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master geese

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  1. NOTÍCIA

    torço pra que esse jogo seja muito bem recebido, pra assim termos mais jogos de lutas de ponta, e mudar um pouco esse cenário mais do mesmo, sinto falta dos anos 90, onde tinha tudo que tipo de jogos de luta de qualidade, penso assim quanto mais jogos de ponta pra competir, e melhor pra quem curte o gênero. sobre o amv yabuki joe, e um tributo que algum fã fez pro anime, e achei que musica combinou com video... e apesar de ashita no joe ser um anime bem antigão, na minha opinião o melhor já feito!!! (praticamente e o pai de hajime no ippo que e outro anime fodástico) nenhum que outro assisti ate hoje, não conseguiu bater frente com ashita no joe, que foi uns dos enredo que mais me cativou. ps:um outro jogo de luta que poderia retornar e o bloody roar, esse tem potencial de sobra!!! e um jogaço com uma proposta muito legal e diferente de todos da franquia na minha opinião esse abaixo foi o melhor
  2. Morreu nessa quinta-feira (20) o músico Chester Bennington, vocalista do Linkin Park. Ele tinha 41 anos e cometeu suicídio por enforcamento em sua casa, em Los Angeles. Ele tinha esposa e seis filhos. O xerife do Condado de Los Angeles confirmou a morte do cantor. O TMZ levantou a possibilidade do suicídio de Bennington ter alguma relação com a morte de Chris Cornell, que se matou em maio. Dois eram amigos e hoje seria seu aniversário de 53 anos. Bennington estava a frente do Linkin Park desde 1999 e deu voz a hits como “Numb”, “In the End” e “New Divide”. O Linkin Park divulgou um clipe inédito há poucas horas — ouça “Talking to Myself”: Mike Shinoda, integrante do grupo, relembrou o amigo no Twitter: “Chocado e desolado, mas é verdade. Um comunicado oficial será lançado assim que tivermos um” O Linkin Park sem dúvidas foi uma das bandas mais influentes do começo da década de 2000, sendo considerados pedra fundamental de um “Renascimento do Rock”, já que muitos fãs e especialistas do gênero o consideravam morto após a morte de Kurt Cobain em 1994. Fonte: Jovem nerd cada vez mais universo da musica ficando mais vazio, link park era uma das bandas que eu mais curtia, e uma pena que chester bennington chegou a esse ponto, que descanse em paz. em tributo a sua memoria vou por algumas das minhas musicas favoritas.
  3. NOTÍCIA

    peço desculpas pelo post duplo, mais não podia deixar de atualizar a noticia, saiu algumas imagens do modelo do novo atari. não me parece ser console com hardware potente pra bater frente com concorrência, (espero estar enganado) por que quanto mais concorrência, melhor pra quem fã de video games ^^ espero que acertem em seus jogos ^^ ps: achei esse da ultima foto bem bonito. fonte:https://www.gamevicio.com/noticias/2017/07/novos-detalhes-da-ataribox-e-veja-o-design/
  4. NOTÍCIA

    Anunciado como uma brincadeira do dia das mentiras, com a possibilidade de vir a ser algo mais, a Arika confirmou finalmente que esse desejo de criar um novo fighting game será transformado numa realidade.Durante o EVO 2017, a Arika anunciou um novo jogo, conhecido por enquanto como Arika EX e desde já confirmado para 2018 no PlayStation 4.O criador de Street Fighter EX, onde trabalhou com a Capcom, confirmou que o jogo será lançado ao mesmo tempo em todo o mundo e que no final de 2017 será apresentada uma beta. A Arika disse anteriormente que se o projeto fosse em frente provavelmente não teria personagens da Capcom mas isso não significa que alguns dos mais icónicos lutadores da Arika da série Street Fighter EX não podem regressar.No trailer de apresentação podes ver Shirase, Skullomania, Garuda, Darun Mister e Kairi. Segundo descrito pela Arika, este é o novo jogo na série EX. Fonte:Gamevicio o que tornou street fighter ex interessante, e justamente o elenco da arika,(sinceramente nem consigo enxergar aquele jogo como street fighter, pra mim tava mais pra crossover de arika e capcom) nem faço questão dos personagem do street fighter... volto a comentar que havia dito antes sobre esse jogo, basta colocar os melhores personagens da franquia street fighter ex e adicionar uns novos,(arika tem competência pra criar personagens legais, gostei da maioria de seus personagens... e digo mais, são bem melhores que os novos personagens tosco do street fighter 5) com story mode bacana, que vai ficar ótimo. ps:espero que jogo também saia pras outras plataformas, um jogo bacana desses não pode ficar limitado apenas uma plataforma.
  5. peço desculpa pelo post duplo... mais não podia deixar avisar que saiu um video novo mostrando o gameplay de trunks, a jogabilidade dele ficou show.
  6. NOTÍCIA

    pra mim e o melhor vilão já criado em relação a jogos de lutas... apesar de achar que jogos do estilo fatal fury e street fighter não combinem com essa jogabilidade, gostei de ver geese e akuma no tekken 7, seria legal também se tiver um story mode pro geese. ps: ainda sonho com capcom vs snk 3 ou um novo fatal fury nesse estilo gráfico, claro ambos jogos com suas jogabilidades originais.
  7. a nintendo só teria a ganhar se entrassem num acordo com eles, popularizaria ainda mais metroid, mais infelizmente você esta certo, por que algo assim quase impossível de acontecer, os caras da nintendo tem a mente fechada.
  8. NOTÍCIA

    algo que acharia legal se resolvessem lançar um pitfall pelo fator nostalgia dos tempos do atari ... mais claro um jogo moderno, com gráficos de pontas, algo mais ou menos nos moldes de tomb raider 2003, só que sem armas, apenas sobrevivência e exploração da ambientação,(floresta e cavernas) um clima meio ala indiana jones da vida.
  9. os criadores da serie do castlevania estão interessados em adaptar um anime do metroid... bem que nintendo podia entrar em acordo com eles... metroid tem um universo muito bacana, que podia ser muito bem explorado em uma serie em anime , e nessa mesma direção com certeza teríamos algo bom. fonte:https://www.gamevicio.com/noticias/2017/07/os-criadores-da-serie-castlevania-mostram-interesse-em-metroid/ concordo uma dublagem japonesa fez falta,(quem sabe os japas não dublam pro idioma deles, caso se interessem pelo anime) mesmo não sendo uma produção japonesa ...esse fiz questão de assistir dublado pra não estranhar, já que estou meio que acostumado com as dublagens português em animes japoneses. gostei muito do desenvolvimento da historia, só foi mancado o modo que finalizaram a primeira temporada ... e concordo contigo 8 episódios e muito pouco.
  10. Eu sou muito, muito, muito fã da série Castlevania. Apesar de todo o peso que a franquia carrega, nunca imaginei que alguém se daria ao trabalho de adaptar a obra para outra mídia, como a TV ou o cinema. O anúncio da Netflix me deixou sem chão e jamais pensei que algo assim poderia ser produzido. A série animada chegou, e pode esperar algo com uma qualidade muito além da imaginada. Já vou chutar o balde logo de cara: "Castlevania" da Netlix é a melhor adaptação já feita de um jogo para uma mídia audiovisual. Claro, não é um grande mérito, já que muitos filmes e séries de games são medianos ou ruins. Mas esse é justamente o ponto: a animação tem uma qualidade surpreendente que pode trazer novos parâmetros para a indústria. A Netflix prezou e cuidou com carinho desse projeto. Ele tem o ponto certo, respeitando um legado e história canônica com maestria sem se atrelar a recontar algo que já sabemos, mas adiciona a dose perfeita de originalidade e complexidade. No fim, você verá que o maior ponto negativo é querer mais e ter que se conformar que, por enquanto, é só isso.Essa resenha não terá spoilers, mas comentarei sobre diversos pontos dos únicos quatro episódios. Portanto, esteja ciente disso.Um anime ocidental maduro, violento e sem medo de tentar coisas novasMuita gente torceu o nariz quando soube que a tão aclamada série de Castlevania seria uma animação e não um material live-action. Fiquem tranquilos: para atingir esse nível de qualidade, não poderia haver escolha melhor. Apesar de ser em estilo de anime, "Castlevania" é, na verdade, uma animação ocidental. Pense em algo como "Avatar" ou "Avatar: A Lenda de Korra", ou seja, um trabalho das terras de cá, que nem áudio em japonês tem. A direção de Adi Shankar acertou com primor o tom que o conteúdo deveria ter: maduro, muito violento e sem medo de expor material visceral na tela, e você pode esperar por tripas e olhos arrancados, muito sangue e até mesmo cenas com crianças sendo mortas. A trama é um prequel para Castlevania 3: Dracula’s Curse de Nintendinho, que, convenhamos: é de uma época na qual as narrativas eram muitos mais simples e não tinham a carga emocional, imersiva e complexa que temos hoje em dia. Essa é a grande sacada de "Castlevania" da Netflix: abordar um enredo mal explorado em toda a linha do tempo dos jogos ao criar uma história original no tom que a franquia merece, mas sem desrespeitar os fatos canônicos ou criar algo que não tenha o sabor único da franquia. É algo inédito, mais brutal e desenvolvido, mas sem perder o tempero. Para não deixar passar batido, há um pequeno elemento gastronômico que pode causar uma estranheza nessa deliciosa refeição de chefe: o humor. Ele tem um gosto sutil e que aparece em apenas 2% (ou até menos) de todo o material, mas mesmo assim achei que ele sai um pouco do gosto desse banquete brutal. Não é que usar humor seja ruim, mas é que ele é contrastante e um pouco fora do tom. Porém, trata-se de um detalhe pífio e pouquíssimo explorado. Ritmo na dose certa, mas com gostinho de quero maisInfelizmente, "Castlevania" tem apenas quatro episódios de, em média, 20 minutos cada. São minutos ininterruptos, sem pausas para recapitulações, músicas de abertura ou qualquer coisa do tipo. Mas mesmo assim, é pouco conteúdo no final das contas. Não darei spoilers, mas pode ter certeza de que tudo acaba com um gancho bem grande para a segunda temporada, que já foi confirmada.Um grande trunfo da série é o seu ritmo, que corre sem medo de ser devagar ou de se precipitar e estragar a diversão: ele é do jeito que deveria ser. Para termos de comparação, podemos pegar a primeira temporada recém-lançada de "American Gods", uma obra que serve apenas como introdução e desenvolvimento de personagens. A ação, narrativa de fundo e construção de figuras na trama são muito bem dosadas e, como dito no outro tópico, sem medo de tentar coisas novas. Castlevania não é exatamente uma franquia de jogos leves e descontraídos, mas certamente é algo inédito ver vísceras na tela da TV e personagens tendo uma atenção enorme e com planos de fundo bem-feitos. E é nisso que a animação brilha com tanto primor: ser um complemento fiel ao conteúdo original, não uma reimaginação. Apesar de ser uma obra completamente inspirada em uma história que já existe e em um universo de games muito explorado por décadas, marinheiros de primeira viagem não terão problema em assistir à série sem nunca ter contato com Castlevania: elementos marcantes passarão batido e talvez não tenham o mesmo impacto, mas o enredo se sustenta por si só, sem a obrigatoriedade de conhecer um título específico ou a franquia como um todo.O desenvolvimento de personagens é simplesmente impecávelConforme citado, a história da animação serve de prequel à Castlevania 3: Dracula’s Curse, um jogo de NES. Se você não jogou, não precisa se preocupar com spoilers: trata-se de uma narrativa simples na qual Trevor Belmont se alia com mais três personagens para matar Drácula (mais uma vez), algo simplista e sem a dose de profundidade que encontramos em games atuais. De certa forma, "Castlevania" da Netflix serve para enriquecer esse potencial narrativo adormecido e pouco explorado por uma geração de consoles que foi limitada por sua era. Na história, você verá como Castlevania 3 poderia ter sido e ainda ter um gostinho mais detalhado do lore da franquia, dando pano pra manga para entender melhor até mesmo acontecimentos de Castlevania: Symphony of the Night. É impagável ver um lado humanizado de Drácula que nunca vimos e que podemos até mesmo nos identificar ou simpatizar, algo que os games nunca abordaram direito. Ou quem sabe ver Trevor Belmont, representado anteriormente com um semblante heroico, como um anti-herói cheio de escrotices e, em certas partes, até mesmo malévolo. "Castlevania" roda durante quatro episódios sem medo algum de servir como introdução aos personagens vistos na tela e sem preocupação em criar um clímax cinematográfico.A dublagem americana tem o timbre perfeito para cada personagem, dando trejeitos e identidade a cada herói e vilão na tela. Trevor tem um sotaque interiorano, o Bispo tem um tom de voz calmo, sádico e amedrontador, enquanto Sypha tem nuances russos em suas falas e por aí vai.A qualidade da animação é um colírio para os olhos (sem 3D, por favor)Confesso: adorei que o trabalho final foi uma animação, mas tinha receio em como ela seria. 2D? 3D? Uma mistura dos dois, como muitos animes fazem? No final, a produção optou por um estilo 2D mesmo, com pouquíssimos elementos em 3D que mal se destacam. Expresso aqui minha opinião e gosto pessoal: o resultado ficou impecável. O estilo artístico adotado é justamente o que eu esperava de uma série de alto nível: um 2D de altíssima qualidade e que abusa nas cenas de ação, sem cortes, modelos em 3D ou qualquer outro aspecto visual que gere ruídos ou contraste. Os "gráficos" de "Castlevania" são coesos e harmônicos, sem trechos que fogem do escopo proposto.Atualmente, com tantos exemplos ruins por aí, como "Dragon Ball Super" no começo da série, o novo "Berserk" e outros, "Castlevania" se torna um porto seguro para os amantes de boas animações. No final das contas, "Castlevania" da Netflix é uma obra-prima: respeita um legado de décadas, mas sem se atrelar ao conteúdo que já existe. Ela traz uma trama original, mais madura e bem desenvolvida, com ritmo certo, tempero na dosagem ideal e ótima caracterização de personagens. Sem dúvidas é a Netflix fazendo escola e mostrando como uma adaptação de games para outras mídias pode ser, sim, muito boa. Infelizmente, o calcanhar de Aquiles da série é justamente ser tão boa e ter tão pouco conteúdo. Agora, resta esperar ansiosamente por 2018. Fonte:Tribo Gamer achei tão top, que assisti todos os episódios de uma vez só no mesmo dia,(algo que não tenho o costume de fazer) e ainda fiquei com gostinho de quero mais... esse anime e um verdadeira aula de como se fazer uma anime de verdade, animação de alto nível, enredo maduro e bem desenvolvido, e melhor de tudo sem mimimi de censura (bem pesadinho com direito personagens dilacerados, sangue etc... achei o nível de violência próximos dos ovas de hellsing) outra coisa que também curti foi a dublagem em português, as vozes ficaram bacanas e combinam com personagens, e legal que e sem mimimi de censuras na suas falas.... e digo mais assistindo esse casltevania e foi uma sensação de assistir um anime da velha guarda dos anos 80 e 90 de épocas medieval,... espero que anime seja bem longo, por que esse merece, estou torcendo também que a historia se passa pelo rondo of blood (ja que historia jogo esta entre castlevania 3 e o symphony of the night) e depois fechar com chave de ouro na saga symphony of the night.
  11. pra mim e uma das piores geração, a maioria jogo e mais dos mesmo, focado mais pro lado dos gráficos, e resolução, do que no conteúdo(claro que gosto de jogos com gráficos bem feitos, mais pra mim não tudo) ... so tenho jogado mais velharia,(to jogando castlevania feito por fãs) se tem jogos atuais que chama minha atenção são pouquíssimos e contado a dedo... já a capcom chega ser triste o que se tornou hoje dia, tanta franquia boa os caras só ficam nisso por ser muito mais comodo pra eles, acho uma pena por que a capcom tem franquias com muito potencial, que infelizmente jogadas no limbo.
  12. Como muitos sabem a Atari está voltando com força total ao mercado de hardware,mês passado ela apresentou um teaser do Ataribox,que será o novo console com arquitetura de PC,não sabiamos nada...até agora No Facebook oficial da Atari,foram revelados duas caixas que você abaixo: e na descrição: Haverá duas versões do novo console,sendo uma com estética antiga e uma mais high-tech.Mais especificações do console só saberemos daqui 2 semanas. fonte:gamevicio apesar de não ter interesse, achei legal ter mais um pra tentar bater de frente com video games atuais... vamos ver se dessa vez eles acertem e não lancem outro jaguar da vida.
  13. concordo plenamente, só que diferença que street fighter 3 mesmo não sendo grande coisa, ainda tinha cara de jogo completo... street fighter 5 achei uma bosta, elenco muito ruim, zerei o modo historia e nunca mais joguei(enredo muito lixoso, deviam fazer algo com foco de torneio, ficou com ar de super heróis contra o super vilão malvado quer dominar mundo)... a jogabilidade e boa, mais acho um jogo bem sem graça. ps:pra mim o melhor street fighter da franquia foi zero 3 (versão sega saturn por ser a mais completo, e fiel aos arcades, sei que versão do psp tem mais chars, mais mesmo assim prefiro a sega satun, só por ter modo de jogar pra dois na mesma tela, fora o joystick que pra mim foi melhor ja lançado pra jogos de luta) capcom de hoje esta indo pro mesmo caminho da sega atual, mesmo jogos de sempre e ainda fazem merda.
  14. compartilho do mesmo pensamento... tanto que na época quando os emuladores já estavam com bom desempenho, vendi meu mega drive e o snes... acho mais legal jogar no hardware original numa tv tubão,(claro os video games que foram projetado pra tv tubão) mais dou preferencia a praticidade.
  15. outra coisa que achei engraçado, foi ele mencionar que a mecânica e importante, e a carisma do personagem não vale nada(pra mim ambos são importante, se não gosto dos personagens, não vejo graça no jogo!!! mesmo tendo uma boa mecânica) ...eu queria que ele me explicasse por que street fighter 3 não ficou tão popular quanto o street fighter 2, sendo que mecânica do jogo era ótima!!! era melhor ele ter ficado calado do que passar vergonha