Manter o Nowloaded online gera custos, esses custos são pagos com doações e publicidade. Então, desative seu AdBlock no Nowloaded ou nos ajude doando!

Welcome to Nowloaded.org

Registre-se agora para ter acesso a todos os nossos recursos. Uma vez registrado e conectado, você poderá contribuir para o Nowloaded enviando seu próprio conteúdo ou respondendo ao conteúdo existente. Você poderá personalizar seu perfil, receber pontos de reputação como recompensa por enviar conteúdo, além de se comunicar com outros membros por meio de sua própria caixa de entrada privada e muito mais! Esta mensagem será removida assim que você tiver feito o login.

Entre para seguir isso  
Marco-01

NOTÍCIA
Street Fighter: 30 anos do nascimento de um gênero

Street Fighter: 30 anos do nascimento de um gênero

SF-II-1440x500.jpg

Street Fighter é a franquia mais importante dentro desse mundinho que tanto amamos dos jogos de luta. Ela é a responsável pela criação de um gênero inteiro de pancadarias virtuais, dos desvios de verbas de traslado e alimentação, e principalmente, das discussões sobre o fato de Smash Bros. ser ou não um jogo de luta.

Chegar aos 30 anos completamente em forma é algo que poucos jogos conseguem. Mesmo se considerarmos o hiato de quase 10 anos sem um Street Fighter inédito, ninguém ficou na geladeira. O aproveitamento dos personagens de Street Fighter em crossovers entre empresas, ou misturado com outras séries da própria Capcom foi de 100%, isso sem contar todos os relançamentos requentados de edições de aniversário com coletâneas das séries já consolidadas.

Dentro do gênero, gosto de pensar em Street Fighter como uma espécie de Novo Testamento dos jogos de luta. Combates entre homens no formato um contra um podem ter dado as caras bem antes do jogo da Capcom – daí o Velho Testamento, mas o Messias que desencadeou a revolução, a chamada “Golden Age” das lutas, estabelecendo um monte de regras específicas do estilo foi Street Fighter. Ou melhor, Street Fighter II.

street-fighter-II

Não tenha dúvidas: Street Fighter II é o jogo que você conhece. Retsu quem? Geki aonde? Lee? Os personagens de Street Fighter, salvo algumas exceções, nunca conseguiram cair no gosto da galera. Mas por quê? Simples, porque jogávamos apenas com Ryu e Ken – e esse último, só quando alguém entrava contra.

Com oito lutadores à sua disposição, a maioria deles únicos (não estou falando de você, Ken), ficava bem mais difícil aprender a jogar e conhecer todos os lutadores. Não só isso, mas aprender a lutar contra todos e entender o comportamento do seu adversário também era essencial. O “meta” surgia.

Tecnicamente o jogo era impecável. Tanto que até hoje pode ser jogado de maneira séria. Acertos que na verdade eram erros (como a história de que os combos do jogo eram um acidente de desenvolvimento), personagens estilizados e super criativos – mesmo que nós brasileiros tenhamos sido vistos como monstros verdes para eles – e a trilha sonora imortal de Yoko Shimomura que reconhecemos de imediato até hoje. Arrecadou rios de dinheiro nos fliperamas de bairro.

Crossover

Dali em diante, a Capcom agarrou o osso. Levou os lutadores de rua para os confins do universo, colocou-os em crossovers inusitados, contou histórias do passado e também do futuro, expandiu a família. E nem comecei a falar sobre quadrinhos, televisão e cinema.

Aquele tal de lore

Um dos maiores problemas na hora de adaptar a história de Street Fighter para fora dos games é acertar a sua narrativa. E a única obra que conseguiu fazer isso foi longa-metragem inspirado no game de 1994.

Street Fighter II: The Animation conseguiu captar a essência do jogo simplesmente pelo fato de não querer que todos os personagens fossem principais de alguma forma. E também não fizeram todos terem algum tipo de relação mais profunda como a série Victory, ou mesmo colocar todo mundo como amiguinho lutando contra o mal, do jeito que Street Fighter V fez.

SFMOVIE

Some isso a uma coreografia de combate elaborada por dois artistas marciais do mais alto calibre – Kazuyoshi Ishii,  fundador e mestre do Seidokaikan Karate (um derivado do Kyokushin), além de ser o criador do K-1, uma organização privada de lutas marciais, e Andy Hug, um dos maiores e mais importantes karatekas que já pisaram num ringue.

O roteiro de Kenichi Imai era simples, mas extremamente funcional. Ao mesmo tempo que não inventava relações entre os personagens, desenvolveu todo um passado não contado que já existia entre os personagens Ryu e Ken, mostrando um pouco da juventude de ambos e os percalços que precisaram superar até serem os lutadores apresentados no game. O sucesso foi tanto que essa pequena mostra foi responsável pela criação de uma série própria nos videogames, Street Fighter Alpha (ou Zero, no Japão).

O estúdio responsável pelo longa ainda tentou repetir o sucesso com a série de TV (acertaram médio, vai) e também no lançamento do OVA de Street Fighter Alpha, dividido em duas partes. Desta vez com uma trama meio estranha, focada num irmão perdido de Ryu e um vilão meia boca qualquer. É bonito, sem dúvidas, mas vazio de conteúdo.

RYUFINAL

De mangás de destaque, provavelmente os que merecem a sua atenção fazem parte da série lançada no Brasil pela Editora NewPop. Street Fighter Alpha e Ryu Final (este inédito no país, infelizmente) contam de forma impecável histórias que se passam em Street Fighter Alpha e Street Fighter III, respectivamente. Trabalho excelente de Masahiko Nakahira, preciso ressaltar.

Não só de sucessos viveu a franquia Street Fighter. As tentativas de transformá-lo em filme com atores reais foi de mal a pior, literalmente. O filme com Van Damme, Raul Julia e Kylie Minogue não poderia manchar mais o currículo (até então) invejável de Street Fighter. Aí tivemos A Lenda de Chun-Li e bem, não dá para vencer sempre.

Engraçado é que vindo de um lado completamente “amador”, a série para internet Assassin’s Fist, acabou com a ilusão de que a história de Street Fighternão poderia ser contada com atores reais e até ganhou uma continuação (que não foi tão legal assim).

Presente e futuro

10_cammy_fierce_punch

Podem falar o que quiserem por aí. Comemorar 30 anos e ainda ser relevante dentro de um gênero um tanto recluso quanto os jogos de luta é um marco. Street Fighter V pode não ser o que alguns de vocês esperavam, mas continua firme e forte atraindo a atenção de muitos espectadores para si.

Os problemas o perseguem desde o seu lançamento. Se por um lado ele atraiu a atenção para si com uma nova visão de esport para o gênero, por outro havia deixado o consumidor casual na mão. Aquele cara que só queria se divertir com a campanha para um jogador e desvendar a história da nova iteração do game precisou esperar meio ano até receber a tal atualização com o modo de jogo. E entendo perfeitamente a frustração desse jogador.

O formato de negócio adotado por Street Fighter V é diferente – compre o game, não pague mais por nenhuma atualização. É um novo capítulo dentro de um universo que nasceu da venda abusiva de fichas para seu uso em chefes impossíveis. Diferente do passado, hoje quem gasta com o jogo não é o dono do fliperama, mas sim o jogador. E ele não vai gastar com qualquer lançamento.

RYU

Street Fighter V tem um plano de vida para muitos anos ainda. E com trintão nas costas, não dá mais para viver só de requentamentos e edições especiais de clássicos de outrora. Com certeza eles tem um pessoal tomando nota das reclamações e bolando saídas criativas para se reerguerem do baque que foi a segunda temporada do game. Menat, a nova integrante do elenco é prova viva de que estão pensando um pouco fora da caixa (de Street Fighter).

Fica aqui meus sinceros parabéns a série, responsável pela criação do gênero que me fez cabular muita aula na escola (mas nunca repeti um ano, não recomendo isso, aliás). Espero de verdade que este ano não passe batido em termos de comemorações.

Onde tudo começou

Engraçado pensar que o criador de Street Fighter também foi responsável pela disputa de mercado entre duas das maiores empresas da época, Capcom e SNK. E não estou falando isso de forma metafórica. Takashi Nishiyama, diretor do jogo, também é o estopim da rivalidade entre as empresas que perdurou mais ou menos por 15 anos.

Street-Fighter-

Após deixar a Capcom ao lado do colega de equipe Hiroshi Matsumoto, o criador do “hadouken” foi tentar a sorte em outra desenvolvedora de arcades, a Shin Nihon Kikaku, ou SNK. E lá a dupla aplicou suas recém-adquiridas habilidades para o desenvolvimento dos jogos de luta e criou as maiores franquias da empresa. Fatal Fury, Art of Fighting, Samurai Spirits, The King of Fighters, tudo era assinado por eles. Demorou para que alcançassem algo no nível técnico de Street Fighter II (mestres abençoados Yoshiki Okamoto, Akira Nishitani e Yoko Shimomura), mas aos poucos galgaram seus passos.

Não bastasse isso, ao sair da SNK e fundar com outros ex-funcionários a DIMPS, quando que ele se imaginaria mais uma vez dentro de algum projeto envolvendo Street Fighter? E foi exatamente o que aconteceu quando sua empresa trabalhou em conjunto com a Capcom no desenvolvimento de Street Fighter IV. E veja só, outro game considerado um ponto de partida para o nicho dos jogos de luta.....

Compartilhar esta postagem


Link to post
Share on other sites

mesmo street fighter victory não sendo fiel a obra original (culpa do lixo do live action de 94) ainda sim ficou top demais, e no mesmo patamar do filme animado de street fighter 2, ja outros animes  que vieram depois achei uma bosta não gostei de nenhum.... sobre os jogos considero sfzero 3(sega saturn) e o super street fighter 2 x(3do) o melhores da franquia, e sf5 não acho um jogo ruim, o gameplay e bom, que me desagradou foi o conteúdo, e personagens novos que maioria na minha opinião são uma bosta!!!

as trilhas sonoras dessa franquias são memoráveis...  ai vai alguma das minhas preferidas de cada jogo da franquia ^^

 

as versões de super street fighter 2 turbo de pc e 3do, são os que tem as melhores trilhas sonoras (claro minha opinião)

essa versão da musica do ken e top demais, e fica melhor ainda a partir de 1:00 :extasiado:

 

Editado por master geese

Compartilhar esta postagem


Link to post
Share on other sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

Entre para seguir isso  

  • Conteúdo Similar

    • Por master geese
      Para esquentar os rumores sobre um possível (e próximo) anúncio de Devil May Cry 5, a Capcom revelou nesta quinta-feira (7) Devil May Cry HD Collection.
      A coletânea com os três primeiros games da franquia chegará em cópias físicas e digitais para PlayStation 4, Xbox One e PC em 13 de março de 2018. O compilado inclui Devil May Cry, Devil May Cry 2 e Devil May Cry 3: Special Edition.
      Há chances de que um novo Devil May Cry seja anunciado durante a PlayStation Experience 2017, que acontece entre os dias 9 e 10 de dezembro, ou na transmissão desta quinta-feira do The Game Awards.
      Fonte:Ing
      não gosto muito da ideia de jogos remasterizado, mais nesse caso achei legal pelo fato que vai sair pra pc também ...ja que da trilogia só teve o devil may cry 3, mais infelizmente o port ficou uma bosta!!! 
    • Por master geese

      Durante a final do Capcom Pro Tour, a Capcom finalmente revelou o primeiro personagem a ser jogável nesta nova temporada, onde é nada mais que a esperada Sakura Kasugano, discípula de Ryu que pode ser conferida no trailer abaixo:
       
      E não para por ai, a Capcom divulgou também os personagens que serão lançados no ano que vem no jogo, junto com a cinemática abaixo que os revela fazendo até uma menção ao Evil Ryu:
       
       
       

       
      Sakura, Cody, Sagat, Blanka, Falke e G são os personagens que serão lançados em 2018.

      Street Fighter V: Arcade Edition será lançado dia 16 de Janeiro de 2018 para PC e Playstation e será gratuito para quem já possui o jogo original.
      Fonte:Gamevicio
    • Por master geese
      A Nintendo preparou uma grande surpresa para o Game Awards 2017 e anunciou Bayonetta 3 exclusivamente para Nintendo Switch com um pequeno teaser, que você confere acima.
      Junto com esta novidade foi revelado que Bayonetta 1 e 2 serão lançados em um só pacote no Nintendo Switch, que deve chegar em fevereiro de 2018.
      A data de lançamento de Bayonetta 3 não foi revelada.
      Fonte: JovemNerd
    • Por master geese

      Durante a apresentação de abertura da PlayStation Experience, a Sony Interactive Entertainment e a Bandai Namco apresentaram um novo trailer de SoulCalibur VI

      O jogo foi anunciado no The Game Awards, e ele virá para PS4, Xbox One e PC (via Steam) em 2018. Também sabemos quem estará no comando do novo jogo, e será o produtor de Tekken 7: Motohiro Okubo.

      O trailer não mostra muito mais em comparação com o vídeo de anúncio original, ainda apresentando Sophitia e Mitsurugi , então podemos basicamente considerá-lo uma versão estendida.

      A franquia SoulCalibur estreou em 20 de dezembro de 1996 na PlayStation original com Soul Edge. Levou o nome Soulcalibur apenas em 1999 com o segundo jogo da franquia. O sexto jogo da franquia pretende ser um "soft reboot" aos moldes de Mortal Kombat 9, que não desconsidera totalmente os acontecimentos anteriores da história, mas parte em frente de um novo modo.
       



      Fonte:Gamevicio
    • Por master geese

      A Capcom acaba de anunciar, durante a sua transmissão em direto alusiva ao 30º aniversário de Mega Man, que uma nova entrada da série, intitulada Mega Man 11, está atualmente em produção e chegará ao PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch no final de 2018.

      Por enquanto, os detalhes em relação à nova obra são escassos, mas sabe-se que o Diretor da obra é Koji Oda. Mais informações sobre o título estão prometidas para o verão de 2018.

      As novidades relativas a Mega Man não se ficam por aqui, contudo, uma vez que uma coleção com todas as oito obras Mega Man X também será lançada no PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch em 2018.

      Finalmente, a Capcom confirmou que Mega Man Legacy Collection e Mega Man Legacy Collection 2 serão lançados na Nintendo Switch em 2018 e terão suporte para amiibo.
       
      Fonte:Tribo Gamer
      Continuação da Noticia 

       
      Os fãs ainda estão tentando absorver a ideia de que Mega Man 11 realmente foi revelado pela Capcom nesta semana já com o primeiro gameplay, mas ainda há muito que não sabemos sobre o novo jogo do robozinho azul.
      No entanto, a Game Informer já teve a oportunidade de experimentar com exclusividade uma versão inicial do título e compartilhou alguns detalhes sobre o retorno de Mega Man. Nós traduzimos os 11 tópicos citados pelo site:
      1) Mesmo Mega, novo visual
      Já que Mega Man 9 e 10 foram homenagens às raízes do Mega Man com uma arte inspirada nos 8-bit, Mega Man 11 vai entregar um visual mais moderno inspirado em anime.
      2) Escolha oito
      Seguindo a tradição clássica, jogadores poderão escolher qual dos chefes de Mega Man 11 eles querem enfrentar primeiro, e eles podem escolher todos os oito logo no início.
      3) Ação clássica de Mega Man
      Apesar do novo visual, Mega Man 11 tem um controle preciso como as aventuras em 8-bit. Mega Man ainda pode carregar seus tiros e deslizar para desviar de ataques inimigos ou se mover de um lado para o outro.
      4) Música que combina
      A Capcom não está pronta para revelar quem está compondo a música de Mega Man 11, mas podemos dizer que a trilha sonora é cheia de músicas contagiantes que provavelmente vão agradar os fãs.
      5) Um desafio digno
      Os jogos originais de Mega Man ofereciam um desafio que combinava com jogos da era do NES. Conforme as tendências da indústria mudaram, os jogos de Mega Man continuaram com seu clássico desafio. Mega Man 11 não quebra estra tradição. Felizmente, a ação também parece justa. Nós morremos algumas vezes durante algumas seções, mas superamos mesmo as partes mais difíceis com um pouco de prática.
      6) Um desafio para todos
      A Capcom sabe que jogos difíceis não são para qualquer um, então é por isso que a desenvolvedora está oferecendo quatro opções de dificuldade diferentes. Nós jogamos no normal, que oferece a experiência tradicional de Mega Man, mas fãs que realmente querem um desafio podem jogar no modo Superhero. Jogadores que querem uma experiência mais fácil ou que querem plataformas extras durante trechos difíceis de pulos podem tentar os modos Casual e Iniciante.
      7) Uma sala com uma nova visão
      Os puristas de Mega Man podem perceber uma pequena mudança de perspectiva, que dá aos jogadores uma visão um pouco maior da ação. Felizmente, isso não afeta o gameplay. No entanto, a câmera também se afastou um pouco, o que dá aos jogadores uma visão melhor da fase.
      8) Vestido para matar
      Mega Man tradicionalmente muda de cor sempre que equipa uma nova arma, mas a Capcom originalmente imaginou que Mega Man teria uma mudança mais drástica na aparência. Em Mega Man 11, a Capcom está voltando a este conceito e o capacete de Mega Man mudará de forma quando equipar diferentes armas.
      9) Escorregar e deslizar
      Apertar para baixo e o pulo ao mesmo tempo permite que Mega Man deslize pela tela, o que é útil para escapar de ataques inimigos. A Capcom ainda não terminou os controles, mas a equipe está brincando com a ideia de colocar o deslize em um botão próprio, o que pode ajudar novos jogadores.
      10) Roda de armas
      Gerenciar as oito habilidades dos chefes é difícil. No passado, os jogadores precisavam alternar entre os poderes com os botões de cima ou entrar no menu, o que era incômodo. Mega Man 11 permite que jogadores mudem rapidamente entre as armas com o analógico. Todas as armas de Mega Man estão ligadas a uma direção do analógico direito, o que torna a mudança para suas armas preferidas mais rápido e pode até permitir que jogadores juntem ataques como um combo.
      11) Mecânica que muda o jogo
      Mega Man 11 conta com uma nova mecânica de gameplay que vai impactar a ação. Infelizmente não podemos falar sobre este recurso, mas sentimos que é uma boa adição à ação e ajuda a balancear a dificuldade. As engrenagens abaixo da vida de Mega Man é uma dica desta nova mecânica.
      Parece que o jogo trará conteúdo tanto para antigos fãs quanto novos jogadores. A tal da mecânica inédita também é interessante e quem assistiu ao trailerprovavelmente já deduziu o que é.
      Bem no final do vídeo vemos Mega Man enfrentando um minichefe em uma fase, mas acaba encurralado. Ele então ativa o que parece um poder especial que deixa seus tiros mais poderosos, o bastante para eliminar o inimigo de vez.
      Além da habilidade fazer as engrenagens girarem, uma barra que é drenada automaticamente aparece em cima do personagem, indicando que este poder inédito dura um curto período de tempo. Considerando a situação e a vida restante, é possível que este modo só possa ser ativado em situações críticas.
      Por fim, você também pode conferir diversas artes e imagens do jogo inéditas em nossa galeria:
      Fonte:Jovem Nerd
      ate que emfim a capcom acordou!!!  eu sinceramente prefiro um novo jogo do mega man x,(mega men original só gostei das versões do snes e ps1, e não e apenas pelos gráficos, foi mais pelas novidades que adicionaram no jogo)  ...mais mesmo assim já e uma boa noticia, so fato ver essa franquia de volta...  outra coisa que achei legal, e terem usado gráficos mais modernos, ao invés de gráficos de 8 bits com apelação tosca de nostalgia cega, eu quero evolução gráfica, não um retrocesso ...apesar do novo jogo ter gráficos mais moderno, achei os graficos bem mais ou menos, a capcom tem que melhore isso ai.