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Kamori

NOTÍCIA
King of Fighters XIV está a caminho do PC

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The King of Fighters XIV, lançado no Verão do ano passado na PS4, está a caminho do Steam.

A SNK deu a notícia durante uma conferência de imprensa na China. Sabe-se que esta versão contará com uma beta fechada e as pré-reservas estarão disponíveis ainda este mês. Não foi mencionado se haverá a possibilidade de cross-play entre plataformas.

The King of Fighters XIV permite aos jogadores escolherem entre mais de 50 lutadores diferentes no jogo para criar o seu próprio grupo. Nas últimas semanas o plantel de lutadores sofreu um aumento com a inclusão de Whip, Ryuji Yamazaki e Vanessa.

F

:awesome:

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Legal, não jogo no PC mas acho interessante certos lançamentos serem multi-plataforma.

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o lado bom que na versão pc tem mods feitos por fãs que podem melhorar os gráficos, como fizeram la com gta5.

Editado por master geese

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Ótima noticia, gostei muito desse jogo , tem a simplicidade que os jogos de luta de hoje não tem mais.....

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  • Conteúdo Similar

    • Por master geese

      Metroid: Samus Returns está sendo lançado hoje mundialmente, mas aqueles que já estavam com acesso ao título descobriram algumas coisas que farão os fãs da franquia muito felizes: possíveis pistas sobre o próximo jogo.
      Antes de continuar, tenha em mente que esta notícia conta com spoilers do jogo e talvez você queira vivenciar a experiência por conta própria. Caso contrário, prossiga!

      Durante o jogo coletamos informações sobre o passado dos Chozo no planeta SR388, revelando que eles foram atacados pelas criaturas conhecidas como X Parasite, aqueles do Metroid Fusion, eventualmente levando à criação dos Metroids.
      Até aqui, nenhuma novidade, mas como lembra o USGamer, a desenvolvedora MercurySteam originalmente sugeriu para a Nintendo fazer um remake de Metroid Fusion. A Big N recusou, mas os convidou para Metroid: Samus Returns.
      O que está sendo especulado é que, se este jogo for um sucesso, a Nintendo dará a bênção para fazer o remake e isso estaria sendo indicado nas referências do jogo e até nos bônus de Amiibo, que adicionam a dificuldade Fusion e a armadura Fusion Suit de Samus.
      Mas isso não é o fim. O GameXplain foi um pouco mais afundo e acredita que não é um remake e sim um novo jogo, possivelmente uma continuação de Fusion!
      O site descobriu que uma das memórias está corrompida e sua categoria muda para “2d”. É revelado depois que nesta cena, os Chozo sobreviventes enviaram um pedido de ajuda, atraindo outro grupo de Chozo que, em vez de salvá-los, os mata.
      A teoria é que o novo será em 2D e mostrará Samus enfrentando esta nova facção de Chozo, que presumidamente também é capaz de criar Metroids, iniciando uma nova saga. Confira o vídeo:
      O jogo volta às raízes com jogabilidade 2D e há um bom motivo para isso: ele é um remake de Metroid 2: Return of Samus, lançado para Game Boy. No entanto, o título contará com diversas novas mecânicas, melhorando a experiência do jogo original.
      Metroid: Samus Returns será lançado em 15 de setembro para Nintendo 3DS.
      Fonte:Jovem Nerd
      considero metroid a melhor franquia da nintendo, seria muito bom se lançasse mais jogos do metroid no estilo 2d, mais com gráficos de ponta, e altura do metroid de snes, que na minha opinião e o melhor de toda a franquia.
    • Por master geese

      Disponível desde Maio de 2017 na PlayStation 4 e Xbox One, Injustice 2 é o mais recente jogo da Warner Bros. Interactive Entertainment e da NetherRealm Studios.

      Segundo informações apresentadas pela Amazon Francesa e a GameMania na Holanda, a equipa liderada por Ed Boon está a preparar uma versão para PC.

      Esta versão ainda não foi anunciada oficialmente, mas a GameMania diz que está prevista para 2017.
       
      Injustice 2 é um divertido fighting game que é essencial para todos os adeptos do género.
      Fonte:Tribo Gamer
       
    • Por master geese
      Há seus longos anos (sim, faz tanto tempo assim), um grupo de fãs anunciou Sonic 2 HD, um projeto para refazer completamente o segundo título do ouriço azul da Sega. Agora o jogo ganhou um novo trailer com gameplay, que você confere acima!
      O anúncio da versão 2.0 é o primeiro em quase um ano sem grandes novidades, o que fez muitos imaginarem que o projeto tinha sido cancelado. Felizmente para os fãs de Sonic, este não é o caso!
      O jogo trará a mesma experiência do original, mas com gráficos recriados em alta definição e animações inéditas, algumas que até podem ser conferidas no novo trailer.
      Por fim, o vídeo também anuncia a data de lançamento da demonstração da nova versão: 30 de setembro.
      Sonic 2 HD ainda não tem data de lançamento definida.
      Fonte:Jovem nerd
      fico feliz que voltaram com projeto, esta ficando muito bom, espero que esse pelo menos seja finalizado.
    • Por Marco-01
      Street Fighter: 30 anos do nascimento de um gênero
      Publicado em 30 de agosto de 2017 às 12h23 por Jeff Kayo/Joven Nerd Street Fighter é a franquia mais importante dentro desse mundinho que tanto amamos dos jogos de luta. Ela é a responsável pela criação de um gênero inteiro de pancadarias virtuais, dos desvios de verbas de traslado e alimentação, e principalmente, das discussões sobre o fato de Smash Bros. ser ou não um jogo de luta.
      Chegar aos 30 anos completamente em forma é algo que poucos jogos conseguem. Mesmo se considerarmos o hiato de quase 10 anos sem um Street Fighter inédito, ninguém ficou na geladeira. O aproveitamento dos personagens de Street Fighter em crossovers entre empresas, ou misturado com outras séries da própria Capcom foi de 100%, isso sem contar todos os relançamentos requentados de edições de aniversário com coletâneas das séries já consolidadas.
      Dentro do gênero, gosto de pensar em Street Fighter como uma espécie de Novo Testamento dos jogos de luta. Combates entre homens no formato um contra um podem ter dado as caras bem antes do jogo da Capcom – daí o Velho Testamento, mas o Messias que desencadeou a revolução, a chamada “Golden Age” das lutas, estabelecendo um monte de regras específicas do estilo foi Street Fighter. Ou melhor, Street Fighter II.

      Não tenha dúvidas: Street Fighter II é o jogo que você conhece. Retsu quem? Geki aonde? Lee? Os personagens de Street Fighter, salvo algumas exceções, nunca conseguiram cair no gosto da galera. Mas por quê? Simples, porque jogávamos apenas com Ryu e Ken – e esse último, só quando alguém entrava contra.
      Com oito lutadores à sua disposição, a maioria deles únicos (não estou falando de você, Ken), ficava bem mais difícil aprender a jogar e conhecer todos os lutadores. Não só isso, mas aprender a lutar contra todos e entender o comportamento do seu adversário também era essencial. O “meta” surgia.
      Tecnicamente o jogo era impecável. Tanto que até hoje pode ser jogado de maneira séria. Acertos que na verdade eram erros (como a história de que os combos do jogo eram um acidente de desenvolvimento), personagens estilizados e super criativos – mesmo que nós brasileiros tenhamos sido vistos como monstros verdes para eles – e a trilha sonora imortal de Yoko Shimomura que reconhecemos de imediato até hoje. Arrecadou rios de dinheiro nos fliperamas de bairro.

      Dali em diante, a Capcom agarrou o osso. Levou os lutadores de rua para os confins do universo, colocou-os em crossovers inusitados, contou histórias do passado e também do futuro, expandiu a família. E nem comecei a falar sobre quadrinhos, televisão e cinema.
      Aquele tal de lore
      Um dos maiores problemas na hora de adaptar a história de Street Fighter para fora dos games é acertar a sua narrativa. E a única obra que conseguiu fazer isso foi longa-metragem inspirado no game de 1994.
      Street Fighter II: The Animation conseguiu captar a essência do jogo simplesmente pelo fato de não querer que todos os personagens fossem principais de alguma forma. E também não fizeram todos terem algum tipo de relação mais profunda como a série Victory, ou mesmo colocar todo mundo como amiguinho lutando contra o mal, do jeito que Street Fighter V fez.

      Some isso a uma coreografia de combate elaborada por dois artistas marciais do mais alto calibre – Kazuyoshi Ishii,  fundador e mestre do Seidokaikan Karate (um derivado do Kyokushin), além de ser o criador do K-1, uma organização privada de lutas marciais, e Andy Hug, um dos maiores e mais importantes karatekas que já pisaram num ringue.
      O roteiro de Kenichi Imai era simples, mas extremamente funcional. Ao mesmo tempo que não inventava relações entre os personagens, desenvolveu todo um passado não contado que já existia entre os personagens Ryu e Ken, mostrando um pouco da juventude de ambos e os percalços que precisaram superar até serem os lutadores apresentados no game. O sucesso foi tanto que essa pequena mostra foi responsável pela criação de uma série própria nos videogames, Street Fighter Alpha (ou Zero, no Japão).
      O estúdio responsável pelo longa ainda tentou repetir o sucesso com a série de TV (acertaram médio, vai) e também no lançamento do OVA de Street Fighter Alpha, dividido em duas partes. Desta vez com uma trama meio estranha, focada num irmão perdido de Ryu e um vilão meia boca qualquer. É bonito, sem dúvidas, mas vazio de conteúdo.

      De mangás de destaque, provavelmente os que merecem a sua atenção fazem parte da série lançada no Brasil pela Editora NewPop. Street Fighter Alpha e Ryu Final (este inédito no país, infelizmente) contam de forma impecável histórias que se passam em Street Fighter Alpha e Street Fighter III, respectivamente. Trabalho excelente de Masahiko Nakahira, preciso ressaltar.
      Não só de sucessos viveu a franquia Street Fighter. As tentativas de transformá-lo em filme com atores reais foi de mal a pior, literalmente. O filme com Van Damme, Raul Julia e Kylie Minogue não poderia manchar mais o currículo (até então) invejável de Street Fighter. Aí tivemos A Lenda de Chun-Li e bem, não dá para vencer sempre.
      Engraçado é que vindo de um lado completamente “amador”, a série para internet Assassin’s Fist, acabou com a ilusão de que a história de Street Fighternão poderia ser contada com atores reais e até ganhou uma continuação (que não foi tão legal assim).
      Presente e futuro

      Podem falar o que quiserem por aí. Comemorar 30 anos e ainda ser relevante dentro de um gênero um tanto recluso quanto os jogos de luta é um marco. Street Fighter V pode não ser o que alguns de vocês esperavam, mas continua firme e forte atraindo a atenção de muitos espectadores para si.
      Os problemas o perseguem desde o seu lançamento. Se por um lado ele atraiu a atenção para si com uma nova visão de esport para o gênero, por outro havia deixado o consumidor casual na mão. Aquele cara que só queria se divertir com a campanha para um jogador e desvendar a história da nova iteração do game precisou esperar meio ano até receber a tal atualização com o modo de jogo. E entendo perfeitamente a frustração desse jogador.
      O formato de negócio adotado por Street Fighter V é diferente – compre o game, não pague mais por nenhuma atualização. É um novo capítulo dentro de um universo que nasceu da venda abusiva de fichas para seu uso em chefes impossíveis. Diferente do passado, hoje quem gasta com o jogo não é o dono do fliperama, mas sim o jogador. E ele não vai gastar com qualquer lançamento.

      Street Fighter V tem um plano de vida para muitos anos ainda. E com trintão nas costas, não dá mais para viver só de requentamentos e edições especiais de clássicos de outrora. Com certeza eles tem um pessoal tomando nota das reclamações e bolando saídas criativas para se reerguerem do baque que foi a segunda temporada do game. Menat, a nova integrante do elenco é prova viva de que estão pensando um pouco fora da caixa (de Street Fighter).
      Fica aqui meus sinceros parabéns a série, responsável pela criação do gênero que me fez cabular muita aula na escola (mas nunca repeti um ano, não recomendo isso, aliás). Espero de verdade que este ano não passe batido em termos de comemorações.
      Onde tudo começou
      Engraçado pensar que o criador de Street Fighter também foi responsável pela disputa de mercado entre duas das maiores empresas da época, Capcom e SNK. E não estou falando isso de forma metafórica. Takashi Nishiyama, diretor do jogo, também é o estopim da rivalidade entre as empresas que perdurou mais ou menos por 15 anos.

      Após deixar a Capcom ao lado do colega de equipe Hiroshi Matsumoto, o criador do “hadouken” foi tentar a sorte em outra desenvolvedora de arcades, a Shin Nihon Kikaku, ou SNK. E lá a dupla aplicou suas recém-adquiridas habilidades para o desenvolvimento dos jogos de luta e criou as maiores franquias da empresa. Fatal Fury, Art of Fighting, Samurai Spirits, The King of Fighters, tudo era assinado por eles. Demorou para que alcançassem algo no nível técnico de Street Fighter II (mestres abençoados Yoshiki Okamoto, Akira Nishitani e Yoko Shimomura), mas aos poucos galgaram seus passos.
      Não bastasse isso, ao sair da SNK e fundar com outros ex-funcionários a DIMPS, quando que ele se imaginaria mais uma vez dentro de algum projeto envolvendo Street Fighter? E foi exatamente o que aconteceu quando sua empresa trabalhou em conjunto com a Capcom no desenvolvimento de Street Fighter IV. E veja só, outro game considerado um ponto de partida para o nicho dos jogos de luta.....