por um simples motivo: Não há um padrão/linearidade nela, você não consegue achar uma forma de jogar, parece que o jogo altera a dinâmica do carro e da pista a todo momento. Como assim? Basicamente, seu carro esterça sozinho (e os carros de tração dianteira fazem drift como um carro de tração traseira...) sem você ter nem tocado no direcional, você já está segurando o direcional todo pra direita porém o carro ainda está esterçado pra esquerda (talvez o piloto no jogo não tenha reações rápidas), quando se usa o freio de mão, o carro demora a voltar a roda pra posição original e assim por diante. O que isso tudo quer dizer? Quer dizer que você toda hora irá bater sem motivo. Pior ainda se você estiver usando um carro de tração traseira, mas não importa a potência, porque se ele tiver 300cv ou 1200cv, o manejo será o mesmo, então não se importe com isso. Nota: 3 Gráficos O jogo, por ser somente de noite, fica difícil julgar se ele está bonito ou não já que o máximo que você verá será um amanhecer nublado de umas 5~6 da manhã e, minutos depois, verá direto anoitecer para umas 20~21 hr, porém, mesmo assim, o jogo não apresenta serrilhados, nem pop-in e você consegue até ver a água escorrendo pelo carro e pingando no chão, está bem acabado pelo pouco que é possível ver pela escuridão total da noite. Os efeitos de cenário também estão muito bonitos mas nada de encher os olhos. Um clima dinâmico de dia e noite e clima cairia muito bem, mesmo que breve, para poder explorar melhor essa parte desse jogo. Nota: 6 Diversão Por ser um jogo focado na jogatina online, no "modo offline" (que não existe, já que, sem conexão com a internet, o jogo não sai da tela de Press Start), você se focará basicamente nas corridas de Sprint, Drift e Circuit e, no online, no mesmo tipo de corrida com jogadores aleatórios ou amigos. Nada de excepcional ou inovador nesse quesito, nesse jogo. Por sinal, tirando a parte de mexer nos carros, que será comentado logo abaixo, a diversão fica por conta disso, nas possibilidades (infinitamente inferiores aos Underground) de se fazer seus carros, mudar a cor e afins. Tirando isso, o jogo não apresenta nada de diferente com relação aos anteriores. Nota: 5 Som e Conteúdo Primeiramente, comentarei brevemente sobre o sistema de som do jogo e, então, do conteúdo do mesmo. Basicamente, nada de especial. Os roncos não estão especialmente altos e são facilmente encobertos pela música, som ambiente ou derrapagens, não foi dada a devida atenção a esse aspecto que, hoje em dia, é algo essencial em todo jogo de corrida, afinal, eles são os protagonistas disso, portanto, não espere sons nítidos e viscerais como em DriveClub por exemplo e sim algo como um "som de fundo" de roncos de motor. A trilha sonora, por sinal, está bem interessante, tem música eletrônica, alguns rap e até alguns pouuquíssimos Rock/Metal, mas também são tão baixos que você até esquece que a trilha sonora existe... Em resumo, neste aspecto, NFS '15 também ficou muito aquém do que se espera para um jogo da atual geração de consoles. Já em matéria de conteúdo, que é o principal, vamos por partes. 1) Carros: A seleção de carros não é grande, mas é honesta, tem Honda NSX, Civic Type-R, Toyota Supra, Nissan Skyline R34, Subaru Impreza e até supercarros como Mclaren 570S, Ferrari F40 e Lamborghini Huracán. Uma seleção interessante, mas poderia ter alguns pouco mais, como nos Underground, já que as comparações são inevitáveis. 2) Mapa: O jogo se passa na fictícia Ventura Bay que é bem diversificada, tendo sua parte de cidade, porto e montanhas japonesas (tipo as Touges), porém, o mapa é bem pequeno, em matéria de comparação, ele é praticamente do mesmo tamanho que a cidade do Underground 2, se não ligeiramente maior que este. Abaixo, uma imagem dele. À primeira vista ele parece grande, mas jogando, você percebe que ele não é lá tão grande assim: 3) Customização: Este acredito ser o aspecto que muitos estão curiosos. Basicamente, a maioria dos carros tem "peças padrão", ou seja, os supercarros e, incrivelmente, até alguns japoneses se limitam a, literalmente, 5 tipos de difusores (peças que ficam abaixo do para-choque traseiro), 5 tipos de splitters (peças que ficam abaixo do para-choque dianteiro), 4 tipos de aerofólio e mais 8 tipos de escapamento. Tirando isso, alguns carros tem 2 ou 3 para-choques, saias laterais e capôs diferentes para selecionar e, incrivelmente, alguns não tem nem isso! Sem contar que MENOS CARROS AINDA tem farois e lanternas que deem para mexer. Acho que posso encerrar por aqui. Ou seja, ao contrário do Underground que tinha mais de 20 tipos de para-choques, saias, retrovisores, aerofólios, lanternas e tudo mais, sem contar as opções em fibra de carbono, os neon no motor, porta-malas, porta-malas com som, telas de DVD e tudo mais, esse Need For Speed falhou grandiosamente em ser o novo Underground, coisa que, desde o começo, a EA diria que ele seria algo como seu "antecessor". Agora some isso a uma IA extremamente burra e agressiva e você tem uma fórmula para se estressar a todo momento. Sem contar que os rivais disparam na sua frente, abrem, sem você perceber, 3, 5 segundos de vantagem e de repente, começam a te esperar. Da mesma forma que você está bem distante deles e, de repente, eles passam por você a 300, 400 km/h. Nos torneios de drift é a mesma coisa, se você bater na parede ou neles, você perde os pontos (o que não é difícil). Ah. Falei também que, assim como no Rivals, o pause não existe? Ou seja, se você está no meio da corrida "offline" e você tem que atender o telefone, cagar ou algo do tipo, você até apertar start, mas o carro seguirá em frente como num MMO. E quase me esqueci. O jogo não tem opção de câmbio manual, ou seja, você tem que ficar à mercê das trocas lentas, mancas e precisas como um câmbio automático dos anos 60, desse jogo, que te custam preciosos segundos mais rápidos que os rivais. http://content.pulse...edImage.img.jpg Nota: 5 [sucesso=Considerações Finais] Por fim, a conclusão. Vale a pena? Eu sinceramente diria que não. Talvez valha a pena para, quem não tem pressa, comprar daqui 2, 3 anos esse jogo e jogar apenas pra falar que jogou pra não dizer que passou em branco. A EA poderia ter feito um belo de um serviço nesse jogo. Poderia ter dado a ele a opção de clima dinâmico, MUITO mais peças para customizar o carro, mais ainda que o Underground, uma opção de câmbio manual, uma IA mais "inteligente" e, principalmente, uma jogabilidade mais afiada e decente e não esa imprecisa de agora. Mas ela conseguiu o que queria. Atenção e fama momentânea para lançar o jogo e atiçar a curiosidade das pessoas. Porém, a credibilidade das pessoas com a empresa e com a série fica cada vez menor. Eu mesmo, perdi as esperanças, rezo para que a Rockstar lance novamente um Midnight Club e a Juice Games, um Juiced novo, pois este sim foram os últimos melhores jogos de tuning que saíram... Nota Final: 5
  7. REVIEW

    Valeu psico o/ O jogo é uma boa pedida já que atualmente não existem tantos ainda na atual geração, esse me surpreendeu bastante quando joguei e quanto mais eu jogo, mais me surpreende. Agora é esperar pra que o Dead Island 2 realmente saia.
  8. Eu não costumo ver nada disso, eu geralmente, quando está começando a temporada, eu entro em alguns sites pra ler as sinopses e os comentários de quem está escrevendo e só, mas geralmente começo sempre a ver mais um ou outro porque o pessoal do Facebook sempre posta umas imagens ou outra e se me interessa, começo a ver também. Agora ficar lendo resenha por episódio eu acho meio desnecessário, tem gente que escreve tanto que você demora mais pra ler a resenha do episódio que assistir o mesmo, então prefiro ver mesmo.
  9. REVIEW

    Dying Light O Dead Island da nova geração Considerações Iniciais [/sucesso] Confesso que eu não sabia da existência desse jogo ou da existência de um jogo de zumbis para o PlayStation 4, até ir na casa de um tio e ele comentar sobre esse jogo (e Outlast, o qual, mesmo me cagando de medo só pelos gameplay, irei comprar sim) e foi amor à primeira vista e, á primeira vista, notei uma semelhança muito grande com a forma que a câmera se mexe, foca nos personagens, a forma que estes se mexem e pensei "Isso tudo é muito parecido com Dead Island... será da mesma produtora?" Bingo! Fui pesquisar e lá estava a Techland, que entende muito bem do riscado quando o assunto é zumbi sendo que, mesmo com todoss seus defeitos, não há como negar que Dead Island (e seu DLC sucessor, Riptide) foi muito bom, pelos sons, gráficos, poder cortar braços e pernas... E após uma semana jogando (muito) Dying Light, lhes trago esta análise sobre o jogo, um pouco longa, mas lhes garanto que tudo que você precisa saber sobre o jogo está aqui. Jogabilidade e Enredo Basicamente, como todo jogo de zumbi, a história é a mesma, há uma série de sobreviventes e os que já viraram zumbis, porém aqui há um antídoto chamado Antzin que não é exatamente a cura para o vírus e sim um remédio que "isola" os efeitos do vírus e retarda os efeitos de quem já está com sintomas de se transformar em zumbi e você terá que correr, ás vezes, atrás de alguns, matar outros humanos que tem tais antídotos e assim segue a história, mas por mais incrível que pareça, as missões não são repetitivas pelos fatores que vou contar abaixo, a Techland, novamente, surpreendeu em alguns quesitos no jogo, que acaba não o deixando maçante e sim, acreditem, assustador. Sim. Assustador. Se pelo vídeo eu já notei a semelhança do jogo com Dead Island, jogando então, as evidências ficaram ainda mais aparentes. O título (que eu dei) de "O Dead Island da nova geração" não é em vão, o jogo lembra o tal em tudo, na forma de se movimentar, que você pode comprar habilidades, na forma de bater nos zumbis e outras coisas mais. Ou seja, se você está familiarizado com Dead Island, se acostumará fácil com a desse, mas aqui há uma série de novidades, que incluem as habilidades de escorregar pelas passagens pequenas (e escorregar no zumbi para quebrar suas pernas), dar voadora na cara deles, pular por cima deles para se esquivar e mais uma série de habilidades que não existiam em Dead Island e tudo isso pode ser comprado via Skillpoints que são adquiridos conforme você progride matando zumbis, fazendo parkour (melhor explicado abaixo) e outras coisas mais. Há vários tipos de zumbis, com nomes diferentes porém com as mesmas atitudes, há os mais lentos, os mais rápidos (que se transformaram recentemente e conseguem te buscar nos prédios mais altos), os que ao te ver explodem, os brutamontes que são lentos, mas são fortes e assim por diante. A diversidade é razoável, poderia ter alguns diferentes, embora a aparência deles esteja mais grotesca que nunca. Mas as duas maiores diferenças aqui é que a primeira, mas não menos importante, você está sozinho. Completamente sozinho, ao contrário de D.I. que era você e mais 3, agora junte isso ao fato que aqui é muito mais difícil encontrar armas e comida (que regeneram sua vida em alguns poucos pontos) e você tem uma fórmula interessante que realmente requer que você pense bem até na hora de usar suas armas, ao contrário de D.I. que elas existiam a rodo. Isso chega a parecer The Last of Us, onde tudo é bem escasso e você tem que usar com sabedoria e nas horas de EXTREMA urgência. A segunda maior diferença (e que irá salvar sua pele muitas vezes) é que o protagonista faz parkour, sim, igual nos Assassin's Creed, ou seja, você, se souber como, poderá escalar alguns prédios, subir em telhados (mas cuidado com os com de madeira frágil e lona, eles quebram/rasgam se você pular de alturas muito grande. Sim, eu também fiquei surpreso quando isso aconteceu e achei realmente interessante essa atenção à esses detalhes por mais que, como jogador, isso não tenha benefício algum), mas, contudo, se você precisar fugir de último segundo, basta subir em alguma parede ou van e você está a salvo por algum tempo até bolar alguma estratégia para sair de onde você está. E, duas novidades, também, nesse jogo. A primeira é que o clima e há ciclo de dia e noite, ou seja, você verá dias ensolarados, nublados e noites chuvosas ou quentes. Porém, você deve ter visto que o bordão do jogo é "Boa noite, boa sorte", simples, curto e direto assim. Por quê? Porque é de noite onde a coisa se transforma, os zumbis ficam, por alguma razão, ainda mais agressivos e rápidos e há um tipo especial deles, os nightmares que seu apelo não fica só no nome. Eles só aparecem pela noite e são fortíssimos e de uma aparência igualmente grotesca. E acreditem, dependendo de onde você estiver no mapa, a noite é noite MESMO, a ponto de não haver luz alguma e até mesmo com a lanterna ficar ruim de enxergar, agora some isso a uma trilha sonora (que comentarei abaixo melhor) espetacularmente assustadora e você tem a receita para, sim, se cagar de medo. Só um pequeno defeito aqui que não é possível dirigir carros e, por termos um mapa bem grande e diversificado, chega a ser bem cansativo ficar correndo de um lado para outro e fugindo de zumbis... seria bem mais fácil se fosse possível dirigir carros ou motos. Nota: 10 Gráficos Novamente, esta nova geração me surpreendeu, me lembro de sair da casa e ver aquele sol de fim de tarde e ficar uns 2 minutos só mexendo a câmera e reparando ao meu redor: O jogo está muito bonito, muito mesmo, as fissuras no chão, os sinais de desgaste em portas, metais e tudo mais realmente parecem isso e não "texturas" como eram no PS3 e X360, inclusive, novamente os efeitos da água me convenceram nessa nova geração: A água e cristalina e limpa como deve ser (ou deveria ser imunda/um pouco mais suaja por estarmos em um mundo com zumbis?), enfim, sei que ela convence e ficou muito bem feita. A única coisa que notei de estranho é que, de dia, ao virar a câmera, o cenário fica levemente mais escuro e quando você para de mexer a câmera, o cenário volta a ficar um pouco mais claro, mas isso só é notado com o sol a pino ou com o personagem parado e não chega a ser notado, está mais pra um "pop-in de câmera" que de cenário, fora isso, sem mais casualidades, as que eu notei foram corrigidas no patch mais recente do jogo. Fora isso, como comentado, as texturas, iluminação, efeitos e tudo no geral está muito bem feito, nem parece que é a mesma produtora de Dead Island. Nota: 9 Diversão O jogo está sim, por mais medonho que seja, divertido, você terá seus momentos de descontração chutando zumbis do telhado e vendo eles se espatifarem no chão a 30m de altura, pulando por cima deles, quebrando seus braços e até mesmo vendo eles tropeçarem em obstáculos baixos (muretas, rampas) e caindo dos carros (sim, acontece isso mesmo!), outro fator que gostei muito de ver que deram atenção. Há também a opção de jogar multiplayer cooperativo, como em Dead Island. Você entra em alguma sessão e pode jogar algumas missões com um outro jogador ou amigo, sem contar as missões secundárias que dão uma longevidade maior ao jogo. Nota: 8 Som Como prometi falar sobre, um bom jogo de ação/suspense (ou terror, um pouco, no caso de Dying Light) se baseia em sua trilha sonora e, sinceramente, eu não vi até hoje, um jogo do gênero com uma trilha sonora tão boa quanto Dying Light. Não há músicas licenciadas, porém, a música ambiente e as que tocam nos momentos mais "empolgantes" te deixam realmente desesperado ou com medo, ainda mais de noite. Elas se resumem á músicas instrumentais, ás vezes com um som se guitarra bem baixo e pesado, com vozes estranhas (meio que uma ópera) ou sons metálicos realmente assustadores. 10 é pouco para esse jogo nesse quesito, se eu pudesse, daria 20 porque o jogo já vale por esse fator, garanto que irão se surpreender com isso também. Nota: 10 [sucesso=Considerações Finais] Embora não sejam jogos "irmãos" (O Dead Island 2 foi adiado para o ano que vem), as comparações com Dead Island e até Left 4 Dead são inevitáveis por serem jogos da mesma temática. Porém, Dying Light, por ser o primeiro do gênero a abordar o tema, acabou sendo revolucionário por oferecer ciclo de dia/noite, clima e uma trilha sonora, pela primeira vez, assustadora e condizente com o jogo. Juro que procurei mas não consegui ver pontos negativos nesse jogo para falar a alguém não comprar tal jogo. Vale a pena mesmo. Agora é esperar que Dead Island seja ainda melhor que esse e com ainda mais funcionalidades interessantes. Nota Final: 9
  10. REVIEW

    Tenta dar join lá depois minduvs, é Grip Addicts (ou Grip Addiction, não lembro :kkk: ), o Mirolho e mais um outro amigo que joga sempre está lá, agora o meu está no lv. 24, mas eu jogo sempre que dá no online, mais pra brincar que a sério, porque não tem como, todo mundo acha que é Destruction Derby aquilo, não dá pra jogar sério...
  11. Esse artigo pode te ajudar: http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2015/03/psn-como-resgatar-jogos-da-ps-plus-sem-ter-os-videogames.html Se eu soubesse disso antes teria construído uma bela biblioteca até antes
  12. REVIEW

    @minduvs A única coisa que eu me lembrava era do atrasdo do lançamento da versão para os assinantes da Plus, fora isso não estava sabendo a respeito dos problemas com servidores e afins, mas como você mesmo disse, hoje em dia também estou achando excelente, não tive problema nenhum com eles, exceto pela minha internet :kkk: Podíamos marcar um campeonato com o pessoal no jogo... @Mirolho Aquele time eu que criei, mas vou ver depois se renomeio pra um time só do NL :kkk: O meu eu comprei físico, mas não baixei a versão Plus porque vi que ele era uma versão com "menos coisa" que o outro DriveClub, mas ele é ótimo pra quem queria ter uma ideia de como o jogo era.
  13. Produtos impecáveis, com manuais, capinha e mídia em ótimo estado. Quem quiser, pode fazer pelo MercadoLivre, conforme os links abaixo que contém as fotos dos jogos. Lista dos jogos à venda: PS4 - Bloodborne (R$ 130): http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-735911958-bloodborne-ps4-_JM PS4 - The Order 1886 (R$ 80): http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-735920429-the-order-1886-playstation-4-ps4-_JM PS3 - Max Payne 3 (R$ 55): http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-724124820-max-payne-3-ps3-playstation-3-_JM X360 - Dragon's Dogma (R$ 70): http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-724127508-dragons-dogma-x360-_JM X360 - Resident Evil 6 (R$ 60): http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-724127619-resident-evil-6-x360-xbox-360-_JM
  14. NOTÍCIA

    Minha última esperança é a Alice... pelos e-mails dela, os lançamentos dela estão na faixa dos R$ 200, se o NFS chegar por esse preço, até quebro o cofre pra comprar mas só mais esse porque é algo que joguei e quero muito. Agora os outros podem queimar por mim