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master geese

NOTÍCIA
Marvel vs. Capcom: Infinite não tem X-Men porque os fãs "sequer se lembram" deles

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É isso aí, fãs dos X-Men. Os mutantes não estão em Marvel vs. Capcom: Infinite porque, aparentemente, quem gosta da Marvel não se lembra direito deles. É o que os produtores do jogo Peter Rosas e Michael Evans afirmaram, pelo menos.

Em uma entrevista para o GameSpot, a dupla foi perguntada sobre a falta de personagens dos X-Men. Segundo Peter Rosas, as pessoas só querem estes lutadores, como Magneto, por conta de suas mecânicas, não porque elas gostam dele.
 

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Se você realmente pensar nisso, esses personagens são apenas funções. Eles estão apenas fazendo coisas. Magneto é um bom exemplo, é um favorito porque tem um dash de oito direções e ele é muito rápido, certo? Então nossos jogadores mais técnicos querem fazer um pulo triangular e esse tipo de coisa. Bem, adivinha só, Nova pode fazer a mesma coisa, Capitã Marvel também. Ultron também. Vá em frente e os experimente.

Michael Evans complementou, explicando o processo de criação de personagens, que começa com a jogabilidade e depois a história e quais heróis e vilões eles querem que interajam, além de conversar com a Marvel sobre o futuro dos personagens.
 

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Nós conversamos frequentemente com a Marvel sobre seus planos futuros, sobre o que vai acontecer. O fã moderno da Marvel, talvez eles sequer se lembrem de alguns dos X-Men, porque eles conhecer alguns dos Guardiões ou o Pantera Negra. Entende? A Capitã Marvel pode parecer uma escolha estranha, mas ela é fantástica. Ela se encaixa na jogabilidade. Ela se encaixa na história. E eles vão realmente reforça-la como uma líder feminina forte no seu filme. Estamos tentando levar tudo em conta e escolher os melhores personagens.

Realmente, ninguém conhece o Wolverine, o Deadpool, a Fênix, a Tempestade, o Ciclope, o Cable, a Vampira… Que loucura adicionar estes personagens, né!?

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O quarto jogo da franquia voltará a contar com batalhas de duplas e terá grande foco nas Joias do Infinito. Ryu, Mega Man X, Homem de Ferro, Capitã Marvel, Capitão América, Morrigan, Hulk, Thor, Gavião Arqueiro, Rocket Racoon, Chun-Li, Strider Hiryu, Ultron e Chris Redfield já foram confirmados como personagens jogáveis.

O jogo contará com um novo Modo História e um Modo Missão, assim como os clássicos Arcade e Treino. Já o multiplayer trará o modelo consagrado dos jogos de luta, com partidas online casuais ou ranqueadas, possibilidade de comparar sua pontuação com usuários do mundo todo e modo espectador.

Marvel vs. Capcom: Infinite será lançado em 19 de setembro de 2017 para PC, Xbox One e PS4.

Fonte:Gamevicio

a franquia começou justamente com x-men e o cara vem me dizer que quase ninguém conhece e gosta dos personagens :facepalm:melhores personagens ??? que piada!!!  pra mim a maioria são bem ridículos pouco se salvam... não chegam nem aos pés de wolverine,vampira,cyclops,gambit,deadpoll,homem aranha etc... alem do elenco medíocre ainda tem estilo gráfico bem bosta, os personagens parecem bonequinhos de massa.  

Editado por master geese

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Lançaram uma demo muito ruim a um tempinho, com cutscenes sem graça e lutas contra minions mais sem graça ainda. Eu já nem ligo muito pra essa série, aí vem esse Infinite só pra piorar aparentemente.

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4 horas atrás, Rebbon disse:

Lançaram uma demo muito ruim a um tempinho, com cutscenes sem graça e lutas contra minions mais sem graça ainda. Eu já nem ligo muito pra essa série, aí vem esse Infinite só pra piorar aparentemente.

parei de acompanhar a serie no primeiro marvel vs capcom, não gostei muito dos que vieram em seguidas (esse de agora me parece ser um jogo meio bosta)... já modo story sinceramente acho algo desnecessário, devia seguir exemplo do primeiro marvel vs capcom ... com simples arcade mode, e cada personagens ter seus finais próprios, a historia de croossover nunca foi la essa coisa.

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Esse jogo está horrível, pelo menos pelo que pude notar pela "DEMO", se não melhorarem uns 200% no lugar da CAPCOM eu teria vergonha que lançar isso no mercado.

Todo mundo sabe que os direitos dos personagens não estão com a MARVEL, vivemos em tempos modernos com acesso a informação, os personagens não estarão lá tão somente por isso e nada mais.

Acho que não precisavam inventar desculpas esfarrapadas.

Editado por Gattsu

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HAHAHAH!!! Santo criador do universo, não é possivel que li isso, de o povo não conhecer os X-mens.

Eita desculpa esfarrapada para não pagar direitos autorais aos devidos donos.

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outra coisa que achei engraçado, foi ele mencionar que a mecânica e importante, e a carisma do personagem não vale nada(pra mim ambos são importante, se não gosto dos personagens, não vejo graça no jogo!!! mesmo tendo uma boa mecânica)  ...eu queria que ele me explicasse por que street fighter 3 não ficou tão popular quanto o street fighter 2, sendo que mecânica do jogo era ótima!!! era melhor ele ter ficado calado do que passar vergonha:facepalm: 

 

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14 horas atrás, master geese disse:

outra coisa que achei engraçado, foi ele mencionar que a mecânica e importante, e a carisma do personagem não vale nada(pra mim ambos são importante, se não gosto dos personagens, não vejo graça no jogo!!! mesmo tendo uma boa mecânica)  ...eu queria que ele me explicasse por que street fighter 3 não ficou tão popular quanto o street fighter 2, sendo que mecânica do jogo era ótima!!! era melhor ele ter ficado calado do que passar vergonha:facepalm: 

 

Acho que alguém chegou para ele e falou, os fans estão pedindo o Wolverine, Ciclope etc, e agora?, o que fazemos sem as lincenças?

R: Coloca um char secundario e diz que a mecânia é mais importante que os personagens.

Modo Capcom de hoje em dia, nem para lançar um Megamen estão esquentando, isso por ele ter uma base enorme de fans pelo mundo, imagina para fazer um jogo de luta descente, SF5 tá igual ao SF3 só joga quem tem interesse em rank e competições.

É verdade SF3 tinha uma mecânica excelente mas não para o lado dos jogadores que só queriam uma jogatina sossegada, SF3 é muito técnico e só tinha o Ryu e Ken das antigas, só colocaram a Chun-Li depois.

Depois liberam uma nota dizendo que as vendas não foram o esperado e que o jogo vai para gaveta novamente.

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A Capcom é uma empresa bem bipolar. Durante um período eles fazem coisas fodas, durante outro eles só fazem merda :aaww:

É só, por exemplo, ver a reação das pessoas quando sai esse tipo de informação. A fanbase toda criticando essa merda e a Capcom nem ai. Só falta a Capcom ativar o "Xbox One reveal mode" e mandar quem está insatisfeito ir jogar Marvel vs Capcom 2 :taunt:

Foi o que eu disse em outro tópico. Os caras dessas empresas japonesas devem estar fumando crack, só pode. Se eu fosse o cara responsável pelo jogo na Capcom e visse a revolta da fanbase, as reações pós E3 e as comparações com Dragon Ball Fighterz, eu provavelmente me jogaria na linha do trem bala :despreocupado:

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Em 04/07/2017 at 07:25, darksolarium disse:

 

Acho que alguém chegou para ele e falou, os fans estão pedindo o Wolverine, Ciclope etc, e agora?, o que fazemos sem as lincenças?

R: Coloca um char secundario e diz que a mecânia é mais importante que os personagens.

Modo Capcom de hoje em dia, nem para lançar um Megamen estão esquentando, isso por ele ter uma base enorme de fans pelo mundo, imagina para fazer um jogo de luta descente, SF5 tá igual ao SF3 só joga quem tem interesse em rank e competições.

É verdade SF3 tinha uma mecânica excelente mas não para o lado dos jogadores que só queriam uma jogatina sossegada, SF3 é muito técnico e só tinha o Ryu e Ken das antigas, só colocaram a Chun-Li depois.

Depois liberam uma nota dizendo que as vendas não foram o esperado e que o jogo vai para gaveta novamente.

concordo plenamente, só que diferença que street fighter 3 mesmo não sendo grande coisa, ainda tinha cara de jogo completo... street fighter 5 achei uma bosta, elenco muito ruim, zerei o modo historia e nunca mais joguei(enredo muito lixoso, deviam fazer algo com foco de torneio, ficou com ar de super heróis contra o super vilão malvado quer dominar mundo)...  a jogabilidade e boa, mais acho um jogo bem sem graça.

ps:pra mim o melhor street fighter da franquia foi zero 3 (versão sega saturn por ser a mais completo, e fiel aos arcades, sei que versão do psp tem mais chars, mais mesmo assim prefiro a sega satun, só por ter modo de jogar pra dois na mesma tela, fora o joystick que pra mim foi melhor ja lançado pra jogos de luta)

Em 07/07/2017 at 09:55, Dunha Master disse:

A Capcom é uma empresa bem bipolar. Durante um período eles fazem coisas fodas, durante outro eles só fazem merda :aaww:

É só, por exemplo, ver a reação das pessoas quando sai esse tipo de informação. A fanbase toda criticando essa merda e a Capcom nem ai. Só falta a Capcom ativar o "Xbox One reveal mode" e mandar quem está insatisfeito ir jogar Marvel vs Capcom 2 :taunt:

Foi o que eu disse em outro tópico. Os caras dessas empresas japonesas devem estar fumando crack, só pode. Se eu fosse o cara responsável pelo jogo na Capcom e visse a revolta da fanbase, as reações pós E3 e as comparações com Dragon Ball Fighterz, eu provavelmente me jogaria na linha do trem bala :despreocupado:

capcom de hoje esta indo pro mesmo caminho da sega atual, mesmo jogos de sempre e ainda fazem merda.

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23 horas atrás, master geese disse:

concordo plenamente, só que diferença que street fighter 3 mesmo não sendo grande coisa, ainda tinha cara de jogo completo... street fighter 5 achei uma bosta, elenco muito ruim, zerei o modo historia e nunca mais joguei(enredo muito lixoso, deviam fazer algo com foco de torneio, ficou com ar de super heróis contra o super vilão malvado quer dominar mundo)...  a jogabilidade e boa, mais acho um jogo bem sem graça.

ps:pra mim o melhor street fighter da franquia foi zero 3 (versão sega saturn por ser a mais completo, e fiel aos arcades, sei que versão do psp tem mais chars, mais mesmo assim prefiro a sega satun, só por ter modo de jogar pra dois na mesma tela, fora o joystick que pra mim foi melhor ja lançado pra jogos de luta)

capcom de hoje esta indo pro mesmo caminho da sega atual, mesmo jogos de sempre e ainda fazem merda.

Eu sei concordo sobre o SF3 ser mais completo, mas que é um porre jogar é.

Realmente o melhor SF é o SF3, perdir horas jogando o Dramatic Battle, e ainda tinha aque esquema de evoluir um personagem e deixa-lo overpower, lembro que fazia isso com o Ken com a barra de especial do Super SF, ae colocava o jogo no nivel maximo para zerar sem perder rounds, assim já desbloqueava tudo que tinha direito com um só final.

Eu não entendo isso das empresas, hoje se tem muitas ferramentas para fazer algo bom rapído e com baixo custo, mas o que só vejo elas alegando que se está tornando mais caro e demorado fazer algo.

O que me faz lembrar sobre os jogos indo para 4k, não sei porque isso, a maioria vai jogar em um monitor de 32 polegadas FullHD, apenas a minoria dos gamers tem condições de rodar algo nesse patamar.

Por incrivel que pareca na minha conta da Steam a maioria dos jogos é Indie, as grandes empresas estão pisando muito na bola ultimamente, é jogo bugado, DLCs anunciadas com o lançamento do jogo, gráfico na frente da diversão e do roteiro etc.

Poxa vida Capcom parece que só tem 2 jogos, ou é Resident ou SF, saldades de algumas franquias antigas da empresa.

 

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1 hora atrás, darksolarium disse:

Eu sei concordo sobre o SF3 ser mais completo, mas que é um porre jogar é.

Realmente o melhor SF é o SF3, perdir horas jogando o Dramatic Battle, e ainda tinha aque esquema de evoluir um personagem e deixa-lo overpower, lembro que fazia isso com o Ken com a barra de especial do Super SF, ae colocava o jogo no nivel maximo para zerar sem perder rounds, assim já desbloqueava tudo que tinha direito com um só final.

Eu não entendo isso das empresas, hoje se tem muitas ferramentas para fazer algo bom rapído e com baixo custo, mas o que só vejo elas alegando que se está tornando mais caro e demorado fazer algo.

O que me faz lembrar sobre os jogos indo para 4k, não sei porque isso, a maioria vai jogar em um monitor de 32 polegadas FullHD, apenas a minoria dos gamers tem condições de rodar algo nesse patamar.

Por incrivel que pareca na minha conta da Steam a maioria dos jogos é Indie, as grandes empresas estão pisando muito na bola ultimamente, é jogo bugado, DLCs anunciadas com o lançamento do jogo, gráfico na frente da diversão e do roteiro etc.

Poxa vida Capcom parece que só tem 2 jogos, ou é Resident ou SF, saldades de algumas franquias antigas da empresa.

 

pra mim e uma das piores geração, a maioria jogo e mais dos mesmo, focado mais pro lado dos gráficos, e resolução, do que no conteúdo(claro que gosto de jogos com gráficos bem feitos, mais pra mim não tudo) ... so tenho jogado mais velharia,(to jogando castlevania feito por fãs) se tem jogos atuais que chama minha atenção são pouquíssimos e contado a dedo... já a capcom chega ser triste o que se tornou hoje dia, tanta franquia boa os caras só ficam nisso por ser muito mais comodo pra eles, acho uma pena por que a capcom tem franquias com muito potencial, que infelizmente jogadas no limbo.

Editado por master geese

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É verdade esta meio osso essa geração, acabei de "zerar" o CREA estilo Terraria, e agora vou jogar o Stardew Valley são jogos mais parecidos com os antigos.

Agora o que gostaria de ver é um SF feito nos moldes da Arc System Works, acho que ficaria show de bola.

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É poque ninguém lembra do Wolverine e do Ciclope... Vampira... Jean Grey.. te contar mesmo :curioso:

Pegaram o estagiário pra responder só pode pqp :jackiechan:

 

Não irei pegar de qualquer forma, acho um jogo legal, mas pra mim foi a época, se for pegar luta pra mim hoje é Tekkenm, MK ou Injustice..

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    • Por master geese

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      Fonte:Jovem Nerd
      considero metroid a melhor franquia da nintendo, seria muito bom se lançasse mais jogos do metroid no estilo 2d, mais com gráficos de ponta, e altura do metroid de snes, que na minha opinião e o melhor de toda a franquia.
    • Por master geese

      Disponível desde Maio de 2017 na PlayStation 4 e Xbox One, Injustice 2 é o mais recente jogo da Warner Bros. Interactive Entertainment e da NetherRealm Studios.

      Segundo informações apresentadas pela Amazon Francesa e a GameMania na Holanda, a equipa liderada por Ed Boon está a preparar uma versão para PC.

      Esta versão ainda não foi anunciada oficialmente, mas a GameMania diz que está prevista para 2017.
       
      Injustice 2 é um divertido fighting game que é essencial para todos os adeptos do género.
      Fonte:Tribo Gamer
       
    • Por master geese
      Há seus longos anos (sim, faz tanto tempo assim), um grupo de fãs anunciou Sonic 2 HD, um projeto para refazer completamente o segundo título do ouriço azul da Sega. Agora o jogo ganhou um novo trailer com gameplay, que você confere acima!
      O anúncio da versão 2.0 é o primeiro em quase um ano sem grandes novidades, o que fez muitos imaginarem que o projeto tinha sido cancelado. Felizmente para os fãs de Sonic, este não é o caso!
      O jogo trará a mesma experiência do original, mas com gráficos recriados em alta definição e animações inéditas, algumas que até podem ser conferidas no novo trailer.
      Por fim, o vídeo também anuncia a data de lançamento da demonstração da nova versão: 30 de setembro.
      Sonic 2 HD ainda não tem data de lançamento definida.
      Fonte:Jovem nerd
      fico feliz que voltaram com projeto, esta ficando muito bom, espero que esse pelo menos seja finalizado.
    • Por Marco-01
      Street Fighter: 30 anos do nascimento de um gênero
      Publicado em 30 de agosto de 2017 às 12h23 por Jeff Kayo/Joven Nerd Street Fighter é a franquia mais importante dentro desse mundinho que tanto amamos dos jogos de luta. Ela é a responsável pela criação de um gênero inteiro de pancadarias virtuais, dos desvios de verbas de traslado e alimentação, e principalmente, das discussões sobre o fato de Smash Bros. ser ou não um jogo de luta.
      Chegar aos 30 anos completamente em forma é algo que poucos jogos conseguem. Mesmo se considerarmos o hiato de quase 10 anos sem um Street Fighter inédito, ninguém ficou na geladeira. O aproveitamento dos personagens de Street Fighter em crossovers entre empresas, ou misturado com outras séries da própria Capcom foi de 100%, isso sem contar todos os relançamentos requentados de edições de aniversário com coletâneas das séries já consolidadas.
      Dentro do gênero, gosto de pensar em Street Fighter como uma espécie de Novo Testamento dos jogos de luta. Combates entre homens no formato um contra um podem ter dado as caras bem antes do jogo da Capcom – daí o Velho Testamento, mas o Messias que desencadeou a revolução, a chamada “Golden Age” das lutas, estabelecendo um monte de regras específicas do estilo foi Street Fighter. Ou melhor, Street Fighter II.

      Não tenha dúvidas: Street Fighter II é o jogo que você conhece. Retsu quem? Geki aonde? Lee? Os personagens de Street Fighter, salvo algumas exceções, nunca conseguiram cair no gosto da galera. Mas por quê? Simples, porque jogávamos apenas com Ryu e Ken – e esse último, só quando alguém entrava contra.
      Com oito lutadores à sua disposição, a maioria deles únicos (não estou falando de você, Ken), ficava bem mais difícil aprender a jogar e conhecer todos os lutadores. Não só isso, mas aprender a lutar contra todos e entender o comportamento do seu adversário também era essencial. O “meta” surgia.
      Tecnicamente o jogo era impecável. Tanto que até hoje pode ser jogado de maneira séria. Acertos que na verdade eram erros (como a história de que os combos do jogo eram um acidente de desenvolvimento), personagens estilizados e super criativos – mesmo que nós brasileiros tenhamos sido vistos como monstros verdes para eles – e a trilha sonora imortal de Yoko Shimomura que reconhecemos de imediato até hoje. Arrecadou rios de dinheiro nos fliperamas de bairro.

      Dali em diante, a Capcom agarrou o osso. Levou os lutadores de rua para os confins do universo, colocou-os em crossovers inusitados, contou histórias do passado e também do futuro, expandiu a família. E nem comecei a falar sobre quadrinhos, televisão e cinema.
      Aquele tal de lore
      Um dos maiores problemas na hora de adaptar a história de Street Fighter para fora dos games é acertar a sua narrativa. E a única obra que conseguiu fazer isso foi longa-metragem inspirado no game de 1994.
      Street Fighter II: The Animation conseguiu captar a essência do jogo simplesmente pelo fato de não querer que todos os personagens fossem principais de alguma forma. E também não fizeram todos terem algum tipo de relação mais profunda como a série Victory, ou mesmo colocar todo mundo como amiguinho lutando contra o mal, do jeito que Street Fighter V fez.

      Some isso a uma coreografia de combate elaborada por dois artistas marciais do mais alto calibre – Kazuyoshi Ishii,  fundador e mestre do Seidokaikan Karate (um derivado do Kyokushin), além de ser o criador do K-1, uma organização privada de lutas marciais, e Andy Hug, um dos maiores e mais importantes karatekas que já pisaram num ringue.
      O roteiro de Kenichi Imai era simples, mas extremamente funcional. Ao mesmo tempo que não inventava relações entre os personagens, desenvolveu todo um passado não contado que já existia entre os personagens Ryu e Ken, mostrando um pouco da juventude de ambos e os percalços que precisaram superar até serem os lutadores apresentados no game. O sucesso foi tanto que essa pequena mostra foi responsável pela criação de uma série própria nos videogames, Street Fighter Alpha (ou Zero, no Japão).
      O estúdio responsável pelo longa ainda tentou repetir o sucesso com a série de TV (acertaram médio, vai) e também no lançamento do OVA de Street Fighter Alpha, dividido em duas partes. Desta vez com uma trama meio estranha, focada num irmão perdido de Ryu e um vilão meia boca qualquer. É bonito, sem dúvidas, mas vazio de conteúdo.

      De mangás de destaque, provavelmente os que merecem a sua atenção fazem parte da série lançada no Brasil pela Editora NewPop. Street Fighter Alpha e Ryu Final (este inédito no país, infelizmente) contam de forma impecável histórias que se passam em Street Fighter Alpha e Street Fighter III, respectivamente. Trabalho excelente de Masahiko Nakahira, preciso ressaltar.
      Não só de sucessos viveu a franquia Street Fighter. As tentativas de transformá-lo em filme com atores reais foi de mal a pior, literalmente. O filme com Van Damme, Raul Julia e Kylie Minogue não poderia manchar mais o currículo (até então) invejável de Street Fighter. Aí tivemos A Lenda de Chun-Li e bem, não dá para vencer sempre.
      Engraçado é que vindo de um lado completamente “amador”, a série para internet Assassin’s Fist, acabou com a ilusão de que a história de Street Fighternão poderia ser contada com atores reais e até ganhou uma continuação (que não foi tão legal assim).
      Presente e futuro

      Podem falar o que quiserem por aí. Comemorar 30 anos e ainda ser relevante dentro de um gênero um tanto recluso quanto os jogos de luta é um marco. Street Fighter V pode não ser o que alguns de vocês esperavam, mas continua firme e forte atraindo a atenção de muitos espectadores para si.
      Os problemas o perseguem desde o seu lançamento. Se por um lado ele atraiu a atenção para si com uma nova visão de esport para o gênero, por outro havia deixado o consumidor casual na mão. Aquele cara que só queria se divertir com a campanha para um jogador e desvendar a história da nova iteração do game precisou esperar meio ano até receber a tal atualização com o modo de jogo. E entendo perfeitamente a frustração desse jogador.
      O formato de negócio adotado por Street Fighter V é diferente – compre o game, não pague mais por nenhuma atualização. É um novo capítulo dentro de um universo que nasceu da venda abusiva de fichas para seu uso em chefes impossíveis. Diferente do passado, hoje quem gasta com o jogo não é o dono do fliperama, mas sim o jogador. E ele não vai gastar com qualquer lançamento.

      Street Fighter V tem um plano de vida para muitos anos ainda. E com trintão nas costas, não dá mais para viver só de requentamentos e edições especiais de clássicos de outrora. Com certeza eles tem um pessoal tomando nota das reclamações e bolando saídas criativas para se reerguerem do baque que foi a segunda temporada do game. Menat, a nova integrante do elenco é prova viva de que estão pensando um pouco fora da caixa (de Street Fighter).
      Fica aqui meus sinceros parabéns a série, responsável pela criação do gênero que me fez cabular muita aula na escola (mas nunca repeti um ano, não recomendo isso, aliás). Espero de verdade que este ano não passe batido em termos de comemorações.
      Onde tudo começou
      Engraçado pensar que o criador de Street Fighter também foi responsável pela disputa de mercado entre duas das maiores empresas da época, Capcom e SNK. E não estou falando isso de forma metafórica. Takashi Nishiyama, diretor do jogo, também é o estopim da rivalidade entre as empresas que perdurou mais ou menos por 15 anos.

      Após deixar a Capcom ao lado do colega de equipe Hiroshi Matsumoto, o criador do “hadouken” foi tentar a sorte em outra desenvolvedora de arcades, a Shin Nihon Kikaku, ou SNK. E lá a dupla aplicou suas recém-adquiridas habilidades para o desenvolvimento dos jogos de luta e criou as maiores franquias da empresa. Fatal Fury, Art of Fighting, Samurai Spirits, The King of Fighters, tudo era assinado por eles. Demorou para que alcançassem algo no nível técnico de Street Fighter II (mestres abençoados Yoshiki Okamoto, Akira Nishitani e Yoko Shimomura), mas aos poucos galgaram seus passos.
      Não bastasse isso, ao sair da SNK e fundar com outros ex-funcionários a DIMPS, quando que ele se imaginaria mais uma vez dentro de algum projeto envolvendo Street Fighter? E foi exatamente o que aconteceu quando sua empresa trabalhou em conjunto com a Capcom no desenvolvimento de Street Fighter IV. E veja só, outro game considerado um ponto de partida para o nicho dos jogos de luta.....
    • Por Marco-01
      It: A Coisa estreia com uma bilheteria monstruosa de US$ 76 milhões

      Já a algum tempo, especialistas apontavam que It: A Coisa iria estrear com uma grande bilheteria. Bem, isso se concretizou. A adaptação da obra de Stephen Kingchegou aos cinemas do mundo fazendo US$ 76 milhões entre quinta e sexta-feira (7 e 8 de setembro).
      O valor deve aumentar até o domingo (10), já que os sábados são os dias mais movimentados nas salas.
      A nova versão de It: A Coisa será dividida em dois filmes, com o primeiro mostrando as crianças enfrentando Pennywise e o segundo com elas já adultas reencontrando o monstro. Adaptado da obra homônima de Stephen King, It: A Coisa tem direção de Andrés Muschietti e sua primeira parte estreia em setembro.
      O elenco conta com Bill Skarsgaård (Pennywise), Finn Wolfhard (Richie Tozier), Jaeden Lieberher (Bill Denbrough), Sophie Lillis (Beverly Marsh), Wyatt Oleff (Stanley Uris), Jeremy Ray Taylor (Ben Hanscomb), Jack Dylan Grazer (Eddie Kaspbrak), Chosen Jacobs (Mike Hanlon), Nicholas Hamilton (Henry Bowers), Owen Teague (Patrick Hockstetter), Logan Thompson (Victor Criss) e Jake Sim (Belch Huggins).....
      Fonte : Joven Nerd