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Mercenary Invictus Rash

REVIEW
O que os gamers não toleram mais para 2017

E o pior de tudo é que terá muito de tudo isso. Jogos que mal funcionam e seus lançamentos...DLCs de coisas que deveriam estar nos jogos...e o famoso hype, quando a empresa se esforça mais na propaganda do jogo do que no próprio jogo.

 

Essa é a nova tendência,infelizmente..

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43 minutos atrás, Kamori disse:

E o pior de tudo é que terá muito de tudo isso. Jogos que mal funcionam e seus lançamentos...DLCs de coisas que deveriam estar nos jogos...e o famoso hype, quando a empresa se esforça mais na propaganda do jogo do que no próprio jogo.

 

Essa é a nova tendência,infelizmente..

Pior é que tu tem razão, eu mesmo nem entro mais em hype e quando eu vejo sacanagem de desenvolvedora eu nem compro mais o jogo, a gente vai cansando com esses modelos de negócios da indústria!

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Em 22/02/2017 at 03:27, MAXIMUS. disse:

E acho que de tudo o que mais vem acontecendo são os bugs... as DLCs eles bem que aprenderam, e vão continuar mas não mais nos cds... 

Mas os bugs são algo que me deixa nervoso de tão bestas e chatos que estão sendo... 

Concordo exatamente com vc Max!

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Em 02/03/2017 at 10:05, Mercenary Invictus Rash disse:

Concordo exatamente com vc Max!

Aliás obrigado por se inscrever no canal e por comentar!

Imagina! Alem de gostar de seu conteúdo, temos que ajudar os amiguinhos! :confiante:

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    • Por Marco-01
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      Fonte : comboinfinito
    • Por Marco-01
      Street Fighter: 30 anos do nascimento de um gênero
      Publicado em 30 de agosto de 2017 às 12h23 por Jeff Kayo/Joven Nerd Street Fighter é a franquia mais importante dentro desse mundinho que tanto amamos dos jogos de luta. Ela é a responsável pela criação de um gênero inteiro de pancadarias virtuais, dos desvios de verbas de traslado e alimentação, e principalmente, das discussões sobre o fato de Smash Bros. ser ou não um jogo de luta.
      Chegar aos 30 anos completamente em forma é algo que poucos jogos conseguem. Mesmo se considerarmos o hiato de quase 10 anos sem um Street Fighter inédito, ninguém ficou na geladeira. O aproveitamento dos personagens de Street Fighter em crossovers entre empresas, ou misturado com outras séries da própria Capcom foi de 100%, isso sem contar todos os relançamentos requentados de edições de aniversário com coletâneas das séries já consolidadas.
      Dentro do gênero, gosto de pensar em Street Fighter como uma espécie de Novo Testamento dos jogos de luta. Combates entre homens no formato um contra um podem ter dado as caras bem antes do jogo da Capcom – daí o Velho Testamento, mas o Messias que desencadeou a revolução, a chamada “Golden Age” das lutas, estabelecendo um monte de regras específicas do estilo foi Street Fighter. Ou melhor, Street Fighter II.

      Não tenha dúvidas: Street Fighter II é o jogo que você conhece. Retsu quem? Geki aonde? Lee? Os personagens de Street Fighter, salvo algumas exceções, nunca conseguiram cair no gosto da galera. Mas por quê? Simples, porque jogávamos apenas com Ryu e Ken – e esse último, só quando alguém entrava contra.
      Com oito lutadores à sua disposição, a maioria deles únicos (não estou falando de você, Ken), ficava bem mais difícil aprender a jogar e conhecer todos os lutadores. Não só isso, mas aprender a lutar contra todos e entender o comportamento do seu adversário também era essencial. O “meta” surgia.
      Tecnicamente o jogo era impecável. Tanto que até hoje pode ser jogado de maneira séria. Acertos que na verdade eram erros (como a história de que os combos do jogo eram um acidente de desenvolvimento), personagens estilizados e super criativos – mesmo que nós brasileiros tenhamos sido vistos como monstros verdes para eles – e a trilha sonora imortal de Yoko Shimomura que reconhecemos de imediato até hoje. Arrecadou rios de dinheiro nos fliperamas de bairro.

      Dali em diante, a Capcom agarrou o osso. Levou os lutadores de rua para os confins do universo, colocou-os em crossovers inusitados, contou histórias do passado e também do futuro, expandiu a família. E nem comecei a falar sobre quadrinhos, televisão e cinema.
      Aquele tal de lore
      Um dos maiores problemas na hora de adaptar a história de Street Fighter para fora dos games é acertar a sua narrativa. E a única obra que conseguiu fazer isso foi longa-metragem inspirado no game de 1994.
      Street Fighter II: The Animation conseguiu captar a essência do jogo simplesmente pelo fato de não querer que todos os personagens fossem principais de alguma forma. E também não fizeram todos terem algum tipo de relação mais profunda como a série Victory, ou mesmo colocar todo mundo como amiguinho lutando contra o mal, do jeito que Street Fighter V fez.

      Some isso a uma coreografia de combate elaborada por dois artistas marciais do mais alto calibre – Kazuyoshi Ishii,  fundador e mestre do Seidokaikan Karate (um derivado do Kyokushin), além de ser o criador do K-1, uma organização privada de lutas marciais, e Andy Hug, um dos maiores e mais importantes karatekas que já pisaram num ringue.
      O roteiro de Kenichi Imai era simples, mas extremamente funcional. Ao mesmo tempo que não inventava relações entre os personagens, desenvolveu todo um passado não contado que já existia entre os personagens Ryu e Ken, mostrando um pouco da juventude de ambos e os percalços que precisaram superar até serem os lutadores apresentados no game. O sucesso foi tanto que essa pequena mostra foi responsável pela criação de uma série própria nos videogames, Street Fighter Alpha (ou Zero, no Japão).
      O estúdio responsável pelo longa ainda tentou repetir o sucesso com a série de TV (acertaram médio, vai) e também no lançamento do OVA de Street Fighter Alpha, dividido em duas partes. Desta vez com uma trama meio estranha, focada num irmão perdido de Ryu e um vilão meia boca qualquer. É bonito, sem dúvidas, mas vazio de conteúdo.

      De mangás de destaque, provavelmente os que merecem a sua atenção fazem parte da série lançada no Brasil pela Editora NewPop. Street Fighter Alpha e Ryu Final (este inédito no país, infelizmente) contam de forma impecável histórias que se passam em Street Fighter Alpha e Street Fighter III, respectivamente. Trabalho excelente de Masahiko Nakahira, preciso ressaltar.
      Não só de sucessos viveu a franquia Street Fighter. As tentativas de transformá-lo em filme com atores reais foi de mal a pior, literalmente. O filme com Van Damme, Raul Julia e Kylie Minogue não poderia manchar mais o currículo (até então) invejável de Street Fighter. Aí tivemos A Lenda de Chun-Li e bem, não dá para vencer sempre.
      Engraçado é que vindo de um lado completamente “amador”, a série para internet Assassin’s Fist, acabou com a ilusão de que a história de Street Fighternão poderia ser contada com atores reais e até ganhou uma continuação (que não foi tão legal assim).
      Presente e futuro

      Podem falar o que quiserem por aí. Comemorar 30 anos e ainda ser relevante dentro de um gênero um tanto recluso quanto os jogos de luta é um marco. Street Fighter V pode não ser o que alguns de vocês esperavam, mas continua firme e forte atraindo a atenção de muitos espectadores para si.
      Os problemas o perseguem desde o seu lançamento. Se por um lado ele atraiu a atenção para si com uma nova visão de esport para o gênero, por outro havia deixado o consumidor casual na mão. Aquele cara que só queria se divertir com a campanha para um jogador e desvendar a história da nova iteração do game precisou esperar meio ano até receber a tal atualização com o modo de jogo. E entendo perfeitamente a frustração desse jogador.
      O formato de negócio adotado por Street Fighter V é diferente – compre o game, não pague mais por nenhuma atualização. É um novo capítulo dentro de um universo que nasceu da venda abusiva de fichas para seu uso em chefes impossíveis. Diferente do passado, hoje quem gasta com o jogo não é o dono do fliperama, mas sim o jogador. E ele não vai gastar com qualquer lançamento.

      Street Fighter V tem um plano de vida para muitos anos ainda. E com trintão nas costas, não dá mais para viver só de requentamentos e edições especiais de clássicos de outrora. Com certeza eles tem um pessoal tomando nota das reclamações e bolando saídas criativas para se reerguerem do baque que foi a segunda temporada do game. Menat, a nova integrante do elenco é prova viva de que estão pensando um pouco fora da caixa (de Street Fighter).
      Fica aqui meus sinceros parabéns a série, responsável pela criação do gênero que me fez cabular muita aula na escola (mas nunca repeti um ano, não recomendo isso, aliás). Espero de verdade que este ano não passe batido em termos de comemorações.
      Onde tudo começou
      Engraçado pensar que o criador de Street Fighter também foi responsável pela disputa de mercado entre duas das maiores empresas da época, Capcom e SNK. E não estou falando isso de forma metafórica. Takashi Nishiyama, diretor do jogo, também é o estopim da rivalidade entre as empresas que perdurou mais ou menos por 15 anos.

      Após deixar a Capcom ao lado do colega de equipe Hiroshi Matsumoto, o criador do “hadouken” foi tentar a sorte em outra desenvolvedora de arcades, a Shin Nihon Kikaku, ou SNK. E lá a dupla aplicou suas recém-adquiridas habilidades para o desenvolvimento dos jogos de luta e criou as maiores franquias da empresa. Fatal Fury, Art of Fighting, Samurai Spirits, The King of Fighters, tudo era assinado por eles. Demorou para que alcançassem algo no nível técnico de Street Fighter II (mestres abençoados Yoshiki Okamoto, Akira Nishitani e Yoko Shimomura), mas aos poucos galgaram seus passos.
      Não bastasse isso, ao sair da SNK e fundar com outros ex-funcionários a DIMPS, quando que ele se imaginaria mais uma vez dentro de algum projeto envolvendo Street Fighter? E foi exatamente o que aconteceu quando sua empresa trabalhou em conjunto com a Capcom no desenvolvimento de Street Fighter IV. E veja só, outro game considerado um ponto de partida para o nicho dos jogos de luta.....